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Eu ♥ Resenhas: Youkai - Roxane Norris

Sinopse

Heilel é um jovem anjo da guarda que tem sua história mudada duplamente num único momento. No dia em que ascende ao cargo de confiança mais alto do Renkai - o plano do julgamento - acaba tendo uma difícil decisão nas mãos: manter sua lealdade a Deus ou salvar sua protegida - uma alma suicida por quem ele cria um vínculo afetivo. Ciente de suas responsabilidades, e não vendo outra saída, ele abidica da honraria e entrega sua alma em troca da dela ao Diabo, que vem exigir pessoalmente seus despojos sobre o julgo. Todavia, a presença de Lúcifer no Renkai não é uma mera coincidência e Heilel - agora nominado Akuma e vivendo no plano terrestre como um Youkai - irá descobrir que há muito mais por trás de uma simples barganha, e que tanto Deus como o Diabo estão envolvidos numa aposta cujo o desfecho pode exigir um preço ainda maior de si mesmo.


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Devo dizer que me senti amedrontada em escrever essa resenha. Youkai é um livro muito importante para mim e vê-lo sendo publicado traz uma emoção que poucas pessoas entendem. Além, é claro, da linda e maravilhosa dedicatória com o meu nome que me fez chorar por pelo menos meia hora a fio. Youkai é o segundo livro do amor da minha vida, Roxane Norris, que mais uma vez arrasou ao escolher o tema de seu romance. 

O livro conta a história de um anjo da guarda que se vê obrigado a fazer uma escolha que, inicialmente, ele pensa ter a ver apenas com ele mesmo, mas que na realidade, envolve um jogo entre Deus e do Diabo pelas almas humanas. 

Heiliel é um anjo da guarda que demonstra grande apreço por sua protegida, Hanya, uma humana de alma sofrida que, por conta das intempéries da vida acaba cometendo suicídio. Isto acontece quando ele é obrigado a deixá-la para assumir um cargo de confiança ao lado Deus e é este fato que o obriga a fazer a tal escolha: Salvar a alma de Hanya de ir para o inferno em troca da sua, ou salvar a si mesmo permanecendo no céu enquanto a essência da mulher por quem se apaixonou sofre em agonia por toda a eternidade nos tártaros do demônio. Heiliel faz sua escolha sem pestanejar, salvando a alma de Hanya e descendo ao inferno, passa a ser chamado de Akuma.

Algum tempo depois, nos vemos no ano de 2006, Akuma alcançou o cargo de confiança do demônio e vive na terra como um Youkai. Tornou-se um grande empresário com uma grande fortuna, mas mesmo depois de tantos anos Akuma nunca foi capaz de esquecer o amor que sentia por Hanya. Porém, enquanto ele pensava que estava tudo bem, o jogo começa novamente entre Deus e o Diabo e mais uma vez, ele parece ser o ponto de ebulição entre as duas apostas. A alma de Hanya volta a encarnar na terra trazendo com ela novamente escolhas que somente ele poderá fazer.

Aí você pensa: “Tudo bem, ele vai encontrar ela e ser feliz para sempre.”

Errado. Duas mulheres cruzam o caminho de Akuma. Duas mulheres diferentes, mas com semelhanças visíveis com o amor de seu passado.

Tudo começa com Carine. Uma camareira empregada em seu hotel de luxo. Cabelos e gestos que o lembram quase imediatamente de Hanya. Ele se deixa envolver pela doçura e carisma e tudo parece bem até que é a vez de Aine.

Uma adolescente bela e de vida sofrida. Aine é filha de um empresário crápula que a explora para manter seus negócios em alta, deixando que seus clientes a “usem” quase como bem entendem. Ela é noiva de Akuma desde bebê, quando ele prometeu a sua mãe que a protegeria das atrocidades cometidas pelo pai.

Ele se vê envolvido demais com Carine e aposta quase todas as suas fichas de que ela é a reencarnação de sua Hanya porém, não entende como a menina Aine não lhe sai da cabeça.
As coisas mudam quando um velho inimigo resolve aparecer no colégio de Aine. Miguel é o anjo mais próximo de Deus, porém está longe de ser o cara mais bonzinho. Ele não se esqueceu de sua rixa com Akuma e agora que a alma de Hanya está em jogo outra vez, ele vai fazer de tudo para ficar ao lado dela e atrapalhar a cofiança depositada em Akuma.

Mas Heiliel ainda deve fazer uma escolha. Ele deve escolher entre as duas jovens: uma o levará novamente para as graças de Deus, a outra o manterá dentro do inferno.

Agora me digam qual delas você gostaria que fosse a escolhida?

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Youkai é uma obra sensacional, de linguagem simples e que prende totalmente a atenção. Em apenas quatro dias eu o li por inteiro e confesso que fiquei com um gostinho de quero mais gigantesco. Mas com um protagonista como Akuma e um rival como Miguel fica quase impossível não desejar que este livro tenha uma continuação.

Ainda tem os demais personagem que cativam a cada linha lida, como as excêntricas e maravilhosas aparições de Lúcifer, as pequenas participações de Gabriel e as próprias falas de Deus que exprimem uma visão bonita Daquele que a tudo rege.

Ao meu ver este é mais um dos maravilhosos livros que a Rô nos deu de presente e, graças a Deus, sei que virão muitos mais tão maravilhosos quanto este.

Youkai será lançado no dia 22-06-2013 no evento Identidade Literária em São Paulo. Deixo aqui minha invejinha das pessoas que vão poder estar lá para prestigiar este dia tão  importante.




Você pode saber mais sobre o evento neste link

Aqui você pode descobrir mais sobre o livro, a autora e seus trabalhos:

Página de Youkai no Facebook.

