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Coluna CNA: Anna Leão
Marcadores: Anna Leão, Coluna CNA
A Autora:
Formada em Comunicação Social, Anna Leão se dedicou muito à arte,
como o teatro e a dança. Nesta última também se profissionalizou, dentro
da dança contemporânea, dança do ventre e dança-terapia. Cursou a
Escola de Dança de Angel Vianna, no Rio de Janeiro.
Mãe de duas meninas, Anna se dedica cada vez mais à sua escrita. É
colunista do site Templo de Avalon, idealizadora do blog Metamorfose e
já colaborou com seus artigos para o jornal impresso, carioca, Por do
Sol.
Anna tem três trabalhos publicados em livro. Em dezembro de 2008, a
escritora teve algumas de suas poesias selecionadas para a antologia
Letras no Brasil – X, da Taba Cultural.
No ano seguinte, Anna Leão lançou o primeiro livro da saga A Rainha da
Floresta. Em abril de 2011 foi a vez do segundo volume, A Rainha da
Floresta e a Deusa da Terra. No momento, Anna escreve o terceiro e
último volume desta trilogia, com lançamento previsto para o ano de
2012.
Anna gosta de escrever, desde pequena. Ela diz que para ela é a melhor
forma de se expressar, forma pela qual ela pode soltar sua imaginação e
mergulhar em outros mundos. No entanto, nem só de sonho vive Anna. Ela
afirma se conhecer melhor quando escreve e passar seus valores e
aprendizados:
— Eu me conheço melhor quando escrevo e ganho também conhecimento, além
do autoconhecimento. É como se acendesse uma luz! Quando leio o que
escrevi, eu me pergunto: como eu sabia disso?! Mas a inspiração é assim,
como um sussurro em nossos ouvidos, como uma canalização, como se não
viesse da gente, e talvez não venha! É o Awen dos celtas; aquela força
divina e invisível que anima, que entusiasma, que traz vida, que faz o
mundo girar!
Outros grandes interesses na vida de Anna, que a acompanham desde muito jovem, são a magia e a espiritualidade.
Estudou astrologia e várias doutrinas espirituais. Mas foi no paganismo,
em Lughnashad de 2005, que Anna se sentiu em casa. Ela segue e estuda o
paganismo celta, buscando e vivenciando suas origens e ensinamentos. E
procura sempre deixar claro que nada faz sentido se não vem de dentro.
"A espiritualidade é única para cada Ser. Por mais que duas pessoas
sigam o mesmo caminho espiritual, este caminho vai ressoar de forma
distinta para cada um", afirma Anna.
SINOPSE:
A Rainha da
Floresta é um gostoso convite para o mundo da magia. Nele o leitor
encontra a história da princesa Anaís, que se descobre uma bruxa. Por
conta disso, a jovem herdeira do Reino das Joias se vê obrigada a fugir
do reino no dia de seu noivado, refugiando-se na Floresta das Sombras,
vítima de uma maldição. A partir daí, a princesa parte para uma grande
aventura onde vivencia seu processo de iniciação, autodescobrindo-se e
conhecendo a magia e o seu passado ancestral.
Recheada de
personagens interessantes, como o misterioso Grande Mago, a obra mostra a
importância de sermos nós mesmos e encontrarmos nosso lugar no mundo; o
que faz da Rainha da Floresta um livro para todas as idades.
SINOPSE:
A Rainha da
Floresta continua sua saga no segundo volume dessa trilogia. Em "A
Rainha da Floresta e a Deusa da Terra" a autora Anna Leão leva a rainha
Anaís ao Reino da Terra. Precisando fazer renascer pedras e plantas
extintas por Friúza, a fim de promover a cura para um belo e doente
rapaz da Floresta da Lua, Anaís precisa encontrar a Deusa da Terra.
Paralelamente a isto ela ainda terá que lidar com o misterioso
desaparecimento do Grande Mago e com a verdade de seu próprio
coração. Uma aventura cheia de emoção e profundidade, com encontros
fascinantes, como com o Homem Verde e a Dama do Lago. Uma jornada
intensa, cheia de magia, aprendizados e surpreendentes revelações, onde a
capacidade de liderança da Rainha da Floresta é posta à prova.
A autora, apesar de ter começado seu trabalho de forma independente, será lançada ano que vem pela MODO Editora.
Acesse o site da autora para saber mais sobre suas obras e lançamentos:
Coluna CNA: Jeremias Soares
Marcadores: Coluna CNA, Editora Multifoco, Jeremias Soares
O autor:
Após nascer em
Porto Alegre, na primavera de 1983, Jeremias Soares viveu os seus quase trinta
anos de vida na cidade de Canoas (bem longe da fictícia Rua Velha). Quando
criança, escrevia revistas em quadrinhos e jornais que “vendia” aos pais por
simbólicos dez mil cruzeiros. Durante alguns anos da adolescência, foi redator
de um site voltado para o público jovem. Criou gosto por histórias fantásticas,
através de filmes e livros, já na fase adulta. O envolvimento foi tão grande que
resolveu se aventurar escrevendo as suas próprias histórias nos momentos lazer.
