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Eu ♥ Novidades: The Cuckoo's Calling tem editora no Brasil.
Marcadores: Editora Rocco, Eu ♥ Novidades, J.K. Rowling
Salve,
salve!
E
então galera, como vão vocês? Hoje não tem mestres e nem resenha – vim falar da
novidade que estremeceu os alicerces da literatura mundo afora. O jornal The
Sunday Times anunciou nesse domingo que o romance de estreia do desconhecido
Roberth Galbraith era, na verdade, de autoria de ninguém menos que a britânica
J. K. Rowling, que, como todo bom leitor bem sabe, é a autora do estilo de vida
Harry Potter (Harry Potter não é apenas mais uma saga literária; é uma
filosofia existencial). É.
Depois
dessa revelação, em menos de 24 horas o livro intitulado The Cuckoo’s Calling, lançado pela editora Little, Brown Book Group em abril desse ano, atingiu o topo do
ranking de best-sellers da Amazon, enquanto no sábado (um dia antes da notícia
vir à tona) apenas 1.500 exemplares haviam sido vendidos no Reino Unido. O
romance conta a história de um veterano de guerra que, agindo como detetive
particular, investiga o suicídio de uma modelo que morreu ao saltar de uma
sacada, em Londres.
Em
entrevista, J. K. afirmou que esperava que o anonimato e a identidade de
Roberth durassem mais, além de dizer que publicar um livro sob o pseudônimo foi
uma experiência libertadora e maravilhosa.
“Esperava manter o segredo por mais tempo. Ser Robert Galbraith foi libertador”, disse Rowling. “Foi maravilhoso publicar sem expectativa do público, pelo puro prazer de ler comentários sob outro nome.”
Convenhamos que é
fácil compreender o sentimento da autora, uma vez que o lançamento de Morte
Súbita (The Casual Vacancy) foi cercado por especulações e
expectativas, além de ter gerado centenas de comparações e críticas ao trabalho
de J. K, geralmente relacionadas a saga Harry Potter. Não é de se admirar que a
escritora tenha desejado um lançamento sem tanta “pressão”, embora o livro
tenha recebido críticas muito boas antes mesmo que sua verdadeira autoria fosse
relevada.
Para quem não sabe,
a façanha de Rowling foi descoberta por um docente da Universidade de Oxford –
segundo a BBC. O professor Peter Millican cruzou o texto de “The Cuckoo’s
Calling” com “Harry Potter e as Relíquias da Morte” e “Morte Súbita”. As
semelhanças de escrita não deixaram dúvidas quanto à verdadeira autora da obra.
Agora,
a novidade.
Para a
nossa felicidade, a obra já tem editora no Brasil!
A
Rocco é a detentora dos direitos de publicação de The Cuckoo’s Calling por aqui, desde antes do anúncio de que
Rowling seria a verdadeira identidade por trás de Roberth Galbraith. A
informação é de Raquel Cozer, da Folha de São Paulo. A editora ainda não se
manifestou sobre o assunto e, segundo informações, afirmou que tampouco o faria
– por motivos desconhecidos por todos nós.
The
Cuckoo’s Calling é o primeiro volume de uma série que deve ter seu sucessor
lançado em 2014.
The Cuckoos's CallingAutor: Robert Galbraith (J.K Rowling)
Sinopse: Depois de perder sua perna em uma mina no Afeganistão, Cormoran Strike está apenas tocando sua vida como investigador privado. Strike conseguiu um cliente e os credores o estão chamando. Ele também terminou com sua namorada de longo prazo e está vivendo em seu escritório. Então, John Bristow passa por sua porta com uma história impressionante: Sua irmã, a lendária modelo Lula Landry, conhecida por seus amigos como Cuckoo, notoriamente havia morrido alguns meses atrás. A policia julgou como suicídio, mas John se recusa a acreditar nisto. O caso liga Strike com o mundo dos belos milionários, namorados rockstars e designers desesperados e isso o introduziu a todas as mais diferentes formas de prazer, tentação, sedução e ilusões que o homem conhece. Você pode pensar que conhece detetives, mas você nunca conheceu um como Strike. Você pode pensar que conhece ricos e famosos, mas você nunca os viu sob uma investigação como essa.
