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Eu ♥ Mestres Literários: Rubem Fonseca

Salve, salve!

E então, como vão vocês? Espero que todos cheios de livros pra ler!
Andei meio em falta com o blog essas duas últimas semanas, mas a faculdade começou a apertar e eu tenho dois artigos para escrever, além das provas pra estudar, o grupo de pesquisa, o estágio... Enfim, eu sei que não é desculpa, mas espero que possam entender que não é sempre, mas só durante alguns períodos do semestre (:
De toda forma, hoje estou aqui para falar de um grande mestre, dessa vez brasileiríssimo! Em clima de patriotismo, eu trouxe para a coluna do blog um dos mais consagrados escritores brasileiros de todos os tempos: Rubem Fonseca.

José Rubem Fonseca

José Rubem Fonseca nasceu em 11 de Maio de 1925, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Aos oito anos ele se mudou para o Rio de Janeiro, onde se graduou em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A literatura não foi seu primeiro ofício e antes de se dedicar integralmente a escrita, ele foi comissário de polícia, no 16º Distrito em São Cristóvão, ainda no Rio de Janeiro, até fevereiro de 1958, quando foi exonerado, após seis anos na força policial.
Obra Mandrake
Ele não fazia muito o trabalho nas ruas, atuando mais na área de relações públicas da polícia, em serviços internos. Por ser um exímio aluno da academia, recebeu a oportunidade juntamente com nove colegas policiais – em Julho de 1954 – de estudar nos Estados Unidos. A essa altura, ainda não havia no mestre nenhum viés que acusasse sua veia literária.
No exterior ele estudou Administração e Comunicação nas universidades de Nova York e de Boston e de volta ao Brasil, começou a lecionar na Fundação Getúlio Vargas. Após seu trabalho como policial, ainda teve uma breve estadia na Light, antes de voltar-se integralmente a escrita e literatura.
Seu tempo na polícia e sua grande capacidade de percepção acerca da psicologia humana acabaram influenciando seus trabalhos: Tema constante das obras de Rubem Fonseca são os marginalizados, ladrões, prostitutas, policiais e todos os outros personagens que vivem à margem da sociedade. Violência explícita e o alto teor de sexualidade também estão presentes em seus contos e livros, demonstrados claramente por meio de uma linguagem direta e sem floreios. Por essas razões, ficou conhecido como o precursor de um estilo chamado, em 1975, de “brutalista”.
Uma grande observação a ser feita sobre o seu trabalho é a falta de moral de seus personagens: Sejam eles assassinos profissionais ou executivos corruptos, não há culpa ou remorso em suas ações, não importa quão mal acarretaram. A dualidade entre o herói e o vilão existe, mas pode ser uma tarefa difícil determiná-los visto que o autor consegue fazê-los fugir ao clichê de extremos claramente opostos. Os mocinhos possuem defeitos e distinguem-se dos “caras maus” por ainda terem algum sentimento de justiça e igualdade que os move contra a maré de violência que domina as ruas nos enredos de Fonseca.
Marcos Palmeira como Mandrake.
Um de seus personagens mais notórios é o advogado Mandrake. Atualmente vivido pelo ator Marcos Palmeira e sob a direção do filho do próprio Rubem Fonseca numa séria do canal HBO, o criminalista é especializado em casos de extorsão e exemplifica perfeitamente o que é fato presente nas obras que inspiraram a série: convive com os extremos da sociedade carioca, de prostitutas a executivos, sempre tentando achar o melhor jeito de ajudar seus clientes – e claro, tirar o melhor proveito disso. Cínico, irônico, mulherengo e desprovido de código moral, Mandrake não é somente um ícone da literatura como também personifica o trabalho fantástico de Fonseca ao retratar a índole humana.
Em 1967 chegou a escrever críticas cinematográficas para a revista Veja, tendo também recebido prêmios louváveis por seus roteiros para o cinema, como o Coruja de Ouro por Relatório de um Homem Casado (dirigido por Flávio Tambelini) e o Kikito de Ouro por Stelinha (direção de Miguel Faria) no Festival de Cinema de Gramado.
Outros prêmios que merecem destaque especial são o Prêmio Jabuti de Literatura, o mais importante prêmio literário do Brasil, que o autor recebeu nas categorias: Contos, Crônicas e Novelas, Romance e Literatura Infantil; e o Prêmio Camões, em 2003, que é considerado o mais importante prêmio para autores da língua portuguesa, por sua contribuição para a literatura no conjunto de sua obra.
O autor é muito reservado quanto a sua vida particular e não há muitos registros de aparições suas, tampouco é figura presente na mídia. Quem o conhece, afirma que é uma pessoa extremamente afável, bem humorada e modesta, tendo o respeito não apenas de seus familiares e amigos, como também de todos os admiradores de seu trabalho.
Atualmente aos 88 anos, é viúvo de Théa Maud e pai de três filhos: Maria Beatriz, José Alberto e o diretor cinematográfico (inclusive da série Mandrake) José Henrique Fonseca.