Alguns parentes que leram o primeiro
rascunho de O Sobrado da Rua Velha
perguntaram se ele tinha algum problema na cabeça. Como seria possível um
sujeito sossegado imaginar uma história daquela natureza? O autor respondeu que
não tinha problema nenhum; pois para ele, narrativas cuja intenção é meter medo
são como qualquer outra modalidade de entretenimento. Assemelham-se ao passeio
em uma montanha-russa: assustador, porém seguro.
Além de seguir dando vida às suas
histórias, Jeremias Soares atualmente é servidor público na
A Obra
Joel Selbach é um jornalista
conceituado e respeitado. Trabalha na TV e escreve para uma revista de
circulação nacional. Cristina, sua esposa, é uma celebridade polivalente: foi
eleita miss, atuou em novelas e atualmente é escritora. São pais de três jovens
que, tirando pequenos problemas, são felizes e saudáveis. Deveriam usufruir uma
vida tranquila, porém, nem sempre a sorte e o azar são distribuídos de uma
maneira justa.
Após um trauma familiar, Joel resolveu
levar esposa e filhos para morar em uma enorme casa localizada em um ponto
estratégico da região metropolitana de Porto Alegre. No endereço novo, os
Selbachs simultaneamente poderiam ficar longe dos holofotes e perto dos
benefícios da capital.
Mas o problema é que o sobrado,
herança de família, esconde um mistério capaz de suscitar medos adormecidos e
segredos que deveriam ser esquecidos. E quando o terror atinge o ponto dolorido
de uma cabeça cheia de receios, o resultado é imprevisível.
O Sobrado da Rua Velha, romance de
estreia de Jeremias Soares, traz a história de um casarão cuja atmosfera coloca
à prova defeitos e virtudes das pessoas que ousam residir nele. Uma narrativa que começa tenra e que alcança no
seu final um desfecho drástico e assustador.
Personagens:
Joel Selbach
Jornalista, é um homem de ideias fortes que consegue
compreender como funcionam as coisas ao seu redor. Não precisa estudar muito
para ficar por dentro de algum tema. O seu único defeito é ser cético demais.
Acredita pouco em Deus e no Diabo. Não aceita o lado místico da sorte e do
azar. Ao contrário dos cristãos, não sabe o porquê de estar na Terra. Para ele,
os únicos responsáveis pelo seu nascimento são Hermes e Maria José Selbach, seus pais.
Cristina
Selbach
Esposa de Joel, é uma celebridade polivante: trabalhou como modelo, atriz e escritora. A última vez
que escreveu foi na semana que antecedeu o seu sequestro. Desde que se vira livre do
cativeiro, Cristina não consegue digitar uma única frase. Também não consegue
fazer mais nada de útil. Imagens terríveis e frases inesquecíveis ainda
martelam a sua cabeça. Sente-se impotente e cada vez mais insegura.
Juliana Selbach
Filha mais velha de Joel e Cristina, é uma
jovem tão bela quanto a sua mãe. Sua rotina é igual a de qualquer adolescente, repleta de emoções e conflitos.
Pedro Selbach
Filho
do meio de Joel e Cristina. É um garoto medroso e inseguro, que não
recebe o suporte necessário para evoluir e eliminar os seus receios. A
cabeça é o seu grande ponto fraco.
Adriana Selbach
É
a caçula da família. Uma menininha frágil e doce que, da sua maneira
infantil, acompanha o que acontece quando a sua família chega ao
Sobrado.
Cinara Selbach e Orlando Pontes
Ela
é irmã de Joel e ele, o seu marido. Suas vidas se desgraçam após a
morte do filho José Maria. Os traumas de Cristina de alguma forma se
relacionam com aqueles enfrentados por Cinara no passado.
O outro filho de Cinara e Orlando, antigos moradores do Sobrado. Um garoto autoconfiante que é o melhor amigo do seu primo Pedro.
Antero, Cristiana e Ezequiel
Vizinhos da família Selbach na Rua Velha.
Murilo
Namorado de Juliana.
Para saber mais sobre a obra, acesse:
Fanpage:
Vale muito a pena dar uma conferida na obra, gente!
Pelo que andei olhando, o Jeremias vai encantar quem gosta de um trailler de terror psicológico.
Agora é ir atrás do seu exemplar!
Merry Meet!!
