Eu♥Polêmica: Interpretações Tendenciosas
Marcadores: Eu ♥ Polêmica
Como hoje eu estou dada a assuntos polêmicos, tem algo que eu acho muito válido falar aqui já que é algo que está me irritando bastante em particular. Há dias que estou vendo imagens da nova música do Roberto Carlos no facebook com uma interpretação extremamente tendenciosa, feita exatamente para que as pessoas comecem a pensar mal da música. Olhem, não sou fã do Roberto, mas é algo tão absurdo pra mim que eu não consigo entender.
Eu realmente não sei se essa pessoa é uma daquelas que aderiram ou lançaram (vai saber!?) a campanha contra a novela das 8 da Globo (que eu acho uma tremenda palhaçada, vale ressaltar) ou se ela é uma mal amada. Porque é tão distorcido e errôneo que chega a ser risível.
A música busca retratar um cara apaixonado que faz o possível para a felicidade daquela que ama. Não consigo observar traços de um cara ruim, tirando o narcisismo do "cara" por ser o "herói" que todas as mulheres procuraram. Mas não acho que isso foi colocado ali como se fosse ele falando, mas uma observação do intérprete, do cantor... Pelo menos foi o que me passou.
Eu não sou muito fã do Roberto como disse acima e confesso que acho muitas músicas românticas dele com uma pegada grudenta e enjoada, mas isso é questão de gosto. Prefiro mil vezes as do vídeo abaixo, hahahaha:
Enfim, sem sair do foco, não é tão incomum encontrarmos por aí interpretações distorcidas apenas para tornar aquilo um argumento a seu favor contra seja lá o que você esteja debatendo.
Mas por que fazem isso!? Eu não sei também, caro leitor! Mas que é tremendamente cansativo e um apelo desesperado, bem, isso fica claro. As pessoas gostam de justificar suas baboseiras com fatos e quando não possuem algum, inventam. Às vezes parece que a convicção não é suficientemente boa para que dela surjam os argumentos necessários para o debate, daí apelam para o emocional, criam situações inusitadas e que apenas fogem do foco principal do tema abordado em discussão. Quem nunca passou por isso, por favor, levante a mão e agradeça.
Isso é mais como uma pequena crítica. Quanto a campanha, você provavelmente já deve ter dado de cara com ela por aí:
E eu acho uma tremenda besteira porque estão repudiando uma coisa sem saber o que é, ou seja, tratando de forma preconceituosa uma coisa que não conhecem. Não, eu não assisto a novela e pouco estou me importando com a globo. Raramente assisto a tv, só quando há uma matéria interessante no jornal ou uma ou outra cena da novela das 6 porque curto novela de época (e o figurino é lindo de morrer!). Mas eu não vejo porque não me atraí. Da mesma forma que pouco acompanhei Avenida Brasil e seus capítulos recheados de energia negativa com gritos e discussões o tempo inteiro. Deus, como eu odiava essa novela. Chegava a fechar a porta do quarto quando minha mãe via porque só tinha gritos e brigas. Todos falavam gritando, era um inferno.
Mas esse inferno o pessoal que criou a imagem acima curtia não é? Quando a Carminha fazia uma maldade todo o mundo batia palmas. Apesar da Adriana Esteves ser uma excelente atriz (e ela é), acho engraçado essas pessoas aplaudirem isso, aplaudirem as "piriguetes" das novelas e depois virem criticar outra novela só por causa do nome. DO NOME. É tão superficial, tão leviano que eu não consigo conceber como alguém segue essa ideia. Realmente não entendo.
Daqui a pouco vão começar querer mudar o atalho de ctrl-s (salvar) para ctrl-j porque só Jesus salva. Ah, por favor, né!? Acham mesmo que Deus, Jesus ou seja lá o que for se importa com uma besteira dessas? Se importam com o bem que você faz, seja lá que entidade divina você adore e aceite ou não aceite. O que importa no final é o bem que você fez aos outros, a forma como você tratou as pessoas e se foi o mais honesto possível (porque às vezes sinceridade demais pode matar né!?) com o mundo e consigo mesmo. Pelo menos essa é a minha opinião e é o que tento sempre fazer. Pelo menos eu não consigo acreditar que Deus algum vá gostar de hipócritas. Chega né, gente!? Basta de intolerância, basta de preconceito religioso!
No final das contas sempre me pego me perguntando onde foi parar o "Ame uns aos outros como eu vos amei".
Enfim,
É isso!
Beijos,
Julliana.
Eu ♥ Resenhas: O Livro das Religiões
Marcadores: Didático, Eu ♥ Resenhas, Henry Notaker, Jostein Gaarder, Literatura Estrangeira, Religião, Resenha, Victor Hellern
Autores: Jostein Gaarder, Victor Hellern,
Henry Notaker (Apêndice por Antônio Flávio Pierucci
Ano:
2005
Número de Páginas:
323
Editora:
Companhia de Bolso
Edição:
1ª
“Um rápido olhar para o mundo ao redor
mostra que a religião desempenha um papel bastante significativo na vida social
e política de todas as partes do globo. Ouvimos falar de católicos e
protestantes em conflito na Irlanda do Norte, cristãos contra mulçumanos nos
Bálcãs, atrito entre mulçumanos e hinduístas na Índia, guerra entre hinduístas
e budistas no Sri Lanka. Nos Estados Unidos e no Japão há seitas religiosas
extremistas que já praticaram atos de terrorismo. Ao mesmo tempo,
representantes de diversas religiões promovem ajuda humanitária aos pobres e
destituídos do Terceiro Mundo. É difícil adquirir uma compreensão adequada da
política internacional sem que se esteja consciente do fator religião.”