Youkai no Skoob.

Encontre Roxane no site oficial.

E também no Facebook.


Deixo pra vocês o BookTrailer para dar uma aguinha na boca <3





Um beijo a todos e preparem-se para Youkai!

Eu ♥ Resenhas: Annástria e o Príncipe dos Deuses


Título Original: " Annástria e o Príncipe dos Deuses ".
Autor:  Selène D'Aquitaine.
Ano: 2010.
Número de Páginas: 352 páginas.
Editora: Editora  Ícone.
Edição: 1ª edição.





Annástria é uma das dimensões mais evoluídas entre as sete principais, governada pela Deusa Memória e pelo Deus Zolum. Reza uma profecia que o filho primogênito dos Grandes Deuses, Rorek, estava destinado a trair sua família, unindo-se a deusa das Trevas, Satine. Annástria começa a se afogar nas Trevas, porém, de acordo com a profecia, o filho de Strauss, Rei de Annastria, é a única pessoa que pode salvar Annastria e restaurar o equilíbrio entre as dimensões. Ele era um anjo, porém Rorek corta as suas penas. As penas são espalhadas por várias dimensões. Para salvar Annástria, Darin precisa recuperar todas as suas penas antes que Satine o faça. Ele vai contar com a ajuda de Impar, uma feiticeira que de alguma forma misteriosa está especialmente ligada a ele.

Annástria e o Príncipe dos Deuses se revelou para mim como um livro cheio de surpresas e plenitude. Digo isso, porque demorei em ler o primeiro tomo a fim de que tivesse realmente o prazer de degustar uma história. Uma degustação que, devo revelar, começou com petit couvert, a capa belíssima que ilustra todo a grandiosidade do universo que Sèlene construiu, sem perder em nada para sagas como “Percy Jackson” ou “Harry Potter”. 

O reino de Annástria é assolado pelas trevas  quando as batalhas entre o bem e o mal tendem para o lado desse último, que por muitos anos viveu em harmonia com o primeiro, ameaçam essa paz com a deserção e uniam de seus colaboradores às trevas, nascendo assim o império do mal. 

Darin é um garoto que foge aos padrões normais dos adolescentes de sua época; e, é bem  aí que a autora nos proporciona nosso primeiro deleite, um encontro com nossos anos de meninice, em que tudo parece estar sempre em conflito com nós, e nós com ele. Darin é um anjo, mas suas asas foram arrancadas quando pequeno e espalhada por várias dimensões. Acompanhado por seu fiel artémis, chamado Artenis, ele mora com Pandora, uma mulher que nunca lhe revelou nada de sua natureza até que ele encontra um artefato capaz de ver o passado. 

E, nesses anos em que Darin passa com Pandora, ambas forças mantêm-se em conflitos constantes. A partir da descoberta de sua verdadeira realidade, Darin dará início a sua jornada através das dimensões para recuperar suas asas e passará por sete provas onde precisará da ajuda de uma jovem feiticeira que está adormecida há anos e  com quem tem uma estranha ligação.

O final do livro é um tanto quanto inesperado para quem está envolvido pelo pique da narrativa da autora. Sèlene faz isso com uma desenvoltura impressionante, te prende com facilidade do início ao fim do livro e cativará todo leitor que se dependurar nas páginas dessa história maravilhosa. 

É uma leitura para quem gosta de fantasia, com certas pitadas de cunho medieval, e definitivamente recheada de entidades que irão desafiar sua imaginação à ultrapassar seus limites... Porque é preciso acreditar no mundo de Annástria para entrar nele...

Faço o convite aos meus leitores à passar para essa dimensão, e juntamente com Darin descobrir os segredos desse mundo novo!   

Merry Meet!

Roxane Norris

Eu ♥ Promoções # Ganhador Immortales



Olá amores!!!

O sorteio foi feito e o número vencedor é 19, parabéns Mey!!!

Por favor entre em contato conosco e nos envie seus dados para seu exemplar ser remetido para você, ok? 

Aguarde que em outubro teremos mais uma promo Immortales, ok?


 Merry Meet!

Roxane Norris

Coluna CNA: Renata Müller





A Autora:


Renata Müller Cardozo é bacharel em Psicologia pela Universidade Regional de Blumenau. Paranaense, atualmente reside com seu marido em Florianópolis, Santa Catarina, onde é servidora pública.






Trecho do livro "Antes de Você Chegar"




1. MEG 
Tinha alguém me seguindo. Não sei quando foi que eu percebi isso, mas a sensação de alguém me observando estava lá. Minha colega, Samantha – que era chegada nessas coisas de sobrenatural, percepção extrassensorial e coisas genéricas de séries de TV – havia dito que ou eu estava sendo perseguida, ou eu “era objeto de possessão demoníaca”. Como eu não acreditava em fantasmas ou demônios e não me achava interessante o bastante para algum psicopata tomar nota, eu deveria estar simplesmente maluca. 

Poderia ser só uma impressão recorrente. Ou talvez o Pedro houvesse tido uma recaída. Só que ele estava no trabalho naquela hora e eu sabia que ele não andava cabulando o serviço porque eu revistava a carteira dele. 

Na hora em que eu saí do serviço, estava ventando. O outono havia chegado, mas sempre havia vento naquela bendita cidade. Estava atravessando a rua no semáforo e o vento bateu em mim com tanta força que quase me fez perder o equilíbrio. Meu cabelo voou em todas as direções, feito uma medusa. Meu elástico tinha caído no chão. Baixei para pegar e depois tive que correr para atravessar antes de o sinal abrir para os carros. 