Roxane Norris
Coluna CNA: O Reino de Milian
Marcadores: Coluna CNA, O Reino de Milian, Pamela Chris
A Autora:
Pamela Chris (ou Pamela Christine) nasceu em dezembro de 1992 e escreve
desde os seus 12 anos de idade. Por incentivo de amigas de infância
escreveu o primeiro e o segundo livro, mas apenas no terceiro foi que
decidiu publicar. Então, aos 17 anos, surgiu "O Reino de Milian", um
verdadeiro conto de fadas. Agora, aos 19, ainda é uma amante da
fantasia, porém não tem esse como único tema. Seus escritos variam desde
o conto de romance adolescente até uma trilogia de ficção-científica,
todos prontos para a degustação do leitor.
Sinopse:
A guerra dos três Reinos já preocupava Ana e sua
mãe antes mesmo de David, um garoto do Reino inimigo, chegar. A partir daí Ana
vê sua vida mudada. Juntamente com alguns amigos ela deve viajar entre os
Reinos, mesmo com o perigo da guerra, e efetuar uma missão nobre. Uma missão
que poderia trazer de volta a paz, a alegria que uma guerra de vinte anos
tirou. Uma missão que uniria Milian novamente. E Ana está disposta a isso, mesmo que signifique que
ela pode não voltar viva.
Onde Encontrar:
Site da Autora:
Fazendo agora um P.S. no post, nada em relação a autora ou sua obra - que tenho certeza que vão gostar -, eu gostaria de chamar atenção para a Editora Multifoco que está lançando muitos autores nacionais no mercado nos últimos meses. Fica a dica para vocês conferirem! Em breve, faremos um post sobre esse assunto ok?
Degustação do Livro, baixe aqui:
Merry Meet!
Roxane Norris
Coluna CNA: Claudio Quirino
Marcadores: Claudio Quirino, Coluna CNA, Design Books
Nome do Livro: CONSPIRAÇÃO BRASILEIRA
Autor: CLÁUDIO QUIRINO
Editora: Design Books
'O QUE VOCÊ VAI LER NESSE ROMANCE, NUNCA FOI REVELADO A NINGUÉM'.
Uma poderosa e secreta fraternidade nacional ressurge
para sitiar a cidade de Brasília e instaurar sangrentas ideologias de
dominação. À procura do mais assombroso segredo histórico do país, a
irmandade vai muito longe para atingir os seus objetivos.
O que eles não esperavam é que um pequeno grupo do Governo,
atendendo a indicações do Presidente da República assassinado, ficou
encarregado de proteger o 'segredo' dos conspiradores.
Auxiliados por um perito em Ciências Políticas, todos se lançarão em uma corrida frenética e explosiva por importantes prédios de Brasília, decifrando uma série de enigmas e alegorias, para tentar impedir o acesso e a revelação daquilo que poderia abalar as estrututas brasileiras.
Com uma linguagem acelerada e cinematográfica - e ainda recheada com paranormalidade e História do Brasil - o primeiro livro da trilogia promete contar uma verdade arrepiante que você, certamente, desconhece.
Auxiliados por um perito em Ciências Políticas, todos se lançarão em uma corrida frenética e explosiva por importantes prédios de Brasília, decifrando uma série de enigmas e alegorias, para tentar impedir o acesso e a revelação daquilo que poderia abalar as estrututas brasileiras.
Com uma linguagem acelerada e cinematográfica - e ainda recheada com paranormalidade e História do Brasil - o primeiro livro da trilogia promete contar uma verdade arrepiante que você, certamente, desconhece.
Aguarde em JANEIRO/2013.
Em breve vou trazer uma entrevista com ele!
Merry Meet!!
Roxane Norris
Coluna CNA: A Profecia de Hedhen
Marcadores: Ana Aguiar, Coluna CNA, Editora TRADICIONAL MODOSINOPSE:
Os Tronos eram forças que reinavam nos
dias antigos com o título de “Luminares”, e através deles, a luz era
derramada por todos os povos, espalhando sua sabedoria, justiça e paz.
Mas as trevas, infelizmente, começaram a entrar naquele mundo e
corromper os corações. Os Tronos foram enfraquecendo, e para manter a
esperança eles criaram a Profecia, antes que sua luz fosse apagada de
vez. A Profecia falava do retorno dos Tronos em dias futuros, onde este
já seria dominado pelas trevas. Os três sinais dos “Luminares” estariam
marcados nos corpos daqueles destinados a receber essa luz ancestral e
poderosa. Dos três, um deveria assegurar o cumprimento dessa Profecia,
sem se importar com as conseqüências; o outro deveria sacrificar a
própria vida em troca da vitória; apenas um permaneceria oculto para sua
própria segurança, pois em suas mãos repousaria o Cetro de Luz, símbolo
dos antigos Tronos.
