• Conheça os autores que futuramente ganharão o mundo!
  • Conheça mais o universo das Fanfictions com uma das moderadoras do Nyah! Fanfiction!
  • Fique por dentro do que acontece no universo literário!

Eu ♥ Lançamentos: APED


     Nem completamente vivo...
E completamente morto!
 Em 90 Anos Antes, primeiro livro da Série Renascer, David Andrews conta toda sua vida, desde a sua transformação de um simples mortal para um vampiro, até os dias atuais, dias estes marcados pelo reencontro com Elise.

David se apaixona por Elizabeth Evans, uma vampira, que encontrou na floresta. Apaixonados, iriam se casar, mas em 1901, quando um vingativo e inesperado desafeto de Elizabeth a reencontra, astuciosamente consegue atraí-la para a mesma floresta, matando-a, e queimando seu corpo.

90 anos de completa agonia se passaram na vida do imortal David Andrews. Vivendo em um total desinteresse por tudo e por todos, e se sentindo como um verdadeiro vampiro.


Em Confusões de Um Viúvo, encontramos Leonardo, jovem arquiteto, viúvo há dois anos e pai de duas lindas meninas. Ainda sofrendo com a saudade da esposa, a quem amava muito, tenta evitar o assédio de outras mulheres, pois acha que tem problemas suficientes para lidar – o trabalho, os cuidados com as filhas, a sogra dominadora, amigos que tentam arrumar-lhe um novo amor e a doença de sua mãe. Em meio a tudo isso, a nova professora de balé das meninas, Bruna, parece trazer consigo uma onda de azar a cada encontro. A atração entre eles é inevitável. Acompanhe as aventuras e desventuras de Leonardo nos belos cenários da cidade de Porto Alegre e da serra gaúcha


Artur, um recém reformado aprisionado na rotina de uma vida sem surpresas, decide morrer. Então encontra um motivo para protelar esse gesto na forma de um rosto nunca antes notado numa velha fotografia. Este acontecimento leva-o a empreender uma viagem ao longo da qual passa a acreditar que esse homem impresso é o seu destinado salvador. Artur titubeia entre o desejo de morte e o de redenção quando conhece alguém, um confidente ou um mentor, que insiste em conduzi-lo pela mão até ao seu fim planeado.

Se quiserem mais informações sobre os lançamentos da APED, acessem: 


Merry Meet!


Roxane Norris

Nós Apoiamos: Mundo Potteriano

Como vocês sabem, o Eu♥Livros apóia os novos autores brasileiros e deseja que, um dia, a leitura (especialmente dos nacionais) possa ser apreciada por nós brasileiros sem preconceitos assim como em todo o mundo. 

Hoje a juventude acaba se deparando (e se apaixonando) com esse mundo das letras, muitas vezes, através de sites de Fanfiction. Para aqueles que não sabem Fanfiction é, de maneira bem crua, ficção feita por fãs. Não entendeu ainda!? Quando um fã escreve outra história baseada num enredo original (livros, séries, filmes, mangás, quadrinhos, etc.). Basicamente o Fã utiliza os personagens de determinada história e usa-os em outras tramas boladas por ele mesmo sempre dando créditos ao autor, é claro.

Então, um dos sites bastante populares aqui no Brasil é o "Nyah! Fanfiction", hoje só "Fanfiction". Existe um grupo com uma proposta bastante legal que é um concurso para fanfics de Harry Potter.


CLIQUE PARA ACESSAR

O Mundo Potteriano tem a intenção de, através deste concurso, premiar o primeiro colocado com uma publicação, para quem quiser participar lendo e fazendo crítica às histórias, seguem os títulos que estão concorrendo:
Para saber mais sobre o concurso, recomendo que acesse o blog e leia algumas das histórias acima.


Errata: Agora estão as histórias corretas, as que estavam antes foram as que saíram na última semana.


Xoxo,

Julliana Passos.

Coluna CNA: Personagens de ADQS



Já ouviu falar desse lançamento da Editora Modo? Não!!? Então fique por dentro dos mistérios que rolam em ADSQ, um livro de Fabiana Cardoso!
—   Lembre-se que a partir de hoje você oficialmente faz parte da equipe de agentes da organização secreta ADQS! 


Sinopse: Cíntia encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas alternativas são: denunciar o ‘namorado’, praticamente, assinando sua sentença de morte ou ser presa e permanecer um longo tempo na prisão. Na delegacia acaba conhecendo Henrique, um homem charmoso e misterioso que faz uma proposta – a garantia de que não irá para a cadeia. O que ela não imaginava é que seria recrutada para fazer parte de uma organização secreta, assumindo a identidade de Thaís Torres e se mudando para São Paulo. Agora a mais nova agente da ADQS terá que investigar crimes que a polícia comum não conseguiu resolver, arriscando sua vida nas operações pouco convencionais da organização. Aos poucos, Thaís desvenda os mistérios da organização secreta, vivendo fortes emoções em suas missões e se arriscando em um romance proibido. Mistério, aventura, humor e romance fazem parte desta trama.