E esse foi o Mestres dessa semana! Espero que tenham gostado! E aí, quem já leu alguma obra do autor? Particularmente, as minhas favoritas são Mandrake e Pequenas Criaturas, ambas da Cia. das Letras. As duas estão na minha lista de livros para resenhar ainda esse ano! (:

Me contem suas opiniões sobre o Mestres dessa semana e o que estão achando da coluna em geral (: Qual autor você gostaria de ver por aqui? Me fala nos comentários!

Até a próxima!

Boas leituras e um beijo da heavy.

Eu ♥ Mestres Literários: Gabriel García Márquez

Salve, salve!

Whatsup? Pois é, hoje é o terceiro dia do mês maaaais legal do ano! Não só porque o inverno está aí como também porque eu faço aniversário daqui lindos dezoito dias.

Mas não é isso o que interessa e sim o mestre da semana. O escolhido de hoje não é apenas um escritor fantástico, como também um ser humano admirável. Ele representou uma nação que em sua época, vivia uma rígida ditadura que o deixou em situações muito difíceis quando trabalhava como correspondente em Paris para um jornal que foi fechado pelo governo, transmitiu ao mundo sentimentos por meio de obras que para sempre serão o legado de um homem que aos oitenta e seis anos, deixou saudades para todos os fãs quando em 2012 foi anunciada sua aposentadoria.

My little monsters: Gabriel García Márquez.

Gabriel José de la Concordia García Márquez


Gabo, como é carinhosamente conhecido, nasceu em 6 de Março de 1927 em Aracataca, na Colômbia. Foi criado desde bebê pelos avós maternos até os nove anos de idade, quando seu avô faleceu e ele foi viver com os pais, Gabriel Eligio García e de Luisa Santiaga Márquez, e dez irmãos em Barranquilla, para onde eles tinham se mudado logo após seus nascimento.

Como não teve muito contato com os pais em seus primeiros anos de vida, suas maiores influências foram os avós e seu convívio com eles viriam a repercutir em toda a sua vida posterior, incluindo em sua escrita e visão de mundo. O avô, também conhecido como “O Coronel”, um veterano da Guerra dos Mil Dias, tinha um posicionamento liberal e era considerado um herói pelos liberalistas colombianos. Uma das lições que Nicolás Ricardo Márquez Mejía ensinou ao neto foi o tamanho da responsabilidade sobre a vida de um homem, referindo-se ao peso que se carrega ao matar uma pessoa. Também era um bom contador de histórias e Gabo referia-se a ele como seu elo com a história e a realidade.

Sua avó, Dona Tranquilina Iguarán, influenciou sua escrita concedendo o tom mágico e fantasioso através de sua forma única de contar histórias, não importando quão extraordinárias fossem, relatando-as como se fossem a mais irrefutável verdade. O jeito com que ela, nas palavras do autor “tratava o maravilhoso como se fosse algo natural” viria a influenciar o trabalho do neto – em sua forma mais evidente, na obra Cem Anos de Solidão.

Em 1947, aos vinte anos, ele foi para Bogotá onde começa a estudar Direito, mas nunca chegou a concluir o curso. Em 1948, foi para Cartagena onde começou a trabalhar como jornalista e até 1949, escreveu para o jornal El Universal. Em 1950 ele retornou a Barranquila e começou a trabalhar para o El Heraldo, um jornal local. Foi ali que Gabo ingressou para um grupo informal de escritores e jornalistas, chamado Barranquila Group, onde foi motivado e inspirou-se para começar sua carreira literária. Nesse período, entrou em contato com o trabalho de diversos outros autores que influenciaram sua escrita e o ambiente no qual vivia lhe permitiu assimilar conhecimento e perspectiva da cultura caribenha, muito presente em suas obras.

Em 1955, escrevia para o El Espectador quando publicou uma série de catorze artigos na qual falava sobre um acidente ocorrido com um navio da marinha colombiana. Segundo a nota oficial dada sobre o naufrágio, a embarcação teria afundado devido a uma tempestade e o marinheiro sobrevivente era um herói. Entretanto, Márquez contrapôs essa ideia afirmando que o navio na verdade teria afundado por estar carregando cargas contrabandeadas que tinham se soltado no convés. Contou a história através de entrevistas que fez com o jovem sobrevivente, causando controvérsia e polêmica quanto a sua versão dos fatos. Mais tarde esse trabalho seria publicado como um livro intitulado Relato de um Náufrago.

Com isso, acabou sendo mandado para trabalhar como correspondente na Europa – neste período a Colômbia vivia sob o governo militar do general Gustavo Rojas Pinilla. Retornou a Barranquila apenas em 1958, quando se casou com Mercedes Barcha, sua esposa até hoje.

