Coluna CNA: A Profecia de Hedhen

Nascida em Fortaleza, no Ceará, licenciada em História, a autora Cristina Aguiar, escreve desde criança. Suas primeiras tentativas consistiam em tentar recriar diálogos de filmes que gostava. Depois, passou a criar histórias próprias tentando dar continuidade a esses filmes. Aos dezessete anos já se aventurava a fazer esboços na procura de uma história ideal. Acumulou vários cadernos com fragmentos de textos que nunca foram para frente. Viajantes foi o primeiro livro que conseguiu terminar, mas acabou encostando-o na gaveta, apesar da opinião favorável daqueles que o leram. Aconteceu o mesmo com A Tenda Peregrina, um romance juvenil sobre um grupo de jovens arqueólogos que parte em busca de um artefato bíblico. Quanto ao livro A Profecia de Hedhen, foi um sonho realizado. Ele é a soma de várias experiências que deram certo e o início de uma saga cujo terceiro volume já está sendo escrito.











SINOPSE:

 

     Os Tronos eram forças que reinavam nos dias antigos com o título de “Luminares”, e através deles, a luz era derramada por todos os povos, espalhando sua sabedoria, justiça e paz. Mas as trevas, infelizmente, começaram a entrar naquele mundo e corromper os corações. Os Tronos foram enfraquecendo, e para manter a esperança eles criaram a Profecia, antes que sua luz fosse apagada de vez. A Profecia falava do retorno dos Tronos em dias futuros, onde este já seria dominado pelas trevas. Os três sinais dos “Luminares” estariam marcados nos corpos daqueles destinados a receber essa luz ancestral e poderosa. Dos três, um deveria assegurar o cumprimento dessa Profecia, sem se importar com as conseqüências; o outro deveria sacrificar a própria vida em troca da vitória; apenas um permaneceria oculto para sua própria segurança, pois em suas mãos repousaria o Cetro de Luz, símbolo dos antigos Tronos.
      Será que essas três pessoas, portadoras dos poderosos sinais, teriam forças para lutar contra o mal e trazer de volta a sabedoria, justiça e paz dos dias antigos?

DADOS SOBRE A OBRA:

 

     O livro é ambientado em um fictício mundo matriarcal, onde homens e mulheres vivem de forma igualitária, exercendo as mesmas funções. A discussão religiosa que engloba a rivalidade entre a deusa que exige sacrifícios e o Pai-Criador, é um ponto importante que ajuda a ilustrar o enredo. Sem a intenção de criar um debate teológico, esse fato vem apenas complementar o cenário épico próprio de um mundo fantástico onde se desenvolve uma luta eterna do Bem contra o Mal.
     É, por fim, uma história épica, onde a presença da “mulher guerreira” é constante.
A autora estará autografando esse sucesso no stand JR78 no sábado 19/08
às 19:00 hrs
 

Não percam, essa Bienal vai dar o que falar!

Beijokas
Roxane Norris




2 comentários:

Alice Aguiar disse...

opa parece ser um livro legal viu :)

Blog - Eu Amo Livros disse...

Também achei, hahahaha, bem vinda ao Eu<3Livros :)

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