Foi quando eu parei na calçada para amarrar o cabelo, que vi a caminhonete. Era como em um daqueles filmes em que a pessoa que está para morrer vê a vida toda passar diante dos olhos. Exceto que eu não estava morrendo, mas eu me lembrava de já haver visto aquela caminhonete mais de uma vez. 

Tentei pegar o número da placa, mas o semáforo abriu e ela arrancou rápido, cantando pneu. Tudo que eu consegui guardar foram as letras, MEG. Parecia nome de gente. O nome daquela atriz que a Marina dizia que achava uma fofa, das comédias românticas de sexta à noite, de antes de ela arranjar um namorado. Aquilo era um sinal. Só podia ser isso. Era sinal de que eu iria receber a minha carteirinha de maluca. 

Prendi o cabelo como deu, mas o vento ainda estava tão forte que não tinha como fazer um rabo-de-cavalo decente. Uns fios escapavam e ficavam voando em volta do meu rosto. Se eu abrisse a boca para respirar, comeria cabelo. Era uma das coisas que eu não gostava naquela cidade. Ela não conseguia decidir. Ou era quente de rachar, ou tinha aquele vento gelado que parecia que iria levar a minha roupa embora. 

Já havia escutado várias histórias, lendas urbanas, de coisas que o vento havia feito. Tipo a da mulher que estava esperando o ônibus e a lufada fez com que ela fosse parar na rua, na frente de um caminhão PAM! Atropelada. Algumas vezes eu acreditava que essa história poderia ser verdade, especialmente quando achava que eu mesma iria ser levada embora. Talvez eu fosse para Oz, igual à Dorothy do filme. 

Peguei o ônibus lotado no terminal. Era uma sensação bem próxima de ser uma sardinha. Exceto que sardinhas não têm cheiro de suor e não ficam tentando se apalpar na latinha. As pessoas mais espertas estavam sempre com fones de ouvido no ônibus. Eu havia desistido de comprar qualquer tipo de eletrônico. Eu sempre dava um jeito de perder, na rua ou em casa. No final das contas, era muito caro ser avoada. Era mais barato ficar ouvindo as pessoas conversando alto sobre coisas idiotas que não me diziam respeito. Eu quase tinha vontade de me intrometer algumas vezes. 

Fiquei olhando para fora, tentando me segurar da melhor forma possível, já que o motorista parecia ser um piloto de Fórmula 1 aposentado. Vi uma mulher fazer o sinal da cruz enquanto o ônibus passava por cima da ponte. Era exatamente como eu me sentia, como se estivesse entregando a minha alma, mas eu já estava habituada com a sensação. 

Quando saí, o ônibus já havia esvaziado. Desci um ponto antes, para ficar na frente da locadora. O balconista me conhecia desde a época que eu ainda fingia ser uma boa garota. Ele me chamava de Amélie, por causa da Amélie Poulain do filme[1]. Naquela época eu tinha cortado o meu cabelo curto e tinha ficado parecido com o da personagem. O cabelo já havia crescido tinha muito tempo, mas o rapaz continuava me chamando daquele jeito. Acho que ele deveria gostar do filme, ou qualquer coisa assim. 

— Amélie, eu consegui o filme que você queria! — o balconista disse, ao me ver. 

Ele era um tipo desengonçado, meio alto, magrelo e ruivo. A Marina antigamente achava que ele tinha alguma coisa por mim e eu achava que ela tinha razão. Não que ele não fosse atencioso com todos os clientes, mas ele sempre parecia excessivamente feliz quando me via. 

Ele tirou a caixa de debaixo do balcão, como se fosse alguma coisa proibida. Se fosse alguma coisa ilegal, ele não poderia fazer mais segredo. Uma mulher gorda, que estava parada na frente da prateleira dos lançamentos, deu uma olhada atravessada. Pela cara dela, deveria estar achando que era um filme pornô. Deveria ser uma daquelas carolas religiosas, que passam os dias na igreja e de noite transam com a luz apagada. 

O filme não tinha nada de pecaminoso. Era só um filme velho que eu já tinha visto algumas vezes. Gente como a Gente, era o filme. Se a velha visse o “como” do título escrito na capa, iria provavelmente achar que ele queria dizer outra coisa. Quando uma pessoa tem a mente suja, tem a mente suja. Iria acabar lendo “Gente come Gente”, um pornô sem escrúpulos, ou um filme estranho sobre canibalismo. 

— Tive que mandar vir da filial — ele continuou, alheio aos meus pensamentos. 

— Obrigada, você é um anjo — agradeci, mas não conseguia lembrar o nome dele. 

Era Ilson? Wilson? Nilson? 

Tirei o dinheiro do bolso para pagar a locação, mas ele segurou a minha mão. 

— Por conta da casa, Amélie — falou e demorou um pouco mais para soltar minha mão do que precisava. Não que ele precisasse ter segurado em primeiro lugar. 

A cara da velha era de quem iria dizer “pouca vergonha”, ou qualquer coisa do gênero. Era bem aquele tipo de gente que não pode ver ninguém segurando a mão de outra pessoa sem ter segundas intenções. Ele tinha segundas intenções, claro. Quando é que homem não tem segundas, terceiras, quartas intenções? Pergunte ao Pedro. 

— Valeu, — congelei, como é que era mesmo o nome dele? Ortelino Troca-Letras? — Otis. Obrigada. 

Era a única pessoa no mundo que deveria se chamar Otis. Esse era o tipo de nome de pessoas que já nasceram velhas. Eu não conseguia imaginar uma criança chamada Otis. Quem era o pai que dava para o filho nome de elevador? 

Peguei o filme e guardei na bolsa. É claro que tratei de me mandar dali antes que ele inventasse que tinha direito de me convidar para qualquer coisa idiota e eu me sentisse na obrigação de aceitar porque ele havia me dado uma locação. 