Os dois ainda viajaram de ônibus por todo o sul dos Estados Unidos, antes de se estabelecerem no México. A essa altura, eles já tinham seu primeiro filho, Rodrigo García. Em 1962, o segundo e último filho do casal, Gonzalo García, nasceu na cidade do México.


Obras e Prêmio Nobel

A lista de obras do autor é longa, contando com mais de vinte escritos, entre novelas, romances e artigos não ficcionais. Adepto do estilo realismo mágico – que consiste em misturar elementos mágicos e extraordinários a situações que de outra forma, seriam comuns e cotidianas – foi ele o responsável pela popularização do estilo na América Latina, principalmente. Seu grande mestre foi o norte-americano William Faulkner, também o motivo pelo qual Gabo quis conhecer o sul dos Estados Unidos: os lugares haviam inspirado a escrita de Faulkner.

Sua obra Cem Anos de Solidão foi publicada em 1967 e é considerada por muitos como sua obra-prima. Desde jovem, Gabo queria escrever uma história baseada em seus avós e o livro conta a trajetória da família Buendía na cidade fictícia de Macondo, acompanhando-os desde sua fundação até sete gerações depois. Traduzido em mais de trinta idiomas e contando mais de vinte milhões de cópias ao redor do mundo, Cem Anos de Solidão é tido como um marco da literatura latina. Entretanto, o próprio autor não entendia o sucesso estrondoso da obra afirmando que o romance tinha um pouco de piada e vários sinais para amigos próximos, ressaltando que alguns críticos simplesmente não percebiam isso e acabavam caindo no risco de se fazerem de tolos.

Depois da publicação de Cem Anos, Gabo retornou a Europa com sua família onde viveu por mais sete anos.

Em 1982, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura “por seus romances e contos, em que o fantástico e o real são combinados em um mundo ricamente composto de imaginação, refletindo a vida e os conflitos de um continente.”.

Outros trabalhos notáveis que ganharam grande reconhecimento – principalmente no Brasil – foram O Amor nos Tempos do Cólera e Memórias de Minhas Putas Tristes. O primeiro, foi inspirado no amor dos pais de Gabo, uma vez que quando eram jovens, seu avô "O Coronel", não gostava de Gabriel Eligio, seu pai, que tinha fama de ser um grande mulherengo conquistador. Entretanto, o rapaz fazia serenatas e declarações para dona Luisa e isso só fortaleceu o sentimento entre ambos. Finalmente, ganharam a benção dos pais da jovem e uniram-se em um casamento que em 1927, traria Gabo ao mundo.


Aposentadoria e dias atuais.

A mais recente novidade é sua biografia em forma de quadrinhos que será lançada no Brasil pela Editora Record, quando já foi publicada na Espanha em Março deste ano. O título do HQ é “Gabo – Memorias de una Vida Magica” e conta a vida do autor de forma a retratar o ser humano por trás do ícone, aproximando-o ainda mais de seus fãs. A obra tem o roteiro de Óscar Pantoja e ilustrações de Miguel Bustos, Felipe Camargo, Tatiana Córdoba e Julián Naranjo. Ainda não há previsão para a publicação aqui, mas vamos todos torcer para que seja breve!

Em 2002, Márquez lançou sua autobiografia “Viver para contar” (Vivir para Contarla título original em espanhol) que havia começado a escrever três anos antes, quando tinha sido diagnosticado com câncer linfático. O autor fez tratamento com quimioterapia e o procedimento sabidamente agressivo veio a trazer consequências posteriores. Em 2000, um poema foi atribuído a sua pessoa, como sendo uma “despedida” aos familiares e amigos. Na época, muitos rumores circulavam a respeito de seu estado de saúde e “estado terminal”, então o texto intitulado “La Marioneta” logo ganhou repercussão e centenas de pessoas se comoveram, espalhando ainda mais o escrito que na verdade, seria de autoria de um ventríloquo que trabalha no México, John Welch, para o seu boneco Mofles.

A primeira publicação teria sido feita pelo jornal La Republica, juntamente com a notícia de que o autor encontrava-se em estado terminal do câncer linfático contra o qual lutava há um ano. Se de fato isso aconteceu, não encontrei fontes confiáveis o bastante para afirmar com certeza. Mas o texto nunca foi de autoria de Gabo que se manifestou sobre o acontecido e desmentiu ambas as notícias: “La Marioneta” não era uma obra sua e ele não estava em estado terminal. Confirmou, entretanto, que estava fazendo tratamento para câncer.

Em 2009, cinco anos após a publicação de Memórias de Minhas Putas Tristes, Carmem Balcells, sua agente, afirmou para o jornal chileno La Tercera que o autor dificilmente voltaria a escrever, o que foi corroborado por seu biógrafo Gerald Martin.¹ Uma semana depois, o próprio Gabriel contrariou os comentários, afirmando ao jornal El Tiempo que “Não apenas não é verdade [que não voltaria a escrever] como a única coisa que eu faço é escrever”. ²

Infelizmente, a felicidade dos fãs do ganhador do prêmio Nobel não durou muito. A expectativa por um novo livro terminou em Julho de 2012, quando o irmão do autor, Jaime García Márquez, declarou a um grupo de estudantes em Cartagena, que o autor sofria de demência senil.