Conheça um pouco mais dos personagens de ADQS, de Fabiana Cardoso


 Henrique Rocha
Henrique é um líder nato, extremamente sedutor e charmoso, misterioso e focado na obtenção de resultados. Estrategista por natureza. Tem o humor variável, na maioria das vezes um homem de bem com a vida, mas procure não contrariá-lo ou conhecerá sua ira. Qual segredo Henrique esconde de todos? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!



Thaís Torres/ Cíntia
Thaís é uma mulher segura e confiante, gosta de enfrentar desafios. Muito bonita, mas deixa a desejar na pontualidade e muitas vezes é impulsiva. Especializada em artes marciais e lutas. Que mistérios Thaís encontrará nessa nova fase de sua vida? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!



 
 Caio Pontes
Personalidade: Extrovertido e bem humorado, lindo e carismático, sempre faz observações sarcásticas, eficiente, mas exagera um pouco nas brincadeiras. Tem a habilidade de transpor qualquer tipo de barreira. Qual será o passado de Caio? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!







Valéria Mortari
Personalidade: Calma e ponderada, Racional e equilibrada, chama a atenção pela beleza, mas demonstra ser muito inteligente também. Entre suas habilidades estão sua atuação perfeita nos papéis que é designada, poderia se tornar uma atriz. Valéria atua muito bem, o que será que ela esconde atrás dessa calma toda? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!



 
 Edson Guerra
Personalidade: Correto e sensato, perspicaz ao analisar os casos tem sempre boas idéias e soluções. Apenas é um pouco certinho e tímido. Suas habilidades em informática são brilhantes, merecendo o título de hacker. Como esse ex-criminoso tão inteligente entrou para a organização? ADQS Venha Desvendar essa Organização Secreta!





 
 Bruna Bonni
Personalidade: Debochada e extrovertida, sempre fazendo piadas. Não é a toa que se mostra irresponsável e não leva nada a sério, levando seu chefe e colegas a loucura. Habilidosa em manipular pessoas e com alto poder de persuasão consegue resultados muito bons. Como uma pessoa tão carismática foi parar na ADQS? Venha Desvendar essa Organização Secreta!


Créditos de criação de Personagens: Patrícia Milene

ADQS estará no Stand JR78

Não percam!



Beijocas,

Roxane Norris

Eu ♥ Entrevistas: Renata Müller




Renata Müller Cardozo é bacharel em Psicologia pela Universidade Regional de Blumenau. Paranaense, atualmente reside com seu marido em Florianópolis, Santa Catarina, onde é servidora pública. Ela estará autografando seu livro "Antes de Você Chegar" no stand da Delicatta dia 18/08, e aceitou nos dar essa entrevista com muito carinho!

Obrigada Rê!

 

1 – Renata, como fui procurar o fio da meada da sua vida, descobri que tivemos um início em comum – Fanfictions – No seu caso notei que trabalhou continuamente no grupo de Rurouni Kenshi (Samurai X). Particularmente, eu me sinto muito feliz de estar te entrevistando, porque vejo muita gente boa nesse meio. Pessoas que tem talento como você. Então, antes de mais nada, queria que você falasse como foi esse início e como foi a transição de escrever uma “fic” para um romance. 

R.M: Eu acho que Fanfiction para mim foi um bom começo. Eu já escrevia, mas eu tinha muito receio em mostrar as minhas coisas para outras pessoas. Com o Fanfiction, o anonimato da publicação online, isso foi um aprendizado muito grande para que eu pudesse me expor e também para lidar com as críticas. Acho que é um bom laboratório para um jovem autor.
Não foi uma transição brusca do Fanfiction para o romance, porque eu já vinha trabalhando com Universo Alternativo, usando personagens de Rurouni Kenshin em um contexto diferente daquele do anime. Se teve uma coisa que eu desenvolvi com Fanfiction que eu trouxe para o romance foi uma ideia de organização de história. Eu trabalho muito com planejamentos, sem a prática que eu tive com “fics”, eu teria tido muito mais trabalho para estruturar as ideias, os eventos, no romance.



2 – Ainda dentro da pergunta anterior, pois achei que ela ia ficar muito extensa, como é lidar com a criação de seus próprios personagens? Você vê em Ana Maria algum reflexo dos que construiu na sua carreira de fanfictions?