Será que essas três pessoas, portadoras dos poderosos sinais, teriam forças para lutar contra o mal e trazer de volta a sabedoria, justiça e paz dos dias antigos?
Será que essas três pessoas, portadoras dos poderosos sinais, teriam forças para lutar contra o mal e trazer de volta a sabedoria, justiça e paz dos dias antigos?
DADOS SOBRE A OBRA:
O livro é ambientado em um fictício
mundo matriarcal, onde homens e mulheres vivem de forma igualitária,
exercendo as mesmas funções. A discussão religiosa que engloba a
rivalidade entre a deusa que exige sacrifícios e o Pai-Criador, é um
ponto importante que ajuda a ilustrar o enredo. Sem a intenção de criar
um debate teológico, esse fato vem apenas complementar o cenário épico
próprio de um mundo fantástico onde se desenvolve uma luta eterna do Bem
contra o Mal.
É, por fim, uma história épica, onde a presença da “mulher guerreira” é constante.
A autora estará autografando esse sucesso no stand JR78 no sábado 19/08
às 19:00 hrs
às 19:00 hrs
Não percam, essa Bienal vai dar o que falar!
Beijokas
Roxane Norris
Coluna CNA: Personagens de ADQS
Marcadores: ADQS, Coluna CNA, Editora TRADICIONAL MODO, Fabiana Cardoso
Já ouviu falar desse lançamento da Editora Modo? Não!!? Então
fique por dentro dos mistérios que rolam em ADSQ, um livro de Fabiana Cardoso!
— Lembre-se que a partir de hoje você oficialmente faz parte da equipe de agentes da organização secreta ADQS!
Sinopse: Cíntia
encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo
cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em
sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas
alternativas são: denunciar o ‘namorado’, praticamente, assinando sua sentença
de morte ou ser presa e permanecer um longo tempo na prisão. Na delegacia acaba
conhecendo Henrique, um homem charmoso e misterioso que faz uma proposta – a
garantia de que não irá para a cadeia. O que ela não imaginava é que seria
recrutada para fazer parte de uma organização
secreta, assumindo a identidade de Thaís Torres e se mudando para São
Paulo. Agora a mais nova agente da ADQS terá que investigar crimes
que a polícia comum não conseguiu resolver, arriscando sua vida nas operações
pouco convencionais da organização. Aos poucos, Thaís desvenda os mistérios da
organização secreta, vivendo fortes emoções em suas missões e se arriscando em
um romance proibido. Mistério, aventura, humor e romance fazem parte desta
trama.
Conheça um pouco mais dos personagens de
ADQS, de Fabiana Cardoso
Henrique Rocha
Henrique é um líder nato, extremamente sedutor e charmoso,
misterioso e focado na obtenção de resultados. Estrategista por natureza. Tem o
humor variável, na maioria das vezes um homem de bem com a vida, mas procure
não contrariá-lo ou conhecerá sua ira. Qual segredo Henrique esconde de todos?
ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!
Thaís Torres/ Cíntia
Thaís é uma mulher segura e confiante, gosta de enfrentar
desafios. Muito bonita, mas deixa a desejar na pontualidade e muitas vezes é
impulsiva. Especializada em artes marciais e lutas. Que mistérios Thaís
encontrará nessa nova fase de sua vida? ADQS Venha Desvendar essa Organização
Secreta!
Caio
Pontes
Personalidade: Extrovertido e bem humorado, lindo e carismático,
sempre faz observações sarcásticas, eficiente, mas exagera um pouco nas
brincadeiras. Tem a habilidade de transpor qualquer tipo de barreira. Qual será
o passado de Caio? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!
Valéria Mortari
Personalidade: Calma e ponderada, Racional e equilibrada, chama a
atenção pela beleza, mas demonstra ser muito inteligente também. Entre suas
habilidades estão sua atuação perfeita nos papéis que é designada, poderia se
tornar uma atriz. Valéria atua muito bem, o que será que ela esconde atrás
dessa calma toda? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!
Edson Guerra
Personalidade: Correto e sensato, perspicaz ao analisar os casos
tem sempre boas idéias e soluções. Apenas é um pouco certinho e tímido. Suas
habilidades em informática são brilhantes, merecendo o título de hacker. Como
esse ex-criminoso tão inteligente entrou para a organização? ADQS Venha
Desvendar essa Organização Secreta!
Bruna Bonni
Personalidade: Debochada e extrovertida, sempre fazendo piadas. Não
é a toa que se mostra irresponsável e não leva nada a sério, levando seu chefe
e colegas a loucura. Habilidosa em manipular pessoas e com alto poder de
persuasão consegue resultados muito bons. Como uma pessoa tão carismática foi
parar na ADQS? Venha Desvendar essa Organização Secreta!
