Coluna CNA: Lhaisa Andria









SINOPSE


Em um mundo onde existem pessoas com capacidades extraordinárias vivendo em uma sociedade abastada e preconceituosa, desde pequena Garo-lin foi uma garota deslocada: uma vilashi frequentando o exclusivo Instituto de Almaki Dul’Maojin. Mesmo sendo tratada como uma simples e inevitável pedra no caminho dos orgulhosos almakins, engole todo o seu senso de justiça, tendo por único objetivo terminar sua educação e voltar para sua vila. Porém, devido a um incidente, ela se vê presa pelas circunstâncias e, dali por diante, todo o seu destino está nas mãos dos temidos Dragões de Almakia.







Personagens

 

 


Garo-lin Colinpis: vinda do povo vilashi, um grupo de descendentes de imigrantes rejeitados e ignorados dentro do Domínio de Almakia, descobre ser capaz de usar almaki de fogo quando pequena. Aos doze anos recebe a permissão da Sociedade Almakin para frequentar o Instituto Almaki Dul’Maojin e aprender a ser uma manejadora sem representar perigo para todos. Tendo crescido de forma livre no Vale Interior, ao estar presa pelos Portões Negros em meio à ostentação dos almakins, precisa conter seu senso de justiça diante da ditadura estabelecida pelos Dragões de Almakia.




Kidari Chanboni: aluna estrangeira vinda do reino de Kodo, a primeira fora dos Domínios de Almakia a demonstrar ter almaki. Além do fato já surpreendente de vir de fora, a kodorin entra para o Instituto Dul’Maojin no quinto ano mesmo não tendo noção alguma sobre como manejar seu almaki de raio. Da mesma forma que Garo-lin, se torna uma excluída entre os alunos, e esse fato em comum faz com as duas sejam amigas.







 Krission Dul’Maojin: herdeiro e Guardião do Segredo do Família de Fogo, além de ser o Líder dos Dragões de Almakia. Por ser o maior representante da Sociedade Almaki dentro do Instituto Dul’Maojin, ninguém contraria suas decisões, e ele tem liberdade para comandar tudo o que está dentro dos Portões Negros como se fosse uma prévia do que será seu futuro em Almakia.






 Vinshu Zawhart: herdeiro e Guardião do Segredo da Família de Raio. Apesar de ser o mais inteligente dos Dragões, mantêm a postura rígida e as certezas do meio de rivalidades em que vive. Pode manejar almaki de raio para cura, o que o deixa atrás apenas do herdeiro Dul’Maojin em questão de importância como Dragão de Almakia, e por isso assume a liderança dos Dragões na ausência do Krission.







Nu’lian Gillion: o último Guardião do Segredo da Família de Água é um mestiço de mãe almakin e pai integrante da Família Real de Almakia. Apesar de fazer parte da realeza e ser conhecido também como o Dragão Real, seu Segredo é um grande problema que o impede de poder acreditar em qualquer coisa para o futuro. Mesmo sendo a escolha certa para o comando do Governo Real de Almakia, Nu’lian não pode lutar contra o preço a se pagar.







Sumerin Gran’Otto: herdeira e Guardiã do Segredo da Família de Metal, é a única garota Dragão do Instituto. Vinda de uma próspera família de construtores, não tem o privilégio de ter uma história antiga como família representante de um almaki dentro de Almakia. Porém, apesar da sua personalidade mimada, sua capacidade a colocou no mesmo patamar que os outros herdeiros, sendo a primeira Dragão dos Gran’Otto.









 
Benar Sfairul: herdeiro e Guardião do Segredo da Família de Vento. Cresceu isolado da Sociedade Almakin por viver nas geladas montanhas da Região norte de Almakia, lugar de fronteira que sempre trouxe uma má imagem para a Capital de Vento da qual a sua Família é a patrona. Apesar do isolamento dos Sfairul trazer uma reputação sinistra ligada a esse nome, a forma alegre de ele agir







Particularidades da Obra



Mesmo dentro dos limites do Domínio de Almakia, lugar de origem dos primeiros almakins, nem todos nascem com o dom de usar um dos Sete Poderes Elementares, a principal característica desses descendentes da antiguidade.

Esses poderes, representações do que podemos encontrar na natureza em todos os domínios existentes, estão presentes no sangue e conservado nos clãs dos almakins. Assim como o ar está naturalmente para nossos pulmões, o almaki está naturalmente para seu manejador. Possuir a capacidade de manejar uma dessas representações equivale a ser dono perpétuo de algo importante, e estar acima de qualquer um… Consequentemente, essa capacidade também desperta a consciência de ser alguém grandioso.

Sabedores de que a união de seus poderes resultaria na soberania do povo almakin sob o restante dos habitantes de outros domínios, os manejadores-antepassados iniciaram um tempo de escuridão e preconceito. Juntamente com a expansão de seus limites territoriais e a submissão do que consideravam seres inferiores, defendiam a ideia de que pessoas comuns – que não possuíam um almaki, segundo eles – não mereciam permanecer na então denominada Almakia, a não ser por caridade e por servidão.  