R.M: Pode parecer estranho, mas eu sou fanática por criação de personagens. Acho que é esse um dos motivos que eu não escrevo mais fanfiction. Quando você trabalha com os personagens de outra pessoa, você tem certos limites sobre as alterações que você pode fazer, mesmo sendo um Universo Alternativo. Certas mudanças são permitidas, mas existem algumas regras não escritas sobre o quanto você pode mudar um personagem ou não.
Na criação de um personagem original, você não tem essa limitação. O que te limita acaba sendo o próprio personagem, a personalidade que você deu a ele. Isso eu aprendi bastante com fanfictions e espero que tenha passado para Ana Maria, a parte em que o personagem deve ser fiel a ele mesmo. As próprias mudanças que o personagem passa durante a história deve estar relacionadas com a personalidade dele.



3 – Você estudou Psicologia e escreveu o seu romance – Antes de Você Chegar – voltado para o público juvenil. Na sua carreira sempre trabalhou com jovens? Em que sentido, você identifica, sua carreira ajudou a construir o universo da obra?

R.M: Na verdade, esse negócio de público me confunde (risos). Eu penso que eu escrevi essa história para um público jovem adulto. Tanto que a linguagem às vezes é um pouco explícita para “ouvidos sensíveis”.
Sempre tive bastante contato com pessoas mais novas do que eu, já desde a época em que eu fazia site sobre games, que coincidentemente foi quando eu também comecei a trabalhar com fanfictions. Nunca trabalhei com jovens, mas o contato sempre esteve ali.
O que mais me ajudou da Psicologia em construir o mundo da Ana Maria, foi justamente o trabalho com a memória da personagem e a avaliações de mundo que ela tem.  Além disso, há personagens que são mentalmente instáveis. Se alguém prestar bastante atenção é possível diagnosticá-los (rsrs). 



4 – Além de sua formação, há alguns elementos que captou do cotidiano ou de alguma referência em particular?

R.M: Há muitas histórias familiares, muitas histórias de amigos e conhecidos que se mesclaram na minha mente na elaboração da trama. É mais aquela coisa de acontece nas melhores famílias, como o envolvimento com drogas, alcoolismo, problemas mentais etc.
Acho que a maior inspiração para um autor, independente do gênero que ele escreva, deve estar no mundo ao seu redor. Só o que vai mudar é a interpretação do mundo dependendo do universo da história. 


5 – Nós, autores iniciantes, temos muita dificuldade em encontrar uma representatividade. O mundo editorial está começando apostar agora nesse crescimento da nova geração de autores nacionais. A MODO é uma dessas editoras e por isso está envolvida nesse projeto. Vindo de um nicho que gera, como já disse, muitos escritores, como foi essa inserção no seu caso e o que você diria para seus colegas que também estão começando agora?

R.M: Eu tive muita sorte. Ano passado Adriana Vargas me convidou para o Clube dos Novos Autores. Ela reuniu muita gente talentosa que estava começando. Por intermédio dela o meu original chegou até a MODO.  Foi a primeira editora que eu enviei qualquer coisa recebi uma aprovação logo de cara.
Para mim, foi um choque! Eu quase esperava passar pelo calvário que eu vinha escutando que muitos autores passavam antes de serem aprovados por uma editora. Para mim, então, o processo foi uma progressão natural do trabalho.
Acho que a parte mais importante para quem está começando agora é ter confiança. Algumas vezes você vai encontrar pessoas que adoram o seu trabalho e outras vezes você vai encontrar pessoas que tentam minar a sua confiança. De qualquer forma, você deve aproveitar toda a oportunidade que você encontrar para melhorar a qualidade daquilo que você escreve. Não dá para criar a ilusão de não há nada que possa ser melhorado. Essa dedicação é o que separa um autor do resto.  A habilidade de sempre estar se reciclando e se tornando melhor. 



6 – Vou deixar esse espaço agora para você deliciar nossos leitores com um pouco da sua obra. Conta para gente como é “ Antes de Você Chegar”.

R.M: “Antes de você chegar” conta a história da Ana Maria, como você mesma já disse. Ela é uma moça sem grandes expectativas e grandes objetivos na vida. Isso começa a mudar quando ela conhece um homem que vinha a perseguindo. Ela começa, então, a reavaliar o que ela viveu e as consequenciências do seu passado na sua vida. Basicamente, é uma história sobre crescer e crescer nem sempre é fácil. 


Em nome do blog Eu ♥ Livros, quero agradecer seu carinho e te desejar sucesso, não só com seu livro, mas em sua carreira!

Muito obrigada, Roxane! Eu adorei participar. Também desejo muito sucesso para você e o Blog. 

