Mostrando postagens com marcador Hush Hush. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hush Hush. Mostrar todas as postagens
Eu ♥ Resenhas: Crescendo
Marcadores: Eu ♥ Resenhas, Hush Hush, Intrínseca, Literatura Estrangeira, Roxane Norris, Sussurro
Título: Crescendo
Autor: Becca Fitzpatrick
Ano: 2011
Número de Páginas: 285
Editora: Intríseca
Edição: 1º
Ano: 2011
Número de Páginas: 285
Editora: Intríseca
Edição: 1º
Segundo livro da série Hush Hush, sucesso do New York Times. Nessa segunda parte do romance, Nora continua seu envolvimento com Patch, um anjo caído, que ao abrir mão de matá-la, torna-se seu anjo da guarda. Entretanto, apesar das coisas aparentemente estarem bem entre os dois, a verdade é que a existência de Nefelins e Arcanjos complicam o amor deles. Principalmente quando Patch começa a se aproximar de Marcie, a bela "inimiga" de Nora, com quem disputa pontos desde o primário. Aquela velha competição adolescente. E, como se isso não fosse suficiente para apimentar a trama, surge Scott... O vizinho de infância chato, que acaba chegando no momento certo e se torna uma peça intrigante desse interessante quebra-cabeça de Becca. Assim como Rixon, o anjo-amigo de Patch-namorado de Vee, que é eficientemente inofensivo até dois terços do livro.
Tudo isso poderia ser bem clichê, ou até mesmo maçante, se a autora não soubesse conduzir a trama espetacularmente. Não há só o romance adolescente, que preenche várias linhas com os pensamentos de Nora que, me desculpem aqueles que não gostam, são a maioria das perguntas que nos fazemos aos dezesseis anos. Talvez não tivéssemos todas as atitudes de Nora, mas confesso que estar rompendo regras é o nome do meio de qualquer adolescente. Inconsciente ou não. É exatamente isso que faz essa fase da vida, atraente. Então, eu realmente não esperava uma Nora Grey madura, mas confesso que Patch me surpreendeu, assim como Scott. Apesar de muitas vezes cometer o deslize de parecer um adolescente comum, Patch teve seu lado maduro de anjo caído há séculos, e que possui uma longa estrada na Terra, bem trabalhado se comparado a muitos outros young adults por aí. Ainda assim, eu sinceramente esperava mais de Scott. Ele causa uma presença e tanto quando chega, mas tudo se evanesce nas páginas seguintes.
Entretanto, Becca nos dá um belo clima de suspense durante toda a trama e uma dose extra nas últimas linhas, me deixando inebriada pelo misterioso Sr. Millar. A autora nunca escondeu ser fã de um bom thriller policial, e ela consegue mesclar as visões de Nora, o mistério que a envolve e nossa curiosidade na dosagem certa. Sem perder o pique. Eu comecei a ler o livro ainda com a história de Fallen na cabeça, perguntando-me se todas as resenhas que li realmente fariam jus ao fato de que a série Hush Hush seria melhor que a de Lauren Kate... Acho que as duas tem seus méritos, ao menos para aqueles que procuram diversão e uma boa leitura.
Deixemos os assuntos mais profundos de lado... Estou no aguardo de mais Patch e vocês?
Eu ♥ Resenhas: Sussuro - Hush Hush
Marcadores: Anjos, Bom, Hush Hush, Intrínseca, Literatura Estrangeira, Literatura Fantástica, Resenha
Título Original: "Hush Hush"
Autor: Becca Fitzpatrick.
Autor: Becca Fitzpatrick.
Ano: 2010.
Número de Páginas: 264.
Editora: Intrínseca.
Número de Páginas: 264.
Editora: Intrínseca.
Edição: 1ª Edição.
Tradutor: Livia de Almeida.
Falar sobre esse livro vai ser um pouco complicado para mim porque sempre tento ser imparcial e se tratando desse tipo de literatura - Young Adult - é sempre mais complicado porque não é um dos meus gênero favoritos. Mas vou tentar mesmo assim.