A doença, degenerativa, causa a perda de memória, mudanças de humor e personalidade, podendo também dificultar a capacidade de se pensar com clareza. Jaime Márquez confirmou que essa condição não é incomum em sua família e que a quimioterapia feita contra o câncer havia destruído muito de seus neurônios e células e que isso acelerou o processo, além de explicar que o assunto foi mantido em sigilo para respeitar a vida particular do autor.

Com essa revelação, foi tornada pública a “aposentadoria” de Gabo por um motivo que ia além de seu desejo e paixão pela escrita. Não seria possível para ele escrever, devido a sua doença, nem mesmo a segunda parte de Viver para Contar.³  “Infelizmente acho que não será possível, mas tomara que eu esteja errado.” Afirmou Jaime que também disse que o irmão está bem fisicamente, destarte os problemas de memória e que apesar de tudo, todos se sentem felizes porque ainda tem seu ente querido.

"Mas ainda temos ele, podemos falar com ele com muita alegria e com muito entusiasmo, como sempre foi." – Jaime García Márquez


Atualmente, Gabo vive no México com sua família e em seu último aniversário, quando completou 86 anos, parecia feliz e sorridente ao sair para pegar um ramalhete de rosas amarelas, sua cor favorita.



Bom, meus monstrinhos... Foi isso.

Escrever sobre autores que admiramos pode parecer fácil, mas não é. Um dos meus primeiros livros foi Cem Anos de Solidão e eu não sei mensurar o quanto García Márquez influenciou meu gosto literário e meu próprio estilo de escrita. A notícia de sua aposentadoria já não é recente (data de Julho de 2012), mas o impacto que teve em mim e em todos os fãs, como também na comunidade de leitores afora, foi forte. Eu já acompanhava a carreira do autor desde os catorze anos quando em 2009, vieram as notícias sobre ele não escrever mais e nem sei dizer o quanto me aliviou quando ele próprio disse que “não somente não é verdade, como a única coisa que eu faço é escrever.”.

Então a notícia de sua doença e aposentadoria foi não somente dolorosa, como inesperada, ao menos para mim. Trouxe uma névoa densa e obscura de impotência e lamento por ver uma das maiores mentes do século vinte sofrendo os efeitos de uma doença que não lhe permitia mais as próprias memórias.

É triste saber que a probabilidade de que Viver para Contar tenha sua continuação é mínima. Por mais tolo que possa parecer, eu ainda mantenho aquela fagulha de esperança que todo fã tem, de que Gabo volte a escrever. Que ele nos traga mais da magia que ninguém discorre tão bem.

Entretanto, mesmo que o tempo tente levar as lembranças de nosso querido Gabito, jamais vai poder apagar seu legado, deixado não apenas na forma de seus livros, como também nas contribuições que fez à literatura e a um mundo que só pode lhe dizer um singelo obrigado.


Por tudo.


Um beijo da heavy e boas leituras.

Eu ♥ Mestres Literários: Carlos Ruiz Zafón


Salve, salve!

E como foram de semana? Muitos livros para ler? Muitos implorando para serem comprados? É, sei como é isso.

Para o post da vez escolhi um autor que ainda não tive o prazer de ler – logo vou resolver isso! – e que é um dos mais aclamados escritores do mundo, sendo considerado uma revelação da literatura contemporânea.

Para quem conhece não é novidade, mas para os que ainda não tinham ouvido falar dele, meus monstrinhos favoritos, o excelentíssimo: Carlos Ruiz Zafón.

Carlos Ruiz Zafón


Carlos Ruiz Zafón é um escritor espanhol nascido em Barcelona, em 25 de Setembro de 1964. Sua carreira literária começou em 1993, com sua primeira obra O Príncipe da Névoa (El Príncipe de la Niebla título original em espanhol e The Prince of Mist em inglês) que foi ganhadora do prêmio Ebedé de literatura no mesmo ano.

El Príncipe de la Niebla

O livro é o primeiro volume da Trilogia da Névoa (ou La Trilogía de la Niebla) que tem como sequência O Palácio da Meia Noite (El Palacio de la Medianoche publicado originalmente em 1994) e As Luzes de Setembro (Las Luces de Septiembre publicado em 1995) e é destinada ao público juvenil. Ainda assim, o escritor afirmou ter escrito Príncipe porque quando tinha 13 anos, não lia livros que eram considerados “juvenis” e então, começou a desenvolver uma trama que ainda despertaria seu interesse independentemente da idade.

Mesmo sendo da década de 90 – e já tendo sido lançada lá fora há bastante tempo – a trilogia só chegou ao Brasil este ano. A editora Suma de Letras já lançou O Príncipe da Névoa em Fevereiro e O Palácio da Meia Noite está previsto para lançamento no dia 01 de Junho.