Assim, Almakia se tornou um império, admirado, temido, absoluto e puro. O que ninguém poderia imaginar era que esse absolutismo começaria a ruir por dentro, a partir do seu próprio orgulho. Mais rápido do que poderia ser previsto, os almakins puros foram se extinguindo através da cobiça e conspiração, e os que restaram encontraram uma única solução: dar início a uma nova era.Cerca de mil anos depois, em um Domínio maisdesenvolvido e mais comercial, os variados descendentes dos almakins antigosainda existem e mantém costumes e tradições, procurando não cometeremos mesmos erros que seus ancestrais e guardando seus Segredos.

Por isso, através do tempo, ao invés de imporem seu comando à força, eles sutilmente usaram suas habilidades para obter um poder mais abrangente e irrevogável: o econômico. Os almakins voltaram a ser soberanos pelo simples fato de não existir meios de viver sem eles e os benefícios do que faziam.

O preconceito do passado, todavia, ainda predominava, principalmente entre aqueles que podiam dizer com orgulho que seu almaki vinha imaculado através dos tempos, e o guardavam como um tesouro de muito valor. Essas poucas famílias detentoras de tal pureza zelavam por suas posições, se considerando superiores a todos os outros seres em Almakia, e tratavam de preservar e controlar todo o conhecimento relacionado aos Segredos Almakis, sendo conhecidas como as Grandes Famílias. E, no intuito de garantir que seus herdeiros continuassem nesse mesmo caminho, uma Instituição de ensino almaki fora fundada na Colina Maojin, um dos lugares mais afastados de todos aqueles que não possuíam poderes, por um famoso manejador da Família de Fogo Dul’Maojin, almakins predominantes da região. Não demorou para que esse lugar de estudos ficasse conhecido com o mesmo nome, e para que logo atraísse pessoas de todos os cantos da Almakia, fundando ali a Capital de Fogo, que passou a ser um dos centros comerciais mais desenvolvidos de todo o Domínio.

Da mesma forma, no restante de Almakia o exemplo da Capital de Fogo foi seguido, e ao redor das Grandes Famílias almakins, cidades foram edificadas. Não podiam competir com a Capital de Fogo e sua representação de poder, mas também, não se refreavam em deslumbrar os visitantes com toda a pompa possível. Assim, surgiram as Capitais Almakis, cada uma com sua importância e a sua especialidade, segundo a Família que era sua patrona.

Entre as geladas montanhas do norte ficava a Capital de Vento, dominada pelos Sfairul. Ao oeste, no Vale das Pedras, uma das regiões mais áridas, o centro da Capital de Metal era representado pela família Gran’Otto. Localizada nos Altos Vales Rochosos, na Região sudeste, onde o Almakia termina no mar, a Capital Real ainda é considerada um importante centro de liderança e diplomacia mesmo que seu funcionamento não seguisse sua teoria.

Assim, em volta dessas Grandes Famílias, a sociedade do Domínio, composta principalmente por almakins, de vários níveis, e pessoas comuns, voltara a ter o brilho de outrora, de uma forma mais organizada e cheia de exuberância.

Contudo, mesmo com todo o seu passado de grandeza e a elaborada estrutura que construíram, ainda desprezando quem não lhes eram iguais ou inferiores, os almakins não podiam garantir o controle sobre os Sete Poderes. O conhecimento começava a partir do momento em que a história dos manejadores passou a ser escrita, e não no princípio do almaki. Não havia uma explicação de como surgira, o motivo de surgir e como se manifestava nas pessoas.


 Adquiira o primeiro volume dessa história aqui: Almakia - A vilashi e os dragões


Merry Meet

Roxane Norris

8 comentários:

Cristina Aguiar disse...

Já comprei o meu, e depois de ler sobre os personagens, estou ansiosa aguardando a chegada do livro. Parabéns, Lhaisa! O seu livro tem todos os ingredientes para agradar os fãs do gênero.

Krayon C.G. disse...

Olá, sou Krayon do blog: estrela-de-gelo.blogspot.com e acompanho seu blog a um bom tempo e gostaria de saber se você quer uma parceria, por favor contate-me no e-mail: krayon.cg@hotmail.com

Obrigado.

Mia disse...

Parabéns pela iniciativa!
Livros como este merecem ser divulgados!
Já está na minha lista.
Sucesso!!!

Anna Carolina Schermak Alves disse...

Eu logo vou ler Almakia, estou esperando ele chegar, estou bem ansiosa para ler *-*

Adorei o post e foi bom conhecer o blog!
Já estou seguindo ;D

Pausa Para um Café - Resenha de Livros

Roxane Norris disse...

Obrigada amores pelo carinho!
Com certeza vem mais coisa por aí!
Beijos
Roxane

P da LAP disse...

Eu já li e posso dizer: tudo de bom!

Sem contar que sei spoilers... xD

Beijos!

Fabiana Cardoso disse...

Muito bom conhecer um pouco mais de Almakia , pretendo ler em breve!
Sucesso a Lhaisa!

Anônimo disse...

adorei ao livro e estou ansiosa para a piblicaçao da continuaçao

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