Créditos de criação de Personagens: Patrícia Milene
ADQS estará no Stand JR78
Não percam!
Beijocas,
Roxane Norris
Coluna CNA: Renata Müller
Marcadores: Coluna CNA, Editora TRADICIONAL MODO, Renata Müller, Roxane Norris
A Autora:
Renata Müller Cardozo é bacharel em Psicologia pela Universidade
Regional de Blumenau. Paranaense, atualmente reside com seu marido em
Florianópolis, Santa Catarina, onde é servidora pública.
Trecho do livro "Antes de Você Chegar"
1. MEG
Tinha alguém me seguindo. Não sei
quando foi que eu percebi isso, mas a sensação de alguém me observando
estava lá. Minha colega, Samantha – que era chegada nessas coisas de
sobrenatural, percepção extrassensorial e coisas genéricas de séries de
TV – havia dito que ou eu estava sendo perseguida, ou eu “era objeto de
possessão demoníaca”. Como eu não acreditava em fantasmas ou demônios e
não me achava interessante o bastante para algum psicopata tomar nota,
eu deveria estar simplesmente maluca.
Poderia ser só uma impressão
recorrente. Ou talvez o Pedro houvesse tido uma recaída. Só que ele
estava no trabalho naquela hora e eu sabia que ele não andava cabulando o
serviço porque eu revistava a carteira dele.
Na hora em que eu saí do serviço,
estava ventando. O outono havia chegado, mas sempre havia vento naquela
bendita cidade. Estava atravessando a rua no semáforo e o vento bateu
em mim com tanta força que quase me fez perder o equilíbrio. Meu cabelo
voou em todas as direções, feito uma medusa. Meu elástico tinha caído no
chão. Baixei para pegar e depois tive que correr para atravessar antes
de o sinal abrir para os carros.
Foi quando eu parei na calçada
para amarrar o cabelo, que vi a caminhonete. Era como em um daqueles
filmes em que a pessoa que está para morrer vê a vida toda passar diante
dos olhos. Exceto que eu não estava morrendo, mas eu me lembrava de já
haver visto aquela caminhonete mais de uma vez.
Tentei pegar o número da placa,
mas o semáforo abriu e ela arrancou rápido, cantando pneu. Tudo que eu
consegui guardar foram as letras, MEG. Parecia nome de gente. O nome
daquela atriz que a Marina dizia que achava uma fofa, das comédias
românticas de sexta à noite, de antes de ela arranjar um namorado.
Aquilo era um sinal. Só podia ser isso. Era sinal de que eu iria receber
a minha carteirinha de maluca.
Prendi o cabelo como deu, mas o
vento ainda estava tão forte que não tinha como fazer um rabo-de-cavalo
decente. Uns fios escapavam e ficavam voando em volta do meu rosto. Se
eu abrisse a boca para respirar, comeria cabelo. Era uma das coisas que
eu não gostava naquela cidade. Ela não conseguia decidir. Ou era quente
de rachar, ou tinha aquele vento gelado que parecia que iria levar a
minha roupa embora.
Já havia escutado várias
histórias, lendas urbanas, de coisas que o vento havia feito. Tipo a da
mulher que estava esperando o ônibus e a lufada fez com que ela fosse
parar na rua, na frente de um caminhão PAM! Atropelada. Algumas vezes eu
acreditava que essa história poderia ser verdade, especialmente quando
achava que eu mesma iria ser levada embora. Talvez eu fosse para Oz,
igual à Dorothy do filme.
Peguei o ônibus lotado no
terminal. Era uma sensação bem próxima de ser uma sardinha. Exceto que
sardinhas não têm cheiro de suor e não ficam tentando se apalpar na
latinha. As pessoas mais espertas estavam sempre com fones de ouvido no
ônibus. Eu havia desistido de comprar qualquer tipo de eletrônico. Eu
sempre dava um jeito de perder, na rua ou em casa. No final das contas,
era muito caro ser avoada. Era mais barato ficar ouvindo as pessoas
conversando alto sobre coisas idiotas que não me diziam respeito. Eu
quase tinha vontade de me intrometer algumas vezes.
Fiquei olhando para fora,
tentando me segurar da melhor forma possível, já que o motorista parecia
ser um piloto de Fórmula 1 aposentado. Vi uma mulher fazer o sinal da
cruz enquanto o ônibus passava por cima da ponte. Era exatamente como eu
me sentia, como se estivesse entregando a minha alma, mas eu já estava
habituada com a sensação.
Quando saí, o ônibus já havia
esvaziado. Desci um ponto antes, para ficar na frente da locadora. O
balconista me conhecia desde a época que eu ainda fingia ser uma boa
garota. Ele me chamava de Amélie, por causa da Amélie Poulain do filme[1].