Saí para a rua escura. Tinha noites em que a iluminação pública parecia não ser o bastante para iluminar tudo que deveria ser iluminado. Por sorte, eu estava apenas a duas quadras de casa. 

O vento mexia as folhas das árvores, fazendo as sombras dançarem. Quando as sombras mexiam daquele jeito, davam a impressão de que algumas coisas eram maiores. Já estava quase em casa, quando um cachorro fuçando no lixo me fez dar um pulo. Dei dois passos antes de perceber que não era um cachorro, mas um rato. Pelo tamanho deveria ser um rato mutante. Só deveria comer frango cheio de hormônio. Ou, talvez, fosse uma experiência genética que não tinha dado certo. 

Subi a escadinha da frente de casa correndo. Minha mão tremeu tanto que quase não consegui colocar a chave na fechadura. Pareceu uma eternidade antes que eu conseguisse entrar e fechar o rato-mutante-alienígena para fora, ou para qualquer mundo de onde ele houvesse vindo. 

Fiquei com as costas grudadas na porta por alguns segundos, só me mexendo para acender a luz do lado da porta. Nessas horas eu odiava chegar a uma casa vazia. Não havia ninguém que eu pudesse chamar para me socorrer de ratos, baratas e coisas nojentas. O Pedro só chegava pela meia noite, isso quando ele não parava em um bar e me chamavam para buscar ele de madrugada. Minha mãe era quem fazia isso, quando ela estava viva. Mais uma das heranças que ela tinha deixado para mim. Isso e um peito chato. 

Quando decidi que o rato não iria arrombar a porta atrás de mim, fui passeando pelo andar debaixo e acendendo as luzes. Tirei o filme da bolsa, antes de jogá-la no sofá da sala, e coloquei-o no aparelho. Deixei-o rodando enquanto ia para a cozinha esquentar as sobras do almoço no microondas. 

Eu alugava muitos filmes, mas não era tanto para assistir. Eu precisava de barulho em casa. Era algo parecido com o que eu fazia acendendo as luzes. Era para não sentir o silêncio e o fato de a casa estar vazia. 

O macarrão esquentado no microondas não esquentava por igual. Uma garfada parecia tremendamente quente e a outra fria de geladeira. Comi o macarrão frio-quente enquanto passeava pela sala. Acabei encostando-me no sofá debaixo da janela que dava para a rua. As aulas do colégio noturno ali perto deveriam ter terminado mais cedo. Havia vários grupinhos passando e falando alto. Uns rapazes estouravam bombinhas para assustar as meninas. 

Sorri, vendo uma das garotas pular como uma desesperada. Quase achei que ela houvesse visto o rato gigante. Se a saia dela não fosse tão justa, talvez tivesse levantado naquela hora. Talvez fosse exatamente isso que o rapaz quisesse. A menina tentou dar uns tapas fingidos no rapaz, que estava quase se contorcendo de tanto rir. 

Como eu estava olhando na direção deles, percebi quando passaram por algo que estava meio que escondido na sombra. Quase parecia um fantasma, um vulto no escuro. Primeiro achei que era um parente do ‘rato-mutante-do-espaço-sideral”. Quase dava para imaginar os olhos brilhando no escuro. Depois, percebi que era mesmo um homem. A garotada passou por ele sem dar uma olhada. Talvez fosse mesmo um fantasma, alguém que não existisse de verdade ali, fruto da minha imaginação. 

Só que ele saiu do lugar. Mancou e entrou em uma caminhonete que estava estacionada bem ali. Se eu conseguisse ver a placa, tinha certeza de que ela leria MEG. 

Era oficial. Eu tinha um perseguidor. 
Gostou? Então venha prestigiar a autora e adquirir em primeira mão o livro na Bienal:

JR estande 78 - JR78
dia 17 às 16:00 hrs
Editora MODO Tradicional 


Merry Meet!
Roxane Norris

Eu ♥ Promoções: Immortales!!





Olá amados!

Chegou a hora, como parceiros da autora, trouxemos esta promoção exclusiva para vocês!

Para participar, basta deixar um comentário no post e:

- Seguir o blog da autora: http://roxane-norris.blogspot.com.br/  e o nosso.

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Quanto mais twiitar, mas chances de ganhar! Vc twiita e vem aqui deixar mais um coments!

A promoção é válida até dia 31/08.

Boa sorte!

Eu ♥ Resenhas: O Legado entre Anjos e Vampiros

Nome da Obra: O Legado entre Anjos e Vampiros - Os Sagrados Apócrifos.
Autor: Jorge Luiz Nogueira.
Editora: Literata.
Edição: 1ª edição.
Ano: 2011.
Páginas: 254 páginas.


Tive, primeiramente, a felicidade de estar no lançamento do Jorge aqui no Rio de Janeiro. Um momento que tenho certeza o marcou muito, ele estava emocionado... E não é para menos, além da pessoa simpática que é, seu primeiro filhote veio para marcar essa nova geração de autores nacionais. Tenho que fazer um apart aqui que estamos, em termos gerais, vivendo um bom momento da literatura nacional. Não só de engrandecimento dentro do mercado, como também de visibilidade de autores que como o Jorge, estão iniciando sua carrerira.

Dentro dessa perspectiva, comecei a análise da obra, que já me chamou atenção pela belíssima capa do Douglas Eraldo. Logo no início de sua narrativa me deparo com uma das mais belas passagens de todo o livro que é a luta entre Darius e Calistor no Egito. A beleza desta cena, uma luta bem construída e edificada diante de nossos de leitores ávidos que nos deixa empolgados em devorar todas as páginas do livro de uma vez só... 