Beijos

Ah, você que foi fofa em nos receber!

Nossa equipe te eseja muito sucesso e que depois você venha nos contar sobre o lançamento!

Beijos

Roxane Norris

   

Dicas para Preservar seu Livro




O tempo não passa apenas para nós, seres vivos, é bem verdade que ele é mais cruel conosco, mas ainda assim nossos preciosos tesouros literários também sofrem com o desgaste e vão definhando com o passar dos tempos. Além disso, existem também insetos e pragas que aceleram o processo destrutivo. Pois bem, a vida não é justa nem para os encadernados. Por é preciso determinados cuidados na hora de guardar e até mesmo ler um livro.


Segue abaixo algumas dicas:



  • Para evitar insetos e fungos o ideal é que seu livro não fique guardado próximo a ambientes úmidos ou muito próximos ao chão ou a paredes.


  • Evite a Poeira: A poeira acelera o processo de envelhecimento porque contém microrganismos além de resíduos de produtos químicos advindos da poluição e também pode causar manchas nas páginas. Prefira guardá-los em alguma estante fechada.


  • Pegue o livro com as mãos limpas para não engordurar ou sujar a capa.


  • Jamais use fita adesiva para colar uma página rasgada, na hora pode até parecer uma boa ideia, mas a composição química da cola acaba por acelerar o envelhecimento da folha, procure por fitas adequadas para esse fim em lojas de restauração (como por exemplo "A Fita Adesiva Mágica" ou "Magic Tape").


  • Pegue o livro exatamente pelo meio da lombada para evitar danificar a parte superior, além de dar uma firmeza muito maior na hora de puxar o livro pra si. Por isso é importante não deixar os livros tão imprensados um nos outros. Verifique também a inclinação

RESULTADO DA FOTO 1

  • Apesar de ser tentador molhar a ponta do dedo já ressecado com o folhear das páginas, não o faça. Dê preferência a passar as páginas na parte superior da folha.


  • Nunca dobre as folhas ou marque com clipe de papel (pode deixar manchas de ferrugem, além de amassar um pouco a página) ou utilize outros objetos (como caneta, outros cadernos, etc) para marcar a página. Isso agride o miolo do livro e as páginas. Procure por um marcador de páginas ou utilize outro papel para marcar a página.


  • Os livros grandes e grossos (como, por exemplo, os da série Game of Thrones) possuem uma estrutura fraca, guarde-os na horizontal e não empilhe, se não houver jeito, evite empilhar mais de 3.


  • Evite comer enquanto estiver lendo, se o fizer, cuidado com as migalhas. Elas podem atrair insetos como formigas e baratas.

Algumas dicas são mais básicas que outras, mas é sempre bom lembrar. Cuide bem dos seus livros. Em breve eu vou ver se faço um tutorial de como recuperar um livro antigo e posto aqui pra vocês.

Xoxo,

Julliana Passos.

Novo Visual e Agradecimentos

Boa tarde, galera!


Como já devem ter percebido, o blog mudou de visual para tentar exibir uma imagem mais agradável aos leitores. Durante esse tempo todo o blog já teve muitas caras para a falar a verdade e muita gente já participou da nossa equipe, uns ficaram mais tempos que outros, mas não é por isso que colaboraram menos. Devo agradecer também a vocês, leitores, que mandam emails e participam ativamente.

Obrigada pelo carinho!

Queria fazer um agradecimento em especial a Roxane Norris que cuidou com primor do blog e me deu força pra voltar pra cá, mas queria agradecer especialmente pelo empenho tanto dela quanto da editora parceira APED e seus responsáveis em apoiar os novos autores nacionais através de um concurso de crônicas que resultou numa antologia maravilhosa com o título de "Almoço em Família", é como se um sonho fosse sendo realizado aos poucos e todos vocês fizessem parte deles.

Nesse template, nossas editoras parceiras e nossos blogs parceiros possuem mais destaque, em breve haverá um espacinho dedicado aos autores parceiros também na parte da frente do blog. Estamos aceitando parcerias, entrem em contato.

Em breve haverá colunas novas no blog e também promoções. Fiquem ligados!


Eu♥Lançamentos: Kaori e o Samurai Sem Braço


Quem acompanha a autora Giulia Moon com toda a certeza estava na espera da continuação de Kaori que a autora havia prometido.

Pois bem, é na bienal de São Paulo às 18 horas do dia 18/08 que acontecerá o lançamento do terceiro livro dessa série maravilhosa (leia a resenha do primeiro livro). Então não esqueçam de ir nesse mesmo bat-dia e nesse mesmo bat-horário até o estande da Giz Editorial prestigiar a querida Giulia Moon. Lembrando que o livro não faz parte do arco principal da série. É um prequel do Kaori 2: Coração de Vampira. (confira a resenha do segundo livro) Conta como alguns personagens se conheceram há mais de duzentos anos.