Naquela época eu tinha cortado o meu cabelo curto e tinha ficado
parecido com o da personagem. O cabelo já havia crescido tinha muito
tempo, mas o rapaz continuava me chamando daquele jeito. Acho que ele
deveria gostar do filme, ou qualquer coisa assim.
— Amélie, eu consegui o filme que você queria! — o balconista disse, ao me ver.
Ele era um tipo desengonçado,
meio alto, magrelo e ruivo. A Marina antigamente achava que ele tinha
alguma coisa por mim e eu achava que ela tinha razão. Não que ele não
fosse atencioso com todos os clientes, mas ele sempre parecia
excessivamente feliz quando me via.
Ele tirou a caixa de debaixo do
balcão, como se fosse alguma coisa proibida. Se fosse alguma coisa
ilegal, ele não poderia fazer mais segredo. Uma mulher gorda, que estava
parada na frente da prateleira dos lançamentos, deu uma olhada
atravessada. Pela cara dela, deveria estar achando que era um filme
pornô. Deveria ser uma daquelas carolas religiosas, que passam os dias
na igreja e de noite transam com a luz apagada.
O filme não tinha nada de
pecaminoso. Era só um filme velho que eu já tinha visto algumas vezes.
Gente como a Gente, era o filme. Se a velha visse o “como” do título
escrito na capa, iria provavelmente achar que ele queria dizer outra
coisa. Quando uma pessoa tem a mente suja, tem a mente suja. Iria acabar
lendo “Gente come Gente”, um pornô sem escrúpulos, ou um filme estranho
sobre canibalismo.
— Tive que mandar vir da filial — ele continuou, alheio aos meus pensamentos.
— Obrigada, você é um anjo — agradeci, mas não conseguia lembrar o nome dele.
Era Ilson? Wilson? Nilson?
Tirei o dinheiro do bolso para pagar a locação, mas ele segurou a minha mão.
— Por conta da casa, Amélie —
falou e demorou um pouco mais para soltar minha mão do que precisava.
Não que ele precisasse ter segurado em primeiro lugar.
A cara da velha era de quem iria
dizer “pouca vergonha”, ou qualquer coisa do gênero. Era bem aquele tipo
de gente que não pode ver ninguém segurando a mão de outra pessoa sem
ter segundas intenções. Ele tinha segundas intenções, claro. Quando é
que homem não tem segundas, terceiras, quartas intenções? Pergunte ao
Pedro.
— Valeu, — congelei, como é que era mesmo o nome dele? Ortelino Troca-Letras? — Otis. Obrigada.
Era a única pessoa no mundo que
deveria se chamar Otis. Esse era o tipo de nome de pessoas que já
nasceram velhas. Eu não conseguia imaginar uma criança chamada Otis.
Quem era o pai que dava para o filho nome de elevador?
Peguei o filme e guardei na
bolsa. É claro que tratei de me mandar dali antes que ele inventasse que
tinha direito de me convidar para qualquer coisa idiota e eu me
sentisse na obrigação de aceitar porque ele havia me dado uma locação.
Saí para a rua escura. Tinha
noites em que a iluminação pública parecia não ser o bastante para
iluminar tudo que deveria ser iluminado. Por sorte, eu estava apenas a
duas quadras de casa.
O vento mexia as folhas das
árvores, fazendo as sombras dançarem. Quando as sombras mexiam daquele
jeito, davam a impressão de que algumas coisas eram maiores. Já estava
quase em casa, quando um cachorro fuçando no lixo me fez dar um pulo.
Dei dois passos antes de perceber que não era um cachorro, mas um rato.
Pelo tamanho deveria ser um rato mutante. Só deveria comer frango cheio
de hormônio. Ou, talvez, fosse uma experiência genética que não tinha
dado certo.
Subi a escadinha da frente de
casa correndo. Minha mão tremeu tanto que quase não consegui colocar a
chave na fechadura. Pareceu uma eternidade antes que eu conseguisse
entrar e fechar o rato-mutante-alienígena para fora, ou para qualquer
mundo de onde ele houvesse vindo.
Fiquei com as costas grudadas na
porta por alguns segundos, só me mexendo para acender a luz do lado da
porta. Nessas horas eu odiava chegar a uma casa vazia. Não havia ninguém
que eu pudesse chamar para me socorrer de ratos, baratas e coisas
nojentas. O Pedro só chegava pela meia noite, isso quando ele não parava
em um bar e me chamavam para buscar ele de madrugada. Minha mãe era
quem fazia isso, quando ela estava viva. Mais uma das heranças que ela
tinha deixado para mim. Isso e um peito chato.