Houve uma publicação feita em Janeiro pelo grupo Objetiva, afirmando que O Palácio da Meia-Noite estaria previsto para Março – o que de fato, não aconteceu – e que Luzes de Setembro seria lançado em Setembro – badumtass! Entretanto, com o atraso do segundo volume da série, não podemos afirmar que a data vai ser mantida, mas vamos todos torcer para que sim! Você pode ver essa publicação aqui.


Depois da publicação da Trilogia da Névoa, Zafón lançou ainda Marina. Mas sua consagração como escritor internacional veio em 2001 com a publicação de sua primeira novela para adultos A Sombra do Vento (La Sombra del Viento) que foi um estrondoso sucesso literário, tendo sido traduzido para mais de trinta idiomas e publicado em mais de 40 países.
Como continuação, foram lançados O Jogo do Anjo (El Juego del Àngel) em 2008 e o seu mais recente trabalho, O Prisioneiro do Céu (El Prisionero del Cielo) que foi publicado em 2011, fechando o trio inicial da tetralogia O Cemitério dos Livros Esquecidos (El Cementerio de los Libros Olvidados) que tem o quarto  e último membro a caminho para encerrar a série cujos livros mesmo estando interligados, podem ser lidos em qualquer ordem. Especula-se o lançamento para 2014 e no site oficial da série tem-se a figura de quatro fechaduras e a pergunta "Por qual porta que entrar no Cemitério dos Livros Esquecidos?" entretanto, apenas três fechaduras (correspondentes aos três primeiros livros) podem ser clicadas. Todos no aguardo!

Nas palavras do próprio autor: "Será a grande final, a soma de todos os anteriores e a saída do labirinto"

Ao total, suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas e possuem fãs em todos os continentes. A expressividade de seu sucesso o colocou como um dos mais bem sucedidos escritores espanhóis da atualidade, junto com outros mestres renomados, como Javier Sierra (La Cena Secreta) que venceu em 2004 o Premio de Novela Ciudad de Torrevieja um importante prêmio literário espanhol concedido desde 2001, e Juan Gómez-Jurado (El emblema del traidor) também vencedor do prêmio, em 2008.

Zafón já ganhou prêmios de reconhecimento literário nos Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Noruega e no Canadá.

Curiosidades:

O autor adora dragões e tem uma coleção de mais de 400 itens relacionados a essas criaturas em sua casa e afirma que o número de peças aumenta a cada mês, além de dizer que se identifica com os dragões verdes, afirmando “que são ambos criaturas da noite, não muito sociáveis, não gostam de cavaleiros errantes e são difíceis de conhecer”. Também gosta de pianos ou qualquer outro instrumento que possa produzir barulho e no qual haja teclas, sendo seus “brinquedos” favoritos. Tem fobia de esnobismo e estupidez e acha que seu pior defeito é sempre confiar em pessoas nas quais não deveria.

Sua música favorita é Bagatelle No. 4 de Gerald Finzi e seu prato favorito é cheesecake de manga.

Atualmente, aos 48 anos, Zafón vive em Los Angeles – onde mora desde 1993 – e está trabalhando em seu novo romance, além de escrever para dois jornais espanhóis, o El Vangardia e o El País.




Meus queridos, esse foi o mestre dessa semana. Eu li os primeiros capítulos que estão disponíveis no site do autor (só consegui ler a versão em espanhol, porque o link para a versão em inglês me redirecionou também para o arquivo pdf em espanhol) e já incluí o trio inicial de O Cemitério dos Livros Esquecidos na minha lista de presentes de aniversário! Zafón parece escrever muitíssimo bem e não é necessário mais do que a prova disponível no site para se ter noção do quanto. Só o primeiro capítulo já foi o bastante para me dar certeza de que não posso terminar 2013 sem ter lido A Sombra do Vento.

Espero que tenham gostado do Mestres dessa semana e nos vemos na próxima!


Boas leituras e um beijo da heavy.

Eu ♥ Mestres Literários: Stephen King


Salve, salve!

A convite da Roxane e da Carine, eu fui convidada para integrar a equipe do Eu <3 Livros e com muito orgulho, estou aqui pra tentar dividir com vocês o meu vício pela literatura como um todo e para tentar trazer um pouquinho do que eu sei e do que acho legal de ser compartilhado com os leitores do blog. E para começar, eu resolvi criar essa pequena coluna sobre autores. Afinal de contas, o que seria de nossas estantes sem as obras dos nossos queridos mestres?

E para estrear esse espaço, eu escolhi um autor que me influenciou muito mais do que qualquer outro. Ele é um ícone mundial, especialmente para os fãs do bom e velho horror que como ele, só dormem com os pés debaixo do cobertor.

Porque se não o fizermos, uma mão fria e cadavérica com certeza segurará nossos tornozelos no meio da noite.