Na
minha humilde opinião, por mais legal que seja ter o livro lançado aqui no
Brasil, me chateia um pouco que a Rocco seja a editora e não a Nova Fronteira,
que lançou Morte Súbita. Absolutamente nada contra a Rocco – que publicou a
saga Harry Potter – mas confesso que não é minha editora favorita, não.
Sou o
tipo de leitora que analisa não somente o conteúdo de um livro, mas todo o
processo que envolve sua fabricação. Qualidade das páginas, brochura,
encadernação, trabalho de capa, detalhes como relevos, profundidade,
texturização...
Harry
Potter é uma saga fantástica e sempre será a minha favorita (porque sim, sou
uma Potterhead fanática até o fim. Always), mas o trabalho de edição não é dos
melhores. Basta comparar com as versões britânicas ou norte-americanas. E não é
“americanização” da minha parte não, galera. Tem muitas editoras fantásticas no
Brasil que fazem um trabalho tão bom – senão superior – ao das editoras
estrangeiras. A Cia. De Letras (O Mundo de Sofia), por exemplo, é uma editora
que sempre me enche os olhos. Não indo longe, acho o trabalho da editora Galera
Record em Assassin’s Creed absolutamente impecável (vou falar sobre isso com
mais profundidade na resenha do livro). E para os rpgistas que acessam o blog,
a não-tão-conhecida fora do meio, DEVIR, que publica no Brasil os livros lançados pela
editora White Wolf, cujo gênero pode até não agradar a todos os gostos, mas
ninguém pode desmerecer o trabalho fantástico de edição que eles fazem – eu
tenho O Livro de NOD e ele é
absolutamente lindo, além de já ter tido a
oportunidade de conhecer outros exemplares da editora, que também são de uma
qualidade ímpar.
O
caso é que o trabalho de edição de Harry Potter não se compara ao feito lá fora,
nem a alguns feitos por aqui mesmo. E sinceramente, não para por aí. Enquanto pesquisava sobre o assunto, eu vi que minha
opinião (assim como a da Estefânia e da
Carine, da staff do blog) é compartilhada por vários outros
leitores. O que mais percebi foram comentários na mesma linha de receio quanto a edição do livro. Ou
seja... Pois é.
Mas...
Agora é enxergar o lado bom. Vai ser lançado por aqui, então logo teremos mais
uma obra da eterna rainha da fantasia! É aguardar para ver! Fiquem ligados no
blog e na fanpage para mais novidades!
Um beijo da heavy e boas
leituras!
Eu ♥ Resenhas (Colaboradores): Brida
Marcadores: Editora Rocco, Eu ♥ Resenhas, Paulo Coelho, Roxane NorrisTítulo Original: Brida
Autor: Paulo Coelho
Editora: Rocco
Lançamento: 1990
Número de Páginas: 286
Um bom livro. Embora mostre muitos princípios da Wicca, só não retrata a mesma fielmente pela crença no Deus Cristão, e não nos Deuses Wiccanos. A abordagem sobre todo contexto do mundo é ótima.
Brida resolve querer aprender magia. Para isso ela vai em busca de um Mago nas montanhas, e ele lhe apresenta a Tradição do Sol, embora mencione também a existência da Tradição da Lua. Basicamente os ensinamentos do Sol vem através da prática, e a da Lua através do tempo (leitura, transes)
A primeira tarefa passada a Brida é difícil, o que faz com que a mesma (sempre indecisa) rume em busca de um modo mais fácil. Com o livreiro da 'livraria esotérica' a qual sempre frequentava, ela consegue o telefone de uma Mestra na Tradição da Lua. E então Brida parece encontrar seu caminho.