Quando decidi que o rato não iria
arrombar a porta atrás de mim, fui passeando pelo andar debaixo e
acendendo as luzes. Tirei o filme da bolsa, antes de jogá-la no sofá da
sala, e coloquei-o no aparelho. Deixei-o rodando enquanto ia para a
cozinha esquentar as sobras do almoço no microondas.
Eu alugava muitos filmes, mas não
era tanto para assistir. Eu precisava de barulho em casa. Era algo
parecido com o que eu fazia acendendo as luzes. Era para não sentir o
silêncio e o fato de a casa estar vazia.
O macarrão esquentado no
microondas não esquentava por igual. Uma garfada parecia tremendamente
quente e a outra fria de geladeira. Comi o macarrão frio-quente enquanto
passeava pela sala. Acabei encostando-me no sofá debaixo da janela que
dava para a rua. As aulas do colégio noturno ali perto deveriam ter
terminado mais cedo. Havia vários grupinhos passando e falando alto. Uns
rapazes estouravam bombinhas para assustar as meninas.
Sorri, vendo uma das garotas
pular como uma desesperada. Quase achei que ela houvesse visto o rato
gigante. Se a saia dela não fosse tão justa, talvez tivesse levantado
naquela hora. Talvez fosse exatamente isso que o rapaz quisesse. A
menina tentou dar uns tapas fingidos no rapaz, que estava quase se
contorcendo de tanto rir.
Como eu estava olhando na direção
deles, percebi quando passaram por algo que estava meio que escondido
na sombra. Quase parecia um fantasma, um vulto no escuro. Primeiro achei
que era um parente do ‘rato-mutante-do-espaço-sideral”. Quase dava para
imaginar os olhos brilhando no escuro. Depois, percebi que era mesmo um
homem. A garotada passou por ele sem dar uma olhada. Talvez fosse mesmo
um fantasma, alguém que não existisse de verdade ali, fruto da minha
imaginação.
Só que ele saiu do lugar. Mancou e
entrou em uma caminhonete que estava estacionada bem ali. Se eu
conseguisse ver a placa, tinha certeza de que ela leria MEG.
Era oficial. Eu tinha um perseguidor.
Gostou? Então venha prestigiar a autora e adquirir em primeira mão o livro na Bienal:
JR
estande 78 - JR78
dia 17 às 16:00 hrs
Editora MODO Tradicional
Merry Meet!
Roxane Norris
Coluna CNA: Francine Cruz
Marcadores: Coluna CNA, Editora Ícone, Francine CRuz
A Autora:
Francine Cruz
nasceu em Curitiba, em 1984. Formada em Educação Física, Pós Graduada em Atividade Física e Saúde (UFPR) e acadêmica do curso de Letras Português/Inglês (UTFPR) atualmente se divide entre suas duas paixões: ministrar aulas e escrever. Amor, Maybe marca sua estréia com sucesso no mundo das histórias românticas.
nasceu em Curitiba, em 1984. Formada em Educação Física, Pós Graduada em Atividade Física e Saúde (UFPR) e acadêmica do curso de Letras Português/Inglês (UTFPR) atualmente se divide entre suas duas paixões: ministrar aulas e escrever. Amor, Maybe marca sua estréia com sucesso no mundo das histórias românticas.
Amor, Maybe
Sinopse:
Até onde pode ir um grande amor?
A fé ajuda a recuperar sentimentos?
Quem pode separar duas pessoas que se amam?
Descubra em Amor, Maybe um linda história romântica como você nunca viu!
Em uma festa à fantasia, Josephine e Matthew se conhecem e se apaixonam.
Inexperientes, Josie e Matt sabem que se amam, mas, para viver esse
grande amor, terão que vencer muitas barreiras. O que será que os impede
de ficar juntos?
Esta é a história de um amor inacabado, cheio de lágrimas, romance,
brigas e sentimentos, mas, acima de tudo, cheio de esperança. Fala sobre
o tempo e como a vida pode pregar peças em nós.
Neste romance, você conhecerá a força de um amor verdadeiro que através
dos anos buscará sua chance de ser eterno. Será esse amor forte o
suficiente para resistir ao tempo, à distância e à solidão?
– Maybe.
O livro está à venda nas melhores livrarias e também pelo site da editora: http://www.iconeeditora.com.br
Confiram!
Roxane Norris
Coluna CNA: Ahtange Ferreira
Marcadores: Ahtange Ferreira, Coluna CNA, Editora TRADICIONAL MODOAhtange Ferreira é uma escritora que se define assim:
"Eu sou: o sol; o vento; a chuva; a lua; um vulcão; um terremoto;uma borboleta; uma águia; uma raposa; uma formiga posso ser tudo e não ser nada. Posso ser uma parede sólida ou um floquinho de neve ao sol... E nas horas vagas sou palestrante e escritora."