"Sussurro" ou "Hush Hush" conta a história de Nora Grey, uma menina comum, ou melhor, aparentemente comum.
Diferente da maioria, especialmente da sua melhor amiga Vee, Nora nunca havia direcionado seu interesse aos garotos apesar de estar em uma idade em que isso é tão comum como respirar, certo, talvez seja exagero meu, mas vocês compreendem o que quero dizer. Nora mora em um casarão um pouco distante da "civilização", como a própria Vee - melhor amiga de Nora - diz no livro, junto com sua mãe. A casa é uma das poucas lembranças que restaram do convívio que Nora tinha com o pai, este que foi assassinado em um "ato aleatório de violência". A mãe de Nora trabalha bastante e raramente tem tempo para ficar em casa, por isso Dorothea - doméstica - ajuda nos serviços da casa e em tomar conta de Nora durante parte do dia.
O livro inicia com um prólogo curioso que nos apresenta de como irá decorrer o resto do enredo, mostrando - basicamente - o inicio de tudo, mas só iremos compreender melhor o prólogo e de quem se está falando quando alcançarmos a metade para o final do livro. O primeiro capítulo começa em uma aula de biologia sobre "reprodução humana (sexo)" e o professor decide reorganizar os lugares e Nora acaba por sentar ao lado de um garoto misterioso, sombrio, com ar de perigoso e um par de olhos negros que a todo momento possível é citado no livro. Enfim, conhecemos Patch, mas pouco é revelado sobre ele, pelo menos até boa parte da metade do livro. As informações que Nora obtém em grande parte são sempre vagas, pelo menos - em minha humilde opinião - foram. Espero que ela desista de ser jornalista.
Bem, Hush Hush consegue sustentar certo ar de mistério e suspense em alguns momentos durante a leitura, porém não foge do clichê em momento algum, de tanto que em pouco menos da metade do livro (para não dizer um pouco mais do início) eu já havia deduzido quem fazia os ataques à Nora - ou pelo menos tentava, uma vez que fracassaram em todas as tentativas.
Confesso que só me surpreendi com o motivo de todo aquele alarde que há durante a história, talvez por ter achado o argumento apresentado pela autora bastante - com todo o respeito, mas não consigo pensar em uma palavra mais adequada - imbecil.
Continuando, Nora que nunca havia se sentido atraída por garoto algum, demora a aceitar que na verdade sente-se atraída por Patch, mas logo acaba cedendo. Nisso ela e Vee conhecem Jules e Elliot, dois rapazes que parecem ser realmente adoráveis, mas só parecem, enfim... Se eu continuar poderei cometer o pecado do Spoiler, uma vez que achei tão óbvio. Eu poderia citar mais algumas coisas, mas acho melhor não entregar tudo a vocês, afinal, os mistérios de Hush Hush não são tão difíceis de serem descobertos. Eu temo que possa acabar com a pouca surpresa que o livro oferece (no caso, a surpresa de que o que você imaginou de imediato fosse realmente verdade, tão decepcionante).
A protagonista também não possui nada de especial quanto a personalidade. Nora é absurdamente comum e vulnerável, tanto que acho rídiculo para o que ela "é". Seria pedir de mais ter uma protagonista mais inteligente e durona? Achei um tanto decepcionante, mas vejam, isso é típico nos livros desse gênero. Pelo menos em todos que li até agora.
Em suma, Hush Hush é um bom YA, mas - na minha opinião - deixa muito a desejar na questão literária, porque esse tipo de literatura é um tanto rasa na profundidade da história e dos personagens. Não há um desenvolvimento emocional e da personalidade dos personagens tão amplo como há em vários clássicos, além do enredo ser clichê ao ponto de sabermos a resolução do mistério muito fácil. Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, não consegui perceber nada de surpreendente nas divagações da protagonista, a não ser o fato de ela pensar que Patch está querendo matá-la e mesmo assim sente-se terrivelmente atraída por ele, vai entender...