E nesse ponto, vem a maestria do Jorge, ele já nos capturou e tem uma trama incrível nas mãos; então o autor realmente começa a contar sua história, cheias de nuances e detalhes. Um leque extenso, que o livro de Enoque nos abana, em elementos que inultimente tentamos encaixar antes do autor e nos deparar com a verdade... Embora depois de ter em mãos a bela cena entre Catharynne e Lameque que me fez suspirar a primeira vez, por um ser das trevas... Todavia meu coração estava redondamente enganado de ter sucumbido ao nefelim... Foi quando me deparei com Leornard, que toma sangue com cachaça. Que me entoteceu com seu jeito de ser e suas palavras bem encaixada. Leonard é um lord perfeito. Vampiro, mas perfeito. Poderia ser melhor?     

Agora eu já tenho mais elementos para tecer minha resenha. E ele nos dá Germanius e Bento, uma cena de inquisição que eu juro que vi a fumaça epiralar pelas páginas do livro. São segredos, reviravoltas, mistérios e questionamentos. Alguns respondidos, outros ainda não... Mas por que eu teria pressa, se ainda me resta mais uma dose de Leonard?

Tenho ciência que não levanto falso testemunho quando afirmo que a forma de narrativa de Jorge se assemelha muito a de Dan Brown, claro e devidamente guardada proporções e realidades históricas em que trabalham seus textos. Penso que se Dan resolvesse escrever um texto de época, como o que se propõe o Jorge, teríamos em mãos uma semelhança mais verossímel.






Um livro que me prendeu, que eu recomendo... E que certamente também nos surpreenderá em sua continuação.

Deixo vocês com um taça nos lábios.

"Mais uma dose Laynne... Que eu acompanho Leonard dessa vez."

Merry Meet!

Roxane Norris

Coluna CNA: Adriana Vargas Aguiar

Olá Amores!!!

É com muito orgulho que venho falar de uma pessoa maravilhosa, que tive o prazer de conhecer e chamar de amiga. Que tem sonhos e devaneios como eu, que batalha por eles e que se empenha em construir algo que não só a dignifique.

Não nos tornamos grandes por sermos altruístas, mas porque as dimensões de nossas ações afetam muitas pessoas e nos fazem dignos de colhermos seus frutos e dividí-los parcialmente... É isso que penso; e foi por isso que aceitei o pedido de fazer parte do CNA - Clube de Novos Autores.

E, foi também por isso que resolvi iniciar minha coluna aqui, no blog, com a sua fundadora. Ninguém melhor para falar de um sonho, do que aquele que o viveu primeiro, Adriana Vargas Aguiar.

Para quem não a conhece, Dri é mãe, escritora, poetisa, advogada, agente literária, amiga, louca, sensível, enfim... Certamente ela ainda é muito mais coisas, mas isso você vai descobrir na entrevista que se segue:  










1 – Como você definiria Adriana Vargas Aguiar?

A.V: A Adriana é uma pessoa inquieta, insatisfeita, contradizendo a simplicidade que ela gosta de viver. Gosta de ter seu espaço; sente-se bem com a solidão, pois desta forma consegue estar o tempo todo em contato consiga mesma; precisa deste tempo, deste espaço para poder criar e cuidar daquilo que cria. Quase não sai de casa, pois prefere o aconchego da alcova a baladas sensacionais.  Amante da liberdade - é sempre guiada pelas decisões livres da razão – o coração é a chave do Universo. Muitas das vezes, um tanto tempestiva, gosta de percorrer os seus extremos e descobrir os seus limites. 

Não tem subterfúgio em seu modo de se expressar. Não vai agradar, não irá bajular. Se te ama, te quer todos os dias. Se não a agradou, você logo irá saber. 

Construiu para si, o mundo que gosta e quer viver. Não abandona as suas manias, nem tão pouco seus defeitos de estimação. Grita quando quer, chora onde estiver e daria sua vida pelas pessoas que ama.



2 – O CNA é um grupo que vem crescendo muito nos últimos anos – Graças a Deus – Cada vez mais revelando grandes talentos nacionais, o que é uma das suas propostas. Como você vê o CNA quando você criou para o que ele é agora? Missão cumprida ou ainda podemos esperar mais?

A.V: O CNA vem tomando forma, hoje caminha com suas próprias pernas. Foi um processo de muita luta; brigas homéricas para fazer com que os autores entendessem o objetivo do Clube. Muitos chegavam acreditando ser ali, seu ponto de descanso, após idas e vindas, batendo às portas das editoras, viam no CNA, a salvação de sua exclusão literária – enganavam-se! O Clube nunca foi e nunca será o esconderijo para quem quer descansar da luta. Estamos constantemente em busca de mais uma vitória; ainda precisará ser morto, um leão um por dia para ter seu livro em evidência. Estamos numa selva; num mundo desalmado de literatura e robotizado pela capitalização, não há tempo para ser perder com “mimimi”. Autor no Brasil é órfão literário, precisa escrever, divulgar e vender seu livro. No CNA, desde o ingresso, o autor é colocado diante desta realidade. 

Ainda não temos todas as missões cumpridas, pois ainda não fomos para a Bienal e nem abrimos a nossa própria editora. Ousadia é a ferramenta mais utilizada no Clube dos Novos Autores.



3 – Você é uma mulher ativa, cheia de sonhos e metas... E, bem, sua mente tá sempre trabalhando. Eu gostaria que nos mostrasse fora o CNA, um projeto concluído e um projeto futuro que considera essenciais para sua carreira.