"Não sei se sou quem acho que sou, só sei que dentro de mim mora alguém que ainda não encontrou sua essência". "Sou um abismo e luto para transpor e chegar até mim". "Sou alguém que;vive, morre, ri, chora, ama, odeia, sente tudo e nada sente."
Quantas faces tem esta mulher e quantas nos pegamos admirando nos seus escritos? Outras tantas. Por esse motivo, Marcas Indeléveis é mais que recomendado!
Sinopse
MARCAS INDELÉVEIS trata da vida como ela é, conta a trajetória de Esther uma mulher que, desde criança além da dura realidade da pobreza de sua família depara-se com a rejeição e a falta de amor, marcada principalmente por um pai ausente, e contantes abusos, marcas que permeiam e interferem nas suas escolhas.
Na sua busca incessante por amor, carinho e felicidade: sentimentos simples que todos queremos, mas que na complexidade do ser humano acaba por envolvê-la em perdas e humilhações. Ódio, traição, culpa violência doméstica, estão presentes nessa história que poderia caracterizá-la simplesmente como um grande “drama”, mas que a meu ver infelizmente é o relato real da vida de muitas mulheres. Porém, por maiores que sejam as adversidades é possível readquirir o amor-próprio e, perceber que a vida é compreendida, olhando-se para trás, mas só será vivida plenamente, olhando-se para frente.
Portanto, Marcas Indeléveis é um alerta para pais e professores, que mesmo com a mídia postulando mulheres independentes, muitas ainda vivem trancafiadas no cárcere de suas próprias emoções e conflitos.
Uma estória emocionante por ser baseada em fatos reais, que levará o leitor ao submundo das emoções humanas.
Na sua busca incessante por amor, carinho e felicidade: sentimentos simples que todos queremos, mas que na complexidade do ser humano acaba por envolvê-la em perdas e humilhações. Ódio, traição, culpa violência doméstica, estão presentes nessa história que poderia caracterizá-la simplesmente como um grande “drama”, mas que a meu ver infelizmente é o relato real da vida de muitas mulheres. Porém, por maiores que sejam as adversidades é possível readquirir o amor-próprio e, perceber que a vida é compreendida, olhando-se para trás, mas só será vivida plenamente, olhando-se para frente.
Portanto, Marcas Indeléveis é um alerta para pais e professores, que mesmo com a mídia postulando mulheres independentes, muitas ainda vivem trancafiadas no cárcere de suas próprias emoções e conflitos.
Uma estória emocionante por ser baseada em fatos reais, que levará o leitor ao submundo das emoções humanas.
Adquira o seu exemplar aqui: http://modoeditora.com.br/loja/marcas-indeleveis
Merry Meet
Roxane Norris
Coluna CNA: Chaiene Barboza Santos
Marcadores: Coluna CNA, Editora TRADICIONAL MODO, Os Filhos do TempoSinopse
Esta é a história de um estudante chamado Nicolas, que adorava olhar as estrelas e pensar na grandiosidade do universo. Ele é perseguido por seres de outro mundo que querem levá-lo do planeta Terra. O rapaz conhece uma linda mulher que veio de um lugar muito distante para revelar segredos que mudariam sua maneira de ver o mundo. Uma descoberta fantástica o remeterá a conhecer quem serão os "Filhos do Tempo". Uma trama intrigante que nos fará ver o mundo por outro prisma. Segredos, paixão intensa, aventura e grandes revelações mudarão para sempre à vida, não apenas de Nicolas, mas de todos que viajarem com ele nesta odisseia. Quem ousará a tanto?
Personagens
Nicolas é uma jovem aventureiro, responsável, inteligente, apaixonado.
Zara é inteligente, apaixonada e determinada. Sivoc é o sagaz líder, já Merko é
poderoso, forte, determinado e sábio. Lorena traz toda a sua beleza e meiguice é boa mãe e acima de tudo muito carinhosa.
Tibor é um forte guerreiro e Rei Zador um grande líder e sábio.
O Autor
Chaiene Barbosa Santos começou a se interessar por literatura desde criança pois teve ótimos professores de português que sempre escolhiam bons livros para a leitura mensal e em seguida pediam que fosse elaborado um texto tipo reescritura, que estimula o aprendizado. Começou a escrever o livro "Os Filhos do Tempo" depois de muitas conversas que aconteciam entre amigos e familiares nos fins de semana, onde expunham as idéias. A vontade de escrever e expor suas ideias fez com que o autor adentrasse no mundo literário.
Escreve atualmente um romance com suspense sobre a vida de um médico que é transformada por um crime de uma pessoa que ele amava muito.
Roxane Norris
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