Entretanto, tenho duas pequenas críticas a fazer:
A primeira é vista em todo contexto do livro, o que por vezes me deixava um pouco irritada pela falta de consideração de Brida, então, a primeira é a confusão sentimental que a protagonista parece sentir até a penúltima página do livro. O que, para se encerrar, precisou de uma 'ajudinha', digamos.
A segunda é sobre o nome da mestra de Brida ser 'Wicca'. Porque WTF Wicca?! Wicca não é nome de gente. É nome de religião, culto, seja lá o que for. Extremamente sem sentido.
Fica a dica: O livro é todo o caminho de Brida até a sua entrada oficial no mundo das feiticeiras. Talvez os que não tenham um interesse por esse ramo não passem da página 60, visto que o livro só faz referências a isso e a infantil paixonite de Brida que reveza entre o mago e o namorado dela. Então, se não se interessa pelo ramo da magia, e não tem paciência para típicos romances adolescentes? Não leia. ;)
Resenha feita por Tainá Antunes
Divos! Devido ao fato de Fevereiro ter sido curto e estar envolvida no processo de recepcionamento das crônicas do concurso com a APED, eu não pude postar as resenhas que recebi em tempo hábil para haver um vencedor em fevereiro. Por isso irei ampliar o prazo para sorteio até o final desse mês, ok? Essa não é uma promoção cumulativa, ou seja, receberei resenhas até dia 29/03 para participar deste período da promoção! Podem continuar enviando suas resenhas! Quanto mais votos tiver, mais chances de ganhar, é sair divulgando seu trabalho e escrevendo bem para que seus amigos se sintam encorajados a votar em algo que acreditem.
E, você leitor-votante, para seu voto ser validado, deve ser seguidor do blog, ok? Para votar é fácil, basta comentar nesse post!
E, você leitor-votante, para seu voto ser validado, deve ser seguidor do blog, ok? Para votar é fácil, basta comentar nesse post!
Merry Meet!
Roxane Norris
Eu ♥ Resenhas: Crônicas do Mundo Emerso – A Garota da Terra do Vento.
Marcadores: Editora Rocco, Fantasia Medieval, Licia Troisi, Literatura Estrangeira, Literatura Fantástica, Muito Bom
Título Original: "Nihal della terra del vento".
Autor: Licia Troisi.
Ano: 2005.
Número de Páginas: 318.
Editora: Rocco.
Edição: 1ª Edição.
Tradução: Mario Fondelli.
Trilogia: 1 de 3.
Este
é o primeiro livro de uma trilogia que realmente vale à pena. Está
historia (pra variar) se passa em um mundo de fantasia medieval dividido
em terras, tais como a Terra do Vento. Os reinos do mundo emerso estão
em guerra com a Grande Terra que é à base de um déspota conhecido apenas
como Tirano.
O livro é de simples leitura, mas se torna complexo à medida que conhecemos mais desse mundo que não tem nenhuma novidade para os leitores de fantasia medieval, é mais do mesmo, porém muito bem utilizado. Dragões, Guerras, Espadas, Guerreiros, Reis, Rainhas, Gnomos, Fadas, Intriga e magos.
Começamos nossa jornada com Nihal menina branca de cabelos azuis, olhos lilases e de uma raça lendária e a pouco perdida. Filha adotiva do maior ferreiro de todo o Mundo Emerso recebe do pai Livon uma espada de cristal negro, o mais resistente de todos os materiais.
Nihal cresce numa torre a habitação típica da Terra do Vento, cercada por garotos e seus duelos particulares ela sonha em se tornar um guerreiro. E apesar de todos lhe dizerem que meninas não podem ser, encontra em uma briga o rapaz que seria seu maior companheiro nesta jornada para encontrar acima de tudo a si própria.
Porém, antes que possa entender o que forma sua mente e seu coração a guerra chega até a terra do vento e o Tirano tira toda a sua vida transformando-a em uma pessoa fria e em busca de vingança.