Achei legal o lançamento ser num horário, dia e mês com "oito". Hachi ("oito" em japonês) é um número de sorte no Japão, espero que a sorte se estenda ao sucesso de Kaori, apesar dos livros da Giulia serem bons demais para precisarem contar com algo como "sorte".



Sinopse:
Março de 2011, Brasil. Uma bela vampira, Kaori, procura confortar seu amigo Takezo, que sofre com as notícias alarmantes sobre o tsunami que devastou o Japão, sua terra natal. As lembranças de outra catástrofe semelhante do passado levam Kaori a recordar o ano de 1782, quando conheceu um certo samurai sem braço: Migitê-no-Kitarô, um exterminador de monstros.
Kaori narra ao amigo as aventuras eletrizantes que viveu junto com Migite-no-Kitarô e a sua fiel companheira Omitsu, a mulher-raposa, enfrentando demônios e espectros do folclore japonês. O objetivo do trio é exterminar um terrível monstro devorador de almas, mas essa missão os levará ao mais arriscado dos confrontos: o desafio de enfrentar a si mesmo, às próprias fraquezas e arrependimentos, numa luta de vida ou morte!

  • Com histórias de tirar o fôlego, Giulia traz nesse livro referência ao terremoto que devastou o Japão em março de 2011, começando com uma descrição de outro terremoto em 1782, no Japão Feudal.
  • Esse é também o primeiro livro ilustrado da série e vem com dezoito desenhos em preto e branco da própria Giulia. (olha que luxo!)
  • Uma das coisas que achei bastante admiráveis é que comprando este volume, vocês estarão ajudando entidades assistenciais que auxiliam vítimas de catástrofes naturais, como a que aconteceu no Japão e aqui no RJ com as chuvas. Além de se divertir com o livro, você também está fazendo seu papel social e ajudando várias pessoas que perderam tudo. Um papel muito bonito e admirável tanto da Editora Giz quanto da Moon.


Confira um trecho exclusivo:
Com efeito, havia uma aranha azul entre os seus dedos. Ela abria e fechava as pernas de modo sinistro, tentando morder Kaori.
– Está ouvindo? – disse a garota. – Ela grita.
Kitarô abanou a cabeça, intrigado.
– Não ouço nada.
– Pois eu ouço. – Kaori ergueu o rosto, apurando os ouvidos. – E as companheiras estão respondendo. Há milhares delas por perto, posso distinguir de onde vem a maior concentração dos gritos. Talvez haja um ninho delas.
O samurai e a vampira entreolharam-se. Kitarô abriu passagem à garota.
– Primeiro você, bakemono.
Kaori começou a correr, o pano providencial sobre o corpo. Teve o cuidado de deslocar-se mais devagar para que o samurai pudesse acompanhá-la. As passadas vigorosas de Kitarô soavam atrás de si. Ele era forte e corajoso. Depois de muito tempo, podia correr sem se preocupar em olhar para trás. Percebia, agora, por que a kitsune escolhera este mortal como seu senhor. Apesar de todos os defeitos, Kitarô trazia dentro de si uma força extraordinária, luminosa, que enchia de esperança os que sofriam com a dor, o abandono e o medo.
Você, leitor do Eu♥Livros, está intimado a comparecer:


Lançamento:
Dia: 18/08/2012
Hora: 18 horas

Local: stand Giz Editorial, M-79, 22ª. Bienal do Livro de São Paulo


Giulia Moon é escritora, ilustradora e editora. Já foi diretora de criação e sócia de agência de propaganda, tendo no seu currículo a criação dos personagens Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre da Marisol. Com várias coletâneas publicadas desde 2003, só em 2009 Giulia lançou o seu primeiro romance, Kaori: Perfume de Vampira, pela Giz Editorial, onde narra a história de uma bela vampira japonesa desde o seu início como menina pobre e indefesa no Japão feudal, até as aventuras picantes e perigosas como uma “vampira de programa” na movimentada São Paulo contemporânea. Em 2011, dando prosseguimento à série, Giulia lançou Kaori 2: Coração de Vampira. E, em 2012, ela volta às livrarias com Kaori e o Samurai Sem Braço, o seu terceiro livro com a personagem.

Coluna CNA: Renata Müller





A Autora:


Renata Müller Cardozo é bacharel em Psicologia pela Universidade Regional de Blumenau. Paranaense, atualmente reside com seu marido em Florianópolis, Santa Catarina, onde é servidora pública.