Senhoras e senhores, o ilustríssimo mestre do terror: Stephen King.


Stephen Edwin King


Stephen Edwin King nasceu em 21 de Setembro 1947, em Portland, Maine. É o segundo filho de Donald Edwin King (nascido em 1913, em Peru, Indiana) e Nellie Ruth Pillsbury King (nascida em 13 de Março de 1913, em Scarborough, no Maine) que se casaram em 1939, na cidade de Cumberland Country, no Maine.

Quando ele tinha apenas dois anos, seus pais se separaram. O pai, sob o famoso jargão de "Sair para comprar um pacote de cigarros" abandonou a família. Desde então, Stephen King e seu irmão mais velho adotivo, David King, foram criados por sua mãe, enfrentando algumas vezes, graves dificuldades financeiras que nunca impediram Ruth de cuidar dos dois garotos.

Sua infância foi passada entre Fort Wayne, Indiana, onde a família de seu pai vivia na época, e em Stratford, Connecticut, onde ele viveu até os onze anos de idade, com sua mãe. A essa altura, eles voltaram para a cidade de Durham, Maine, uma vez que seus avós maternos (Guy e Nellie Pillsbury) já debilitados pela idade avançada, precisavam de cuidados e Ruth foi persuadida por suas irmãs a tomar conta dos pais.

Lá, eles receberam de familiares uma pequena casa e algum suporte financeiro. Ruth cuidou dos pais até que os mesmos morreram, passando depois a trabalhar em uma cozinha, numa casa para pessoas mentalmente adoentadas.

Conta-se uma história sobre Stephen, na qual quando era apenas uma criança, ele viu um amigo ficar preso em uma linha ferroviária e ser morto por um trem. Várias pessoas especularam ser esse momento tão traumatizante a origem de sua inspiração para escrever histórias de terror. Entretanto, o próprio Stephen já admitiu não ter memórias desse evento e não faz menção a respeito em sua obra On Writing: A Memoir of the Craft. O que se sabe é que um dia, ele saiu de casa para brincar com um amigo e voltou algum tempo depois, paracendo estar em completo estado de choque. Somente mais tarde, a família soube o que havia acontecido com o garoto e fez a associação.

Stephen King quando era garoto.

Seu interesse pelo horror foi expressado ainda cedo, sendo ele um ávido fã e leitor da EC's horror comics, incluindo Tales from the Crypt. Ele começou a escrever por diversão enquanto ainda estava na escola contribuindo para o jornal que seu irmão David publicava, o Dave's Rag. Algum tempo depois, ele começou a vender suas histórias para os seus amigos, sendo estas baseadas em filmes que ele via, tendo sido forçado a parar quando seus professores descobriram e o obrigaram a retornar aos seus estudos acadêmicos.

Ele se formou na Lisbon Falls High School em 1966, ingressando na University of Maine, em Orono onde estudou inglês e escreveu para o jornal estudantil, o Maine Campus, uma coluna intitulada "Steve King's Garbage Truck" (ou "Caminhão de Lixo do Steve King"). Ele se graduou Bacharel de Artes em Inglês, em 1970, mesmo ano em que nasceu sua primeira filha, Naomi Rachel King. Um ano depois, ele se casou com Tabitha Spruce, sua esposa até hoje, que ele conheceu inclusive, na biblioteca Fogler da faculdade onde estudava, depois de um workshop de um professor.
Entretanto, foi em 1967 que Stephen King vendeu sua primeira história, profissionalmente, para a Startling Mystery Stories, o conto The Glass Floor ("Chão de Vidro"). Depois, nos primeiros anos de seu casamento, ele continuou vendendo contos para revistas masculinas e muitos deles foram reunidos e publicados na obra Night Shift (traduzido no Brasil como Sombras da Noite) ou em coleções posteriores.

Em 1971, ele começou a lecionar inglês na Hampden Academy. Ele continou escrevendo durante a noite e nos finais de semana, para então em 1973 ter o conto Carrie aceito para publicação pela Doubleday & Co. e seu novo editor, Bill Thompson, disse a ele que uma grande venda de livros o permitiria deixar a licenciatura e se dedicar unicamente a escrita.

Em 1974, Carrie foi publicada com um investimento inicial de U$ 2,500 gerando em retorno mais de U$ 400,000 para Stephen King nos anos seguintes, com direitos autorais e vendas dos livros.  Pouco antes, a família King se mudou para o Maine em razão da saúde precária de sua mãe e foi nesse período que ele escreveu o conto que originalmente se intitulava Second Coming, depois mudado para Jerusalem's Lot e finalmente, Salem's Lot (que também se encontra em Sombras da Noite). Ruth King faleceu de câncer no útero pouco depois da publicação de Carrie e foi sua tia Emrine quem leu a história para ela antes de sua morte. Ruth tinha apenas 59 anos.

Nessa época, ele já enfrentava um sério problema com a bebida, que viria a permanecer durante dez anos, e chegou admitir que estava bêbado durante o funeral de sua mãe.