Esse é o cenário das Crônicas do Mundo Emerso, um mundo inteiro prestes a sucumbir aos desejos de um único e poderoso ser, detentor das magias mais poderosas e de poderosas criaturas das trevas (bem ao estilo Sauron).
A historia diferencia-se das demais fantasias por focar no amadurecimento de Nihal que começa como uma simples garota em busca de vingança e culmina na sua transformação em soldado e posteriormente em guerreiro como havia sonhado outrora.
Este caminho, no entanto não é como ela imaginara, pelo contrario, é tortuoso e difícil, mas no caminho ela encontra muitos aliados e até um verdadeiro mestre para chamar de seu. A adição de personagens é brusca e até certo ponto atabalhoada, mas se acostume, lendo os próximos livros você vai ver que está é uma característica da autora italiana Licia Troisi.
Apesar dos pesares este é um livro que vale a pena ser lido, é uma emocionante aventura digna de sessão da tarde e um livro brilhante, mesmo com suas limitações. Se um dia ele virar filme vai ser melhor que muita fantasia meia boca que temos aí disponíveis.
Recomendadíssimo, li a trilogia inteira e digo que podem ler sem se preocupar a série é muito legal. E por ultimo uma informação valida, existe uma segunda trilogia chamada Guerra do Mundo Emerso, mas está fica para outra hora.
Até mais pessoinhas e boa leitura.
Eu ♥ Tapa na Cara
Marcadores: Editora Rocco, Eu♥Tapa na CaraQuem aqui já levou um tapa na cara? Tem gente que sim e gente que não. Normal! Alguns têm mais sorte que os outros. O tapa na cara é similar a um balde de água fria, um despertador com som de galo histérico bem no seu ouvido e etc. Entendeu o ponto? Não? Pois bem, simples: essa merda dói, desperta, incomoda.
Por essas três definições, eu estou criando o "Tapa na Cara", que é basicamente uma categoria do blog onde eu vou postar o que eu realmente penso sobre o mundo literário. Todo mundo sabe que eu não sei falar sem colocar um palavrão no meio, então, prepare-se para se sentir ofendido. Se quiser reclamar, me liga.
Vocês já devem ter ouvido falar da Editora Rocco, né? Quem nunca ouviu? Ninguém.
Eu ♥ Resenhas: Mundo Sem Fim
Marcadores: Bom, Editora Rocco, Idade Média, Ken Follet, Pilares da TerraTitulo Original: World Without End.
Avisos: Este livro faz referência a violência e sexo.
Autor: Ken Follet.
Ano: 2007.
Editora: Rocco.
Numero de Páginas: 941.
Como diz a indicação na contra capa, este livro já nasceu Clássico. Mas morreu como tal?
Mundo Sem Fim é um romance histórico do maravilhoso escritor Inglês Ken Follet. O livro Medieval foi lançado em 2007 sob grande expectativa dos Fãs de Follet e por uma razão justíssima.
Este romance se passa em 1327 e é uma continuação do livro de maior sucesso do inglês, o também medieval Pilares da Terra I e II. Livros estes fantásticos para os amantes da literatura Medieval e Clássico Boníssimo para os demais.
Cercado por está grande expectativa de escrever a seqüência do seu livro de maior sucesso, Follet acabou por escrever um livro pela metade.
O livro inicia-se com quatro protagonistas: Merthin, Ralph, Gwenda e Caris. Estes quatro ainda crianças acabam testemunhando a luta entre soldados da rainha e um cavaleiro fugitivo. Este cavaleiro, chamado Thomas guarda um grande segredo, portanto foge de todo o poder da realeza, por fim esconde uma carta chave e pede a Merthin que quando morrer o menino deve entregá-la a um padre.
A partir daqui, a trama começa a andar de fato e tem no início dois pontos cruciais para o não fracasso total do romance. Ken Follet tem uma das formas mais maravilhosas e naturais de narrar suas historias. Sua calma que o impede (ao menos nos romances medievais) de dar um ritmo veloz lhe compete uma historia envolvente, estável e, sobretudo, real.