Trecho do livro "Antes de Você Chegar"




1. MEG 
Tinha alguém me seguindo. Não sei quando foi que eu percebi isso, mas a sensação de alguém me observando estava lá. Minha colega, Samantha – que era chegada nessas coisas de sobrenatural, percepção extrassensorial e coisas genéricas de séries de TV – havia dito que ou eu estava sendo perseguida, ou eu “era objeto de possessão demoníaca”. Como eu não acreditava em fantasmas ou demônios e não me achava interessante o bastante para algum psicopata tomar nota, eu deveria estar simplesmente maluca. 

Poderia ser só uma impressão recorrente. Ou talvez o Pedro houvesse tido uma recaída. Só que ele estava no trabalho naquela hora e eu sabia que ele não andava cabulando o serviço porque eu revistava a carteira dele. 

Na hora em que eu saí do serviço, estava ventando. O outono havia chegado, mas sempre havia vento naquela bendita cidade. Estava atravessando a rua no semáforo e o vento bateu em mim com tanta força que quase me fez perder o equilíbrio. Meu cabelo voou em todas as direções, feito uma medusa. Meu elástico tinha caído no chão. Baixei para pegar e depois tive que correr para atravessar antes de o sinal abrir para os carros. 

Foi quando eu parei na calçada para amarrar o cabelo, que vi a caminhonete. Era como em um daqueles filmes em que a pessoa que está para morrer vê a vida toda passar diante dos olhos. Exceto que eu não estava morrendo, mas eu me lembrava de já haver visto aquela caminhonete mais de uma vez. 

Tentei pegar o número da placa, mas o semáforo abriu e ela arrancou rápido, cantando pneu. Tudo que eu consegui guardar foram as letras, MEG. Parecia nome de gente. O nome daquela atriz que a Marina dizia que achava uma fofa, das comédias românticas de sexta à noite, de antes de ela arranjar um namorado. Aquilo era um sinal. Só podia ser isso. Era sinal de que eu iria receber a minha carteirinha de maluca. 

Prendi o cabelo como deu, mas o vento ainda estava tão forte que não tinha como fazer um rabo-de-cavalo decente. Uns fios escapavam e ficavam voando em volta do meu rosto. Se eu abrisse a boca para respirar, comeria cabelo. Era uma das coisas que eu não gostava naquela cidade. Ela não conseguia decidir. Ou era quente de rachar, ou tinha aquele vento gelado que parecia que iria levar a minha roupa embora. 

Já havia escutado várias histórias, lendas urbanas, de coisas que o vento havia feito. Tipo a da mulher que estava esperando o ônibus e a lufada fez com que ela fosse parar na rua, na frente de um caminhão PAM! Atropelada. Algumas vezes eu acreditava que essa história poderia ser verdade, especialmente quando achava que eu mesma iria ser levada embora. Talvez eu fosse para Oz, igual à Dorothy do filme. 

Peguei o ônibus lotado no terminal. Era uma sensação bem próxima de ser uma sardinha. Exceto que sardinhas não têm cheiro de suor e não ficam tentando se apalpar na latinha. As pessoas mais espertas estavam sempre com fones de ouvido no ônibus. Eu havia desistido de comprar qualquer tipo de eletrônico. Eu sempre dava um jeito de perder, na rua ou em casa. No final das contas, era muito caro ser avoada. Era mais barato ficar ouvindo as pessoas conversando alto sobre coisas idiotas que não me diziam respeito. Eu quase tinha vontade de me intrometer algumas vezes. 

Fiquei olhando para fora, tentando me segurar da melhor forma possível, já que o motorista parecia ser um piloto de Fórmula 1 aposentado. Vi uma mulher fazer o sinal da cruz enquanto o ônibus passava por cima da ponte. Era exatamente como eu me sentia, como se estivesse entregando a minha alma, mas eu já estava habituada com a sensação. 

Quando saí, o ônibus já havia esvaziado. Desci um ponto antes, para ficar na frente da locadora. O balconista me conhecia desde a época que eu ainda fingia ser uma boa garota. Ele me chamava de Amélie, por causa da Amélie Poulain do filme[1]. Naquela época eu tinha cortado o meu cabelo curto e tinha ficado parecido com o da personagem. O cabelo já havia crescido tinha muito tempo, mas o rapaz continuava me chamando daquele jeito. Acho que ele deveria gostar do filme, ou qualquer coisa assim. 

— Amélie, eu consegui o filme que você queria! — o balconista disse, ao me ver. 

Ele era um tipo desengonçado, meio alto, magrelo e ruivo. A Marina antigamente achava que ele tinha alguma coisa por mim e eu achava que ela tinha razão. Não que ele não fosse atencioso com todos os clientes, mas ele sempre parecia excessivamente feliz quando me via. 