Depois da morte de Ruth, a família King trocou o Maine por Boulder, no Colorado, que foi onde Stephen escreveu The Shinning (traduzido “O Iluminado” no Brasil) e onde ele começou e escreveu boa parte do conto The Stand, que foi terminado quando em 1975 a família retornou ao Maine, sendo este conto publicado apenas três anos depois.



Em 1978, Night Shift foi lançado, reunindo vinte das obras de Stephen. Dentre elas, várias foram adpatadas para o cinema, como As Crianças do Milharal (Colheita Maldita), Último Turno (A criatura do Cemitério) e O homem do Cortador de Grama (O Passageiro do Futuro). Nesta obra, no prefácio, ele admite seu problema com o tabagismo, mas diz que conseguiu diminuir o vício trocando a marca de cigarros que fumava desde os dezoito anos, sem filtro, por outra com baixos níveis de nicotina e alcatrão. Além de falar sobre medo e sobre escrever, ao final, ele agradece a quatro grupos de pessoas. Sua mãe, sua esposa e filhos, compõe o primeiro grupo, por todo apoio e carinho durante sua carreira. No segundo grupo, está seu editor William G. Thompson, que segundo suas palavras: “foi gentil com um jovem escritor sem qualquer currículo alguns anos atrás, ficando ao seu lado desde então.”. No terceiro grupo, Stephen dedicou seu obrigado aos primeiros compradores de sua obra.

No último e quarto grupo, Stephen dedica seu obrigado a cada um dos leitores que um dia compraram suas obras. Segundo ele: “Jamais teria acontecido sem você. Então, obrigado.”

Eu sou apaixonada por esse prefácio!

Essas são as duas versões brasileiras (uma lançada pela Suma e a outra pela Ponto de Leitura) e uma das versões americanas. Nos EUA existem ainda outras capas, uma bem famosa tem uma mão com vários olhos estampada.

Em 1978 os King já tinham se estabelecido no Maine novamente. A essa altura, a família já estaria completa com Naomi Rachel, Joe Hill e Owen Phillip King, os três únicos filhos do casal. Ainda hoje, Stephen e Tabitha mantém uma casa no local, mas agora dividem sua estadia entre as casas que tem na Florida, em Bangor e em Center Lovell.


A Coleção Torre Negra e Pseudônimos

A coleção Torre Negra (“The Dark Tower Series” título original) é uma coleção de livros que começou a ser escrita na década de 70. Foi publicado o primeiro conto, The Dark Tower: The Gunslinger (“A Coleção Torre Negra: O Pistoleiro”) originalmente sob a edição de Edward L. Ferman, em cinco partes, de 1977 a 1981, na revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction. Um ano depois, foi relançado em forma de livro.

Nos próximos quarenta anos, seriam escritos e publicados os outros volumes da série que alcançariam a marca de mais de trinta milhões de livros vendidos em cerca de 40 países.

A trama se passa em um cenário que mistura os mundos de Tolkien (O Senhor dos Anéis) e os velho-oestes americanos, principalmente os do veterano Clint Eastwood. Não vou contar a trama porque na verdade, são livros que contém histórias entrelaçadas – tendo cada um sua própria sinopse - e pra mim é bem complicado falar deles sem dar spoilers. Basicamente, é a trajetória de Roland Deschain em sua busca pela Torre Negra, que na trama seria o nexo de todo o universo.

Melhor que isso eu não consigo, meus queridos. Eu lamento ): E em off um instante, eu pretendo fazer resenhas sobre os livros da coleção, então eu espero me redimir com vocês pela falta de informações contidas aqui.

De todas as formas, os demais volumes são:

The Drawing of the Three (A Escolha dos Três) (1987)
The Waste Lands (As Terras Devastadas) (1991)
Wizard and Glass (Mago e Vidro) (1997)
Wolves of the Calla (Lobos de Calla) (2003)
Song of Susannah (A Canção de Susannah) (2004)
The Dark Tower (A Torre Negra) (2004)
The Wind Through the Keyhole (O Vento Pelo Buraco da Fechadura) (2012)

No Brasil, foram publicados pelas editoras Objetiva, Suma de Letras e Ponto de Leitura (sendo desta, uma edição de bolso). Nos EUA, pela editora Grant.

A versão brasileira, da editora Objetiva, é essa aqui:


E a ameri-meusonhodeconsumoeterno-cana:



Sobre Richard Bachman, cabe dizer que foi um pseudônimo que King usou, para publicar os textos Rage (1977), The Long Walk (1979), Roadwork (1981), The Running Man (1982) e Thinner (1984). A ideia dele era refutar as alegações de alguns de que seu sucesso era mero “acidente”. Ele também usou outro pseudônimoJohn Swithen que usou para publicar The Fifth Quarter.