Uma coisa que não gostei muito neste livro foram as descrições. Achei um tanto vagas e por vezes desnecessárias - para não dizer pobres de conteúdo útil -, cita-se muito os olhos negros de Patch, dando sempre ênfase aos negros, achei isso cansativo.
Brincadeiras, revoltas e indagações à parte, Sussurro é um bom livro Young Adult, não fugindo nenhuma vez deste gênero, é claro. A vantagem dos livros YA é que a narrativa é leve, tão leve que terminamos de ler o livro facilmente sem nos estressarmos com dicionários e coisas do gênero. Nem é preciso pensar muito para entender o que está se passando na história e com os personagens porque os autores gostam de deixar tudo escrito. Só acho isso uma perda e tanto para a intelectualidade do leitor, exercitar o cérebro para entender e aprender com os personagens e a história é tão mais divertido.
Não dei 5 ou 4 estrelas para esta obra porque penso que para um livro ser "Muito bom" ou "Ótimo" é preciso muito mais habilidade do autor em conduzir uma história do que a Fitzpatrick teve. É preciso saber escolher as palavras, construir boas frases e, sobretudo, construir um enredo em que faça o leitor refletir e aprender alguma coisa com os personagens, é preciso ser um livro que consiga acrescentar algo a nossa visão da vida. Não tirei lição alguma de Sussurro, mas me diverti. Não vou dar uma nota tão baixa porque apesar de tudo, creio eu, livros desse gênero são feitos mais para entreter do que para refletir e devem ser julgados como tal, porque se fôssemos comparar Sussurro com algum clássico como, por exemplo, Orgulho e Preconceito, seria no mínimo rídiculo. Quanto a entretenimento Sussurro garante uma boa dose. É o tipo de livro que serve para intercalar leituras mais densas e complicadas, bom pra relaxar a cabeça. Recomendo até.
Eu não gostei muito, mas a Roquelaure adorou.
OBS: Peço desculpas pelo sumiço, mas para semana que vem tudo vai estar em seus conformes e desculpo-me também pelo tamanho desta resenha, tentei não me prolongar, mas eu sempre falho.
Diferente da maioria, especialmente da sua melhor amiga Vee, Nora nunca havia direcionado seu interesse aos garotos apesar de estar em uma idade em que isso é tão comum como respirar, certo, talvez seja exagero meu, mas vocês compreendem o que quero dizer. Nora mora em um casarão um pouco distante da "civilização", como a própria Vee - melhor amiga de Nora - diz no livro, junto com sua mãe. A casa é uma das poucas lembranças que restaram do convívio que Nora tinha com o pai, este que foi assassinado em um "ato aleatório de violência". A mãe de Nora trabalha bastante e raramente tem tempo para ficar em casa, por isso Dorothea - doméstica - ajuda nos serviços da casa e em tomar conta de Nora durante parte do dia.
O livro inicia com um prólogo curioso que nos apresenta de como irá decorrer o resto do enredo, mostrando - basicamente - o inicio de tudo, mas só iremos compreender melhor o prólogo e de quem se está falando quando alcançarmos a metade para o final do livro. O primeiro capítulo começa em uma aula de biologia sobre "reprodução humana (sexo)" e o professor decide reorganizar os lugares e Nora acaba por sentar ao lado de um garoto misterioso, sombrio, com ar de perigoso e um par de olhos negros que a todo momento possível é citado no livro. Enfim, conhecemos Patch, mas pouco é revelado sobre ele, pelo menos até boa parte da metade do livro. As informações que Nora obtém em grande parte são sempre vagas, pelo menos - em minha humilde opinião - foram. Espero que ela desista de ser jornalista.
Bem, Hush Hush consegue sustentar certo ar de mistério e suspense em alguns momentos durante a leitura, porém não foge do clichê em momento algum, de tanto que em pouco menos da metade do livro (para não dizer um pouco mais do início) eu já havia deduzido quem fazia os ataques à Nora - ou pelo menos tentava, uma vez que fracassaram em todas as tentativas.