Ele tirou a caixa de debaixo do balcão, como se fosse alguma coisa proibida. Se fosse alguma coisa ilegal, ele não poderia fazer mais segredo. Uma mulher gorda, que estava parada na frente da prateleira dos lançamentos, deu uma olhada atravessada. Pela cara dela, deveria estar achando que era um filme pornô. Deveria ser uma daquelas carolas religiosas, que passam os dias na igreja e de noite transam com a luz apagada. 

O filme não tinha nada de pecaminoso. Era só um filme velho que eu já tinha visto algumas vezes. Gente como a Gente, era o filme. Se a velha visse o “como” do título escrito na capa, iria provavelmente achar que ele queria dizer outra coisa. Quando uma pessoa tem a mente suja, tem a mente suja. Iria acabar lendo “Gente come Gente”, um pornô sem escrúpulos, ou um filme estranho sobre canibalismo. 

— Tive que mandar vir da filial — ele continuou, alheio aos meus pensamentos. 

— Obrigada, você é um anjo — agradeci, mas não conseguia lembrar o nome dele. 

Era Ilson? Wilson? Nilson? 

Tirei o dinheiro do bolso para pagar a locação, mas ele segurou a minha mão. 

— Por conta da casa, Amélie — falou e demorou um pouco mais para soltar minha mão do que precisava. Não que ele precisasse ter segurado em primeiro lugar. 

A cara da velha era de quem iria dizer “pouca vergonha”, ou qualquer coisa do gênero. Era bem aquele tipo de gente que não pode ver ninguém segurando a mão de outra pessoa sem ter segundas intenções. Ele tinha segundas intenções, claro. Quando é que homem não tem segundas, terceiras, quartas intenções? Pergunte ao Pedro. 

— Valeu, — congelei, como é que era mesmo o nome dele? Ortelino Troca-Letras? — Otis. Obrigada. 

Era a única pessoa no mundo que deveria se chamar Otis. Esse era o tipo de nome de pessoas que já nasceram velhas. Eu não conseguia imaginar uma criança chamada Otis. Quem era o pai que dava para o filho nome de elevador? 

Peguei o filme e guardei na bolsa. É claro que tratei de me mandar dali antes que ele inventasse que tinha direito de me convidar para qualquer coisa idiota e eu me sentisse na obrigação de aceitar porque ele havia me dado uma locação. 

Saí para a rua escura. Tinha noites em que a iluminação pública parecia não ser o bastante para iluminar tudo que deveria ser iluminado. Por sorte, eu estava apenas a duas quadras de casa. 

O vento mexia as folhas das árvores, fazendo as sombras dançarem. Quando as sombras mexiam daquele jeito, davam a impressão de que algumas coisas eram maiores. Já estava quase em casa, quando um cachorro fuçando no lixo me fez dar um pulo. Dei dois passos antes de perceber que não era um cachorro, mas um rato. Pelo tamanho deveria ser um rato mutante. Só deveria comer frango cheio de hormônio. Ou, talvez, fosse uma experiência genética que não tinha dado certo. 

Subi a escadinha da frente de casa correndo. Minha mão tremeu tanto que quase não consegui colocar a chave na fechadura. Pareceu uma eternidade antes que eu conseguisse entrar e fechar o rato-mutante-alienígena para fora, ou para qualquer mundo de onde ele houvesse vindo. 

Fiquei com as costas grudadas na porta por alguns segundos, só me mexendo para acender a luz do lado da porta. Nessas horas eu odiava chegar a uma casa vazia. Não havia ninguém que eu pudesse chamar para me socorrer de ratos, baratas e coisas nojentas. O Pedro só chegava pela meia noite, isso quando ele não parava em um bar e me chamavam para buscar ele de madrugada. Minha mãe era quem fazia isso, quando ela estava viva. Mais uma das heranças que ela tinha deixado para mim. Isso e um peito chato. 

Quando decidi que o rato não iria arrombar a porta atrás de mim, fui passeando pelo andar debaixo e acendendo as luzes. Tirei o filme da bolsa, antes de jogá-la no sofá da sala, e coloquei-o no aparelho. Deixei-o rodando enquanto ia para a cozinha esquentar as sobras do almoço no microondas. 

Eu alugava muitos filmes, mas não era tanto para assistir. Eu precisava de barulho em casa. Era algo parecido com o que eu fazia acendendo as luzes. Era para não sentir o silêncio e o fato de a casa estar vazia. 