Acidente e Aposentadoria

Em 1999, enquanto corria por uma rodovia, Stephen sofreu um grave acidente quando foi atingido por um carro e lançado para fora da pista, caindo de um barranco de cerca de cinco metros de altura. Ironicamente, naquela época, ele também escrevia um texto onde um jovem morria atropelado por um carro. King teve uma perfuração no pulmão, lacerações na escápula, várias fraturas na perna direita e uma fratura no quadril – problema este que viria influenciar sua decisão de aposentadoria, anos depois.

Depois de passar por dez cirurgias em cinco dias e tratamento fisioterápico intenso, Stephen terminou sua obra On Writing, sendo que ele já não conseguia ficar mais do que quarenta minutos sentado, sem sentir dor em função dos danos causados pelo acidente. Com o passar do tempo, o incômodo tornou-se insuportável.

Uma das versões do livro. Eu já vi também outras duas capas, mas nunca encontrei aqui no Brasil pra comprar, infelizmente ):


Em 2002, ele anunciou que estaria se aposentando da literatura.
Para a felicidade de todos os fãs do terror, isso acabou nunca acontecendo de fato. Em 2003, publicou “Cell” ou “Cellphone” (O Celular) e até 2010, publicaria ainda “Duma Key”, a coleção “Just After the Sunset” e a história “Under the Dome”.


Novidades
Seus últimos trabalhos publicados foram “11/22/63”, de 2011. Em 2012 foi publicado o oitavo livro da coleção Torre Negra, “The Wind Through the Keyhole” (Traduzido como “O Vento Pelo Buraco da Fechadura”) e anunciadas as publicações de “Joyland” (previsto para 4 de Junho deste ano) e uma sequência de The Shinning, chamada Doctor Sleep (previsto para 24 de Setembro de 2013). Essas datas são do lançamento dos EUA, então não sei quando os livros vão – e se vão, já que muitas obras nunca vieram para o Brasil – vir para cá. Todos de dedos cruzados!
De todas as formas, ainda esse ano teremos mais uma adaptação do trabalho do mestre. Em 24 de Junho, vai estrear nos EUA a série baseada na obra “Under the Dome” produzida pela CBS. A história é sobre uma cidadezinha chamada Chester’s Mill’s e seus habitantes que lutam para sobreviver, quando uma redoma misteriosa recobre toda a cidade, separando-os do mundo exterior. Esse livro foi trazido pro Brasil – Hell yeah! – e publicado pela editora Suma de Letras com o título traduzido “Sob a Redoma”. No Submarino.com tem disponível, para quem quiser adquirir um. O preço pode variar, mas a faixa média gira em torno de R$ 55,00.


Também foi anunciada uma edição especial do livro The Shinning que será lançado em Novembro deste ano, em capa dura. Em três formatos, Gift Edition, Limited Edition e Lettered Edition, a editora Subterranean Press vendeu 802 cópias assinadas (Limited e Lettered Edition) sendo que as 750 cópias da Limited custavam $ 450 e as da Lettered, $2,500.
As Gift Edition, que estão estimadas em 1.500 cópias não autografadas, custam $95 e ainda podem ser encomendadas pelo site da editora, enquanto as outras duas edições já estão esgotadas ):

Imagem do site da Subterranean Press.
Atualmente, Stephen e sua esposa ainda vivem no Maine e agora a família King conta com quatro integrantes a mais, os netos do casal. Tabitha também é escritora e romancista, além de seus filhos Joe Hill e Owen Phillip também terem seguido os passos dos pais, sendo autores publicados nos EUA.


Bom, acho que era isso. Espero ter conseguido aprofundar o conhecimento de quem já conhecia o autor e para quem ainda não, ter despertado o interesse em ler seus contos. Meu post é mega mega mega puxa-saco mesmo, porque eu sou terrivelmente apaixonada pelas histórias dele e já li a maioria delas. Sendo uma grande fã de Stephen King e do bom e velho horror, posso dizer que é o meu autor favorito e um mestre na arte de assustar.
E então galera, o que acharam? Quem já leu uma história dele e qual? Me contem o que acharam nos comentários e qual a sua história de terror favorita!
Até o próximo Mestres Literários, um beijo da heavy e boas leituras!

P.S – Os livros em inglês podem ser adquiridos pela Amazon.com e você pode tê-los entregues na sua casa (: Eu recomendo o site para quem, como eu, gosta de ter as versões originais das histórias.

P.P.S – As versões brasileiras podem ser encontradas na Saraiva.com e na Submarino.com (no Submarino eu achei as edições da Objetiva e da Ponto de Leitura da coleção Torre Negra) mas vale a pena dar uma conferida no site da Livraria Cultura também.


(¹) As informações contidas neste post foram coletadas em sites diversos, de pesquisa e notícias, dentre eles o site oficial do autor e a wikipedia, além de registros de jornais (a exemplo das informações referentes ao acidente de 1999). Ainda foi utilizada como fonte a própria obra On Writing.
 
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