A.V: Eu me considero uma pessoa muito abastada na vida. Tenho mil motivos para hoje dizer que sou uma mulher realizada; nem preciso dizer que meu trabalho, não é uma profissão, e sim, uma ideologia. Eu o faria mesmo sem ganhar nada por ele. Tinha o sonho de me formar em Direito para estudar Platão, e assim eu fiz, e foi maravilhoso; tenho todas as aulas de filosofia e IED e sociologia em minha mente; tesouros enterrados em minha alma, e sei, nunca ninguém conseguirá tirar de mim, porém, aqueles que quiserem, receberão por mim, o que aprendi nessas lições. Participei de inúmeros projetos sociais; fiz-me presente na sociedade que sou parte, em prol daquilo que acredito ser bom para mim e para o outro, cooperei como membro ativo de irmandades anônimas durante dez anos em minha vida, servindo a sociedade, todos os dias durante este período, mesmo que indiretamente, sem que ninguém precise saber como e qual era o meu encargo. Fui mãe e consegui em algum momento da minha vida, superar o medo de cuidar de outro ser; de amar e me doar, devido ao meu alto teor de egocentrismo vindo do kit de ser um escritor. Seguindo esta linha de raciocínio, eu amei alguns homens, e posso dizer que também fui amada, e que todos me deram aquilo que eu precisei de cada um. Fiz muitos amigos e ainda sinto pela primeira amizade que consegui fazer, aos seis anos de idade. 

Aproveitei os sabores de cada conquista – eu aprendi a sentir. 

Um projeto futuro, essencial para minha carreira, além do todos que tenho em relação ao CNA, darei início neste próximo final de semana. Estarei numa parte muito carente de minha cidade e lá, formaremos uma oficina de leitura e construção de texto para jovens e adultos que não tem acesso a livros, ou que tenha um sonho de escrever um livro algum dia em sua vida. Entre todas as pretensões, dar um livro ou ler um texto de quem não tem nem o que comer, será, com toda certeza, a experiência mais espetacular de minha vida, e quem sabe, não saia dali, um novo autor


4 – Além de sócia-fundadora do CNA, você também é mãe, agente literária, escritora... Como arruma tempo para isso tudo? É difícil achar uma sintonia?

A.V: Tudo em minha vida está interligado. Meus filhos são parte do que faço, me ajudam como podem, caminham ao meu lado. Eu não preciso sair do meu trajeto para fazer algo que preciso ou gosto, como eu disse, eu criei o meu mundo, e nele, está tudo que se atrai a ele, tudo preciso e amo.



5 – Sou suspeita de achar seus livros bons, mas de fato o são. Tem elementos neles que estão sempre mexendo com nossa alma, nos colocando em reflexão sobre nós mesmos. O que é para você ser escritora?   

A.V: Para mim, ser escritora é deixar sua alma se traduzir. Eu não posso escrever sobre aquilo que não tenho por dentro, seria pobre, vazio, sem vida; sem espontaneidade. Ser escritora para mim, é estar em comunhão comigo, com Deus e com aquilo que ainda não compreende, mas sinto, pois há muitos mistérios atrás das letras, do que simplesmente, aquilo que entendo como belo. Escrever é magia; é o avesso do criamos na trama. A fantasia existe no real, apenas está submersa em algum canto dentro de nós e espera a todo o momento por uma oportunidade de se revelar. A escrita não é, e nunca foi, pura imaginação – robôs não escrevem livros, isto sim, seria uma ficção.  



6 – Agora como profissional da MODO, o que faz de um escritor, um autor? Como você lida com os textos que recebe para analisar?

A.V: Escritor escreve qualquer redação. Um advogado é um escritor, ele estuda, adquire técnicas e monta sua peça processual. Escrivão é um escritor. Ele ouve, armazena as palavras e cumpre sua obrigação. Um aluno estudando a matéria de redação, é um escritor; ele precisa desenvolver aquele texto para passar daquela matéria. Notem! Em todos esses casos, existia a palavra – obrigação! Um autor não é obrigado a nada, ele apenas escreve o que sai de si, e no momento que quiser. Ele não precisa seguir um padrão ou modismo; ele não precisa escrever sobre determinado tema, porque este tema é a onda do momento, pois, a partir do momento que ele se prestar a este modismo, ele deixará de ser autor, estará buscando por uma aceitação, que virá como obrigação a cumprir para ser lido e vender seus livros. Um autor escreve mesmo que esta escrita seja apenas para ele ler; ele sempre escreverá, independentemente da situação que se encontre. 

Eu sempre digo que sou romancista de sangue e alma. Nada vai mudar este fator congênito. Porém, leio e aprovo originais da literatura fantástica, porque um bom autor, escreve o que ele ama.

Aprendi que quando se analisa um original, não deve se basear naquilo que você gostar de ler, para classificá-lo como bom ou ruim. Um analisador é imparcial e nada pode comprometer este fator.



7 – O que, na sua visão, falta ao mercado brasileiro; e, se dentro dela existir, o que nele já superou suas expectativas?

A.V: O que falta no mercado brasileiro é a consciência de que nós estamos diretamente ligados a arte da literatura. Não adianta sonhar com aquilo que não existe, se podemos fazer existir aquilo que precisamos – tem que vestir a camisa; valorizar o que se faz. Aí sempre vem alguém e reclama:

– Ah, mas ninguém me lê? Ninguém compra o meu livro. Eu sou autor nacional! Eu incentivo a literatura no país; eu divulgo os livros dos meus colegas. Coloco a capa dele em tudo lugar na internet; curto no facebook, mas e eu... Por que ninguém me lê?