O macarrão esquentado no microondas não esquentava por igual. Uma garfada parecia tremendamente quente e a outra fria de geladeira. Comi o macarrão frio-quente enquanto passeava pela sala. Acabei encostando-me no sofá debaixo da janela que dava para a rua. As aulas do colégio noturno ali perto deveriam ter terminado mais cedo. Havia vários grupinhos passando e falando alto. Uns rapazes estouravam bombinhas para assustar as meninas. 

Sorri, vendo uma das garotas pular como uma desesperada. Quase achei que ela houvesse visto o rato gigante. Se a saia dela não fosse tão justa, talvez tivesse levantado naquela hora. Talvez fosse exatamente isso que o rapaz quisesse. A menina tentou dar uns tapas fingidos no rapaz, que estava quase se contorcendo de tanto rir. 

Como eu estava olhando na direção deles, percebi quando passaram por algo que estava meio que escondido na sombra. Quase parecia um fantasma, um vulto no escuro. Primeiro achei que era um parente do ‘rato-mutante-do-espaço-sideral”. Quase dava para imaginar os olhos brilhando no escuro. Depois, percebi que era mesmo um homem. A garotada passou por ele sem dar uma olhada. Talvez fosse mesmo um fantasma, alguém que não existisse de verdade ali, fruto da minha imaginação. 

Só que ele saiu do lugar. Mancou e entrou em uma caminhonete que estava estacionada bem ali. Se eu conseguisse ver a placa, tinha certeza de que ela leria MEG. 

Era oficial. Eu tinha um perseguidor. 
Gostou? Então venha prestigiar a autora e adquirir em primeira mão o livro na Bienal:

JR estande 78 - JR78
dia 17 às 16:00 hrs
Editora MODO Tradicional 


Merry Meet!
Roxane Norris

Eu ♥ Momentos Literário: Modo na Bienal







  


Convida orgulhosamente para o lançamento de:











Cíntia encontra-se envolvida com um criminoso de Florianópolis, até presenciá-lo cometendo um assassinato e perceber, então, o perigo que está correndo. Mas em sua fuga desastrosa é presa em flagrante por tentativa de homicídio. Suas alternativas são:

Eu ♥ Resenhas: O Imortal - A Saga de um Guerreiro



Título Original: "O Imortal - A Saga de um Guerreiro"
Autor:  Vanessa Orgélio .
Ano: 2012.
Páginas: 216 páginas.
Editora: APED.
Edição: 1ª edição.

Maxwell Mount'Alt seria apenas um jovem camponês, como outro qualquer, se não tivesse perdido a mãe tão prematuramente e sido criado por uma mulher, cujo o vinculo de afeição entre os dois beirava o de mãe e filho. Em tão tenra idade, Maxwell foi levado a tornar-se um guerreiro. E com essa honraria, vieram também a destreza da espada e a bravura de espírito... Mas como se o destino ainda achasse pouco, os feitos do jovem, uniu-o à Magia. 

O que poderia ser um simples história de um camponês que, por valor, sagrou-se guerreiro, ganha contornos de drama e romance quando nos é apresentado o verdadeiro destino do jovem: vencer em batalha o único homem do qual ele não lembrava o rosto... Vencê-lo num duelo em que o fim seria a morte. A morte de seu pai. Um homem corrompido pelo mal contido na espada que empunhava. Um destino que Maxwell não escolheu para si.

Eu admirei essa história na primeira vez que pus meus olhos nela, e apesar de ter lido-a ainda com olhos de agente literária, eu voltei a me deliciar quando tomei o livro em meus dedos e o folheei com leitora ávida. A história em si, pode não saltar aos olhos como a ambição de um autor de ser pleno em sua primeira obra, mas a Vanessa consegue e nos envolve de tal forma, e tão parcimoniosamente, que é impossível não sorver seu livro em poucas horas.

Talvez pela desprenteciosa narrativa da autora em não rebuscar demais o palavreado ou até mesmo as cenas, a trama corre suave, serena... Porém, jamais sem peder o ritmo. Entre aventuras e romances; entre medo e ansiedade, desfrutamos de momentos intensos ao lado de Maxwell.É impossível ler essa obra e se tornar indiferente à ela, pois são poucas autoras que emprestam tanta leveza e intensidade ao tipo de abordagem romântica pouco vista no cenário de novos talentos nacionais.   

Tenho certeza que a autora ainda irá nos brindar com muitos outros romances de grande desempenho de suas letras como este. Esta é a prova de que não ficamos a dever em nada as romancistas estrangeiras.

"A imortalidade pode ser uma grande benéfice quando o tempo está ao nosso favor, mas se nosso coração está aquecido, passamos a correr contra nosso destino, e ela apenas um mal que devemos sobrepujar..."   

Leitura recomendadíssima!!!


Merry meet!

Roxane Norris
 
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