Já o seu segundo ponto positivo é como ele nos apresenta está época tão interessante da humanidade. Ao contrario de TODOS os outros livros que falam da idade média ou fantástica idade média que já li, tais como: Ivanhoé, Crônicas do Mundo Emerso, A Guerra dos Tronos, O Arqueiro, Entre outros. Ao contrario de todos eles, Ken Follet não foca em Guerras, Cavaleiros, Honra Cavalheiresca, Reis, Rainhas, Torneios, Espadas brilhantes, Pilhagem, Nobreza e Brasões. Apesar de tudo isso fazer parte da trama, o foco é a verdadeira vida medieval.
Tanto que dos quatro personagens principais, apenas Ralph tem algum contato com a Nobreza, sendo está sua obsessão. Já Merthin é um aprendiz de construtor, Gwenda uma Camponesa e Caris, filha de um mercador rico.
Eles passam suas vidas em KingsBridge, um priorado conhecido por sua Catedral com aproximadamente duzentos anos. E se Pilares da Terra demonstra como um Prior, espécie de prefeito, pode levar o lugar à ascensão material e espiritual, Mundo Sem Fim demonstra o contrario.
O Priores de KingsBridge são ultra ortodoxos e impedem muitas vezes que a cidade prospere e é missão dos mercadores lutar contra está tirania. Como? Com jogos de interesse, planos meticulosos e uma discreta batalha de influencia.
Até certo ponto a historia vai melhorando sucessivamente e somos surpreendidos com elementos realmente muito bons.:Há a peste negra e a inquisição; Uma igreja real, portanto cruel e mesquinha, se insinua na ignorância do povo e faz por ali seus maiores estragos mantendo todos cegos e ignorantes.
Merthin cresce neste ambiente político e torna-se o mais notável construtor, Ralfh torna-se pajem e mais tarde vai a Guerra dos Cem anos. Gwenda é quase que esquecida por Follet e tem uma historia capenga e pobre, podendo até ser excluída do livro. E, por ultimo, Caris que tem o verdadeiro protagonismo durante toda a peste negra.
O problema é que, com tantos elementos interessantes, Ken Follet não consegue vencer aquela fase do “Tá quase lá”. O tempo todo eu esperei o momento em que perderia o fôlego e a historia deslanchasse de vez. E por mais que isso estivesse próximo a acontecer, o livro segue e não acontece, deixando um grande vazio decepcionante.
O Final do livro é ainda mais decepcionante. O Autor claramente perde o interesse pela historia e começa a deixar grandes lacunas e espaçar cada vez mais as ações. Os personagens envelhecem mais de dez anos e tomam atitudes primordiais para a trama em menos de meio capitulo.
E para finalizar a lambança, a carta misteriosa de Thomas, que muitas vezes é esquecida na trama e em outros momentos é reativada como principal motivador, mostra-se uma verdadeira “merda”: Sem graça, sem sal, sem real utilidade e broxante.
A trama tem vários pontos inexplorados e esquecidos, tem personagens vazios durante tempo demais e personagens importantes por tempo de menos. É extremamente irritante você perceber que a trama é boa, apenas não foi explorada. Por quê? Por desmazelo, preguiça, cansaço, não sei ao certo.
Sei que o Sr. Ken Follet merece respeito com sua bela historia, mas para mim ,a partir do momento em que você publica um livro a historia passa a ser dos fãs e não apenas do autor. Eu, como um grande fã de Follet e como “dono” de Mundo Sem Fim cravo que este é um conto pela metade.
E, por assim ser, ele merece metade da nota que eu gostaria de dar. Então, um quatro fica de ótimo tamanho.
E vale dizer, aqueles que quiserem ler Follet, comecem pelo magnífico Pilares da Terra e deixem Mundo Sem Fim para um tarde vazia.
Obrigado!
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