Aí eu penso: bom... tem alguma coisa errada nessa história. Será que eu estou realmente preocupada com a ascensão literária em meu país? Será que eu compro e leio um livro nacional? Sim, porque eu quero ser lida, mas eu... será que eu leio alguém? Será que um americano vai à livraria comprar livros de autor brasileiro ou de autor conterrâneo? Será que é isso que eles transmitem a nós, e por este motivo, conseguimos enxergar o valor em sua literatura?

Eu só irei me dar por satisfeita, quando ver autor lendo outro autor.Sim, porque, eles gostam de serem lidos, mas quando fui fazer a ciranda da leitura no ano passado, muitos na hora de comprar o livro do colega, desistiram, só eles queriam ter seus livros comprados, lidos e resenhados, aí eu me pergunto – autor que ser escritor como profissão? Só me darei por satisfeita, quando perceber blog nacional, comprando livro nacional ao invés de querer ganhar.



8 – Com qual de suas obras você mais de identifica? Dá uma palhinha delas para a gente...

A.V: Eu me identifico com O voo da estirpe, porque me salvou do caos em todos os sentidos.

- Voo da estirpe – Um romance moderno, viscerante e hot, à cerca de um casal delicioso, quase real.

- O Oitavo Pecado – O tema é fantasia mitológica, Neste misterioso lugar, onde tudo é magia, Henaph consegue transitar até o momento da verdade final, entre o amor de Hermes e Minos.

- O segredo de Eva – Um passeio no interior de Eva, que possui uma paixão proibida e um segredo que jamais revelou.



9 – Rapidinhas:

- Um ano: 2011

- Uma música: Somethig, The Beatles

- Um medo: perder um filho

- Uma alegria: um novo livro

- Uma frase: "O que se deseja é sempre mais valioso do que o que se alcança."



10 – Podemos esperar mais da Adriana daqui para frente, tenho certeza, mas alguma coisa que devemos ficar de olho? Deixa um recado para seu público.  

A.V: Vemo-nos no próximo livro – Vozes do destino...








Podemos conhecer mais a autora através de seus livros: "O Oitavo Pecado", "Vôo de Estirpe" e "O Segredo de Eva"; todos publicados pela MODO Editora.


E, como a Adriana não pára, nós também não paramos. O que os autores do CNA pensam desse sonho que ela edificou?


"Vou ser bem sincera, esse é o primeiro livro que escrevo. Quando recebi o primeiro contato dizendo que haviam recebido meu original e iriam analisar, eu não me animei muito, baseada em experiências de amigos e conhecidos que tentam publicar a anos e acabam recebendo respostas negativas. Quando a resposta veio, para minha surpresa não era uma negativa, eles solicitavam que eu fizesse algumas alterações para viabilizar a publicação, perguntei se poderiam me orientar em relação as modificações e “ quase cai dura” quando a Adriana Vargas Aguiar ligou pessoalmente e conversou comigo sobre o meu livro. A Adriana foi muito simpática e atenciosa, e o melhor, me contou que havia lido e gostado do livro! Não consigo descrever em palavras a felicidade que senti, foi um reconhecimento inesperado que nunca mais vou esquecer! O CNA para mim é uma grande família onde todos caminham juntos com um objetivo em comum, ajudando uns aos outros, nos incentivando e encorajando para tornarmos os nossos sonhos realidade! Tenho muito orgulho de fazer parte desse clube formado por pessoa tão talentosas, cada um com seu estilo e personalidade tem muito a acrescentar ao grupo! E a literatura nacional só tem a ganhar com isso!" - Fabiana Cardoso, membro do CNA e autora de "ADQS".




"Entrei para o CNA através da Editora Modo.  Porém, meu encontro com a Modo só aconteceu por causa do trabalho da Adriana com o Clube dos Novos Autores.

Paula Vendramini e eu passamos 2011 inteiro na missão de mandarmos nossos originais para editoras que os aceitassem via on-line. Como estávamos em dezembro sem nenhum resultado, nossos planos era começar a custosa jornada do original impresso. Entretanto, aconteceu de a Paula ficar sabendo da Adriana e o CNA, e logo depois sobre a Modo. Então, no finalzinho de 2011, recebemos o sim da editora.

Escrever e ter coragem de ir atrás do sonho de se escritor é uma das montanhas que temos que atravessar nesse caminho. Mas, existem várias outras depois, muito maiores, mais desafiadoras e por vezes apavorantes. Ninguém consegue seguir sozinho. Um apoio, mesmo que seja alguém que aponte uma direção, faz toda a diferença. A Adriana faz um trabalho de acender fósforos em meio à escuridão, orientando novos escritores ao mesmo tempo em que ela própria anda. Ela assumiu o papel de fada madrinha dos escritores brasileiros quando percebeu que só através de ajudas assim algo poderia acontecer. Talvez não vejamos o resultado disso agora, amanhã ou ano que vem. Mas tenho certeza que o trabalho do CNA já começou e fará muita diferença no panorama da Literatura Nacional. Por ver e acreditar nesse horizonte, disponho um tempo da minha vida em que poderia estar exclusivamente dando atenção para os meus livros para ajudar o Clube: mais do que o sonho de uma pessoa, ele é uma bandeira por um Brasil de autores e leitores. Se não começarmos agora, nós unindo e lutando para que haja um reconhecimento, quem e quando irá?" - Lhaisa Andria, membro do CNA e autora de "Almakia vol.1 - A vilashi e os Dragões".
Onde encontrar a autora: http://laproom.wordpress.com/