Confesso que só me surpreendi com o motivo de todo aquele alarde que há durante a história, talvez por ter achado o argumento apresentado pela autora bastante - com todo o respeito, mas não consigo pensar em uma palavra mais adequada - imbecil.
Continuando, Nora que nunca havia se sentido atraída por garoto algum, demora a aceitar que na verdade sente-se atraída por Patch, mas logo acaba cedendo. Nisso ela e Vee conhecem Jules e Elliot, dois rapazes que parecem ser realmente adoráveis, mas só parecem, enfim... Se eu continuar poderei cometer o pecado do Spoiler, uma vez que achei tão óbvio. Eu poderia citar mais algumas coisas, mas acho melhor não entregar tudo a vocês, afinal, os mistérios de Hush Hush não são tão difíceis de serem descobertos. Eu temo que possa acabar com a pouca surpresa que o livro oferece (no caso, a surpresa de que o que você imaginou de imediato fosse realmente verdade, tão decepcionante).
A protagonista também não possui nada de especial quanto a personalidade. Nora é absurdamente comum e vulnerável, tanto que acho rídiculo para o que ela "é". Seria pedir de mais ter uma protagonista mais inteligente e durona? Achei um tanto decepcionante, mas vejam, isso é típico nos livros desse gênero. Pelo menos em todos que li até agora.
Em suma, Hush Hush é um bom YA, mas - na minha opinião - deixa muito a desejar na questão literária, porque esse tipo de literatura é um tanto rasa na profundidade da história e dos personagens. Não há um desenvolvimento emocional e da personalidade dos personagens tão amplo como há em vários clássicos, além do enredo ser clichê ao ponto de sabermos a resolução do mistério muito fácil. Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, não consegui perceber nada de surpreendente nas divagações da protagonista, a não ser o fato de ela pensar que Patch está querendo matá-la e mesmo assim sente-se terrivelmente atraída por ele, vai entender...
Uma coisa que não gostei muito neste livro foram as descrições. Achei um tanto vagas e por vezes desnecessárias - para não dizer pobres de conteúdo útil -, cita-se muito os olhos negros de Patch, dando sempre ênfase aos negros, achei isso cansativo.
Brincadeiras, revoltas e indagações à parte, Sussurro é um bom livro Young Adult, não fugindo nenhuma vez deste gênero, é claro. A vantagem dos livros YA é que a narrativa é leve, tão leve que terminamos de ler o livro facilmente sem nos estressarmos com dicionários e coisas do gênero. Nem é preciso pensar muito para entender o que está se passando na história e com os personagens porque os autores gostam de deixar tudo escrito. Só acho isso uma perda e tanto para a intelectualidade do leitor, exercitar o cérebro para entender e aprender com os personagens e a história é tão mais divertido.
Não dei 5 ou 4 estrelas para esta obra porque penso que para um livro ser "Muito bom" ou "Ótimo" é preciso muito mais habilidade do autor em conduzir uma história do que a Fitzpatrick teve. É preciso saber escolher as palavras, construir boas frases e, sobretudo, construir um enredo em que faça o leitor refletir e aprender alguma coisa com os personagens, é preciso ser um livro que consiga acrescentar algo a nossa visão da vida. Não tirei lição alguma de Sussurro, mas me diverti. Não vou dar uma nota tão baixa porque apesar de tudo, creio eu, livros desse gênero são feitos mais para entreter do que para refletir e devem ser julgados como tal, porque se fôssemos comparar Sussurro com algum clássico como, por exemplo, Orgulho e Preconceito, seria no mínimo rídiculo. Quanto a entretenimento Sussurro garante uma boa dose. É o tipo de livro que serve para intercalar leituras mais densas e complicadas, bom pra relaxar a cabeça. Recomendo até.
Eu não gostei muito, mas a Roquelaure adorou.
OBS: Peço desculpas pelo sumiço, mas para semana que vem tudo vai estar em seus conformes e desculpo-me também pelo tamanho desta resenha, tentei não me prolongar, mas eu sempre falho.
Assinar:
Postagens (Atom)