"Minha entrada no CNA se deu a partir do momento em que recebi uma resposta positiva por parte da Modo editora para a publicação de O Reino de Mira. Fiquei bastante feliz, aliás, acredito que feliz ainda é uma palavra que não expressaria o meu contentamento real. Era uma avalanche de notícias positivas que se seguiam após o "sim" para o primeiro livro solo. 
Minhas expectativas para o grupo passaram a se formar e gostei muito de ter tido e mantido o contato com todos os autores do mesmo, permitindo nossa troca de figurinhas e de experiências. Acredito que é uma interação única e bastante simbólica. Sem dúvidas uma ideia grandiosa que a Adriana teve.
Enxergo na Adriana uma mulher batalhadora e também sonhadora que se supera a cada dia que se passa e sempre demonstra garra para alcançar os objetivos propostos a ela. Vejo nela um exemplo de superação que merece ser seguido. 
Estou muito feliz em tê-la como coordenadora do grupo como também agente literária da Modo, e sei que ela irá muito mais adiante." - Mateus Lins, membro do CNA e autor de "O reino de Mirra".
Onde encontrar o autor: Curioso Inovador




Alguns links relativos à matéria:


Site da Editora (onde podem adquirir livros e ver as novidades):  MODO Editora

Facebook da Adriana Vargas Aguiar: http://www.facebook.com/adrianavargas.ocadv 


Eu gostaria de agradecer a todos que participaram desse primeiro post da coluna CNA, desejando que seja o primeiro de muitos nesse nosso relacionamento!

Merry Meet!

Roxane Norris

Eu ♥ Capas: Capa das Crônicas




Meu maior orgulho, um trabalho que foi realizado com carinho, com a adesão de vários autores fofos! Àqueles que não foram selecionados, eu afirmo que teremos ainda duas oportunidades esse ano para que sejam, e de coração, espero que ainda se sintam em casa! A APED manifesta sua gratidão por terem honrado nosso concurso com seus textos!

Aos que foram escolhidos, meus parabéns! 

Essa é uma obra de todos! Feita para todos! E por isso venho dividir cada pedacinho dela aqui! Autores APED muito bem vindos! 

Quando começamos, éramos apenas um grão, hoje somos uma família! 

Beijos bem grandes em todos!

Roxane Norris

Eu ♥ Momentos Literários: Evento Chick-Lit

Nesse último final de semana, rolou um evento bem feminino, apesar de contar com vários homens presentes, divulgando a literatura voltada para nós mulheres - o gênero Chick Lit. 

"Chick lit é um gênero ficção dentro da ficção feminina, que aborda as questões das mulheres modernas. Chick-Lits são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa" - sugere a Wikipédia.

Todavia, dentro desse domínio, encontramos várias nuances que vão estar sempre nos remetendo ao gênero Chick Lit. Aqui no Brasil, é uma vertente literára que começa a tomar forma e ganhar o gosto dos leitores, trazendona bagagem muitos nomes nacionais, e é justamente aí que o evento atuou: expondo o que temos de melhor em nosso país.

Se Mariam Keyes - autora de Watermelon (Melância), Angels (Los Angeles), Tem alguém aí? (Anybody out there?) entre outros - é a autora mais vendida do gênero, não ficamos a dever nada com tudo que nos foi presenteado pelo autor, editor e - por que não - incentivador/fomentador Roberto Laaf.

Já havia falado, visto suas propostas, mas nunca tinha estado com Laaf - e se ele já não para quieto por e-mail, imaginem só ao vivo e a cores - e foi tudo muito rápido para mim, mas incrivelmente gostoso e um aprendizado intenso em poucas horas. Na literatura, assim como na vida nossa de cada dia, tudo flui muito rápido.

Os autores convidados estavam á vontade, assim como seus convidados. Eram eles:

Babi Dewet - autora de Sábado á Noite

Camille Thomaz - autora de Imaginário Feminino

Luis Eduardo Matta - autor de As Bem Resolvidas

Tammy  Luciano - autora de Garota Replay

Todos pudemos trocar experiências, saber mais um pouco da carreira de cada autor e participar de diversos entretenimentos fomentados pelo Ponto do Autor.

É nesse momento que penso o quanto é gratificante ter estado com todas essas pessoas fantásticas, compartilhando a felicidade de ser autora nacional! Ainda estavam lá nomes como: André Siqueira - designer do EraEclipse; Bia Carvalho - autora de Jardim de Escuridão; Lycia do Rego Barros - A Garota do Outro lado da Rua.

Esse é o tipo de evento que prestigia não só o autor, mas o leitor também, aproximando-os. 

Parabéns a todos! Agradecimentos especiais ás blogueiras mirins - Mariana Barbosa e Duda Oliveira - que foram um presente á parte!



Galeria de Fotos:



  
As Bem Resolvidas - Luís Eduardo Matta

Imaginário Feminino - Camille Thomaz

  
Lycia Rego e Roxane Norris

Camille Thomaz autografando Imaginário Feminino


Babi Dewet, Camille Thomaz, Tammy Luciano e Lycia Rego

 Lycia Rego e Bia Carvalho



Luís Eduardo Matta


Babi Dewet

Autógrafos - André Siqueira (Camisa Listrada)

Camille Thomaz e Roberto Laaf


 Thammy Luciano autografando Garota Replay


Camille Thomaz falando de seu livro 

 Debate dos autores


 Ganhadora do Desfile e seus prêmios

ValériaAraújo representada por seu livro

Luís  Eduardo Matta

Convidados

 Duda, Mariana, Babi dewet e Tammy Luciano

Desfile

 Público na Nobel Recreio Shopping

Lycia Barros e Isabela Lima

 Público na Nobel Recreio Shopping

Tammy Luciano

Duda, Mariana e Babi Dewet

Roberto Laaf e Roxane Norris

Mariana, Roxane Norris e Duda

Roxane Norris e Camille Thomaz


Merry Meet, divos!!


Roxane Norris
 
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