Não importa onde você mora, em que acredita ou se participa
de alguma comunidade religiosa. Como o trecho acima do excelente O Livro das
Religiões deixa bem claro, nem eu e nem você podemos escapar desse tema polêmico,
pois sua influência moldou a história da humanidade. E o objetivo dessa obra é justamente ajudar o leitor na difícil
missão de entender a complexa teia de crenças que compõe as principais religiões
praticadas pelo mundo todo.
O Livro das Religiões foi escrito em parceria por três
noruegueses, e a versão brasileira foi a primeira tradução feita do idioma
original. Jostein Gaarder é conhecido do público pelo grande sucesso de O Mundo
de Sofia – se você já teve oportunidade de ler essa obra, perceberá a
semelhança no estilo de escrita de O Livro das Religiões. Victor Hellern é
historiador e teólogo. Henry Notaker é jornalista, especializado em política
exterior, com correspondências no Leste Europeu e Espanha no currículo. Esse
time ainda teve o reforço do cientista social Antônio Flávio Pierucci, que
escreveu um apêndice sobre as religiões no Brasil especialmente para a edição
tupiniquim. Se algum livro pode ser considerado uma enciclopédia de bolso para
desvendar as diferentes crenças da humanidade, é esse aqui.
A introdução do livro abrange a importância da religião na
formação do homem com tópicos como “Será que precisamos de uma filosofia de
vida?”. Logo depois, no capítulo “Conhecimento religioso” os autores apresentam
de forma bem didática os conceitos de rito, sagrado, sacrifícios e várias
outras questões inerentes a qualquer religião, preparando o leitor para iniciar
a parte verdadeiramente interessante – as
diversas religiões descritas pelos autores.
O texto é simples, direto e imparcial. Não prega nada,
apenas informa. Dividido entre religiões orientais e ocidentais, os autores
resumiram habilmente desde o Hinduísmo até o Cristianismo (incluindo as
diferentes interpretações desse último, como a Igreja Católica Apostólica
Romana, a Igreja Católica Ortodoxa, a Igreja Batista, Adventista, e etc). Vale
apontar que as informações sobre religiões orientais e africanas parecem mais
resumidas do que as ocidentais, principalmente por se tratar de crenças tão
antigas, detalhistas e complexas. Eu fiquei satisfeita com a apresentação de
algumas religiões das quais eu tinha ideias totalmente equivocadas, mas também
com curiosidade suficiente para procurar um texto se aprofundasse mais no
assunto – principalmente no Xintoísmo e Taoísmo.
A maior surpresa do livro, e também meu capítulo favorito,
encontrei em “Filosofias de vida não religiosas”. Não esperava que os autores
fossem falar sobre Humanismo, Ateísmo e até Ufologia! O livro não se abstém de
levantar questões como “Convicção ou lavagem cerebral?” ao falar sobre seitas
como as que levam fiéis a cometer suicídio coletivo, e encerra refletindo sobre
a ética como guia de conduta.
No apêndice brasileiro, o Candomblé, a Ubanda, a
diversidade de igrejas cristãs e o Kardecismo entram em cena como elementos da
formação religiosa do Brasil. Se você é daqueles que só de olhar uma oferenda
para Iemanjá sai dizendo que é macumba, recomendo sinceramente prestar atenção
nesse apêndice e desconstruir alguns preconceitos.
Nem precisa dizer que eu adorei o livro, não é? É uma leitura instrutiva, se você estiver inspirado a abrir a cabeça pra diferentes perspectivas de vida. Não é um mergulho emotivo no mundo das palavras, é um exercício de reflexão. Algumas pessoas acham esse tipo de coisa maçante, mas eu consegui verdadeiramente me distrair com o texto.
Ao passar pela última página de O Livro das Religiões, senti que era uma obrigação moral trazê-lo aqui pro blog.
Nem precisa dizer que eu adorei o livro, não é? É uma leitura instrutiva, se você estiver inspirado a abrir a cabeça pra diferentes perspectivas de vida. Não é um mergulho emotivo no mundo das palavras, é um exercício de reflexão. Algumas pessoas acham esse tipo de coisa maçante, mas eu consegui verdadeiramente me distrair com o texto.
Ao passar pela última página de O Livro das Religiões, senti que era uma obrigação moral trazê-lo aqui pro blog.
Talvez uma pequena dose de
conhecimento como essa possa ser o primeiro passo para viver num mundo mais
tolerante.
Eu ♥ Tapa na Cara: Tradução da Série Dark-Hunter
Marcadores: Eu♥Tapa na Cara, Isabela Lima, Saga Dark-hunters
Eu ♥ Tapa na Cara: Tradução da Série Dark-Hunter
Olá queridos, então, pegando o gancho deixado pelos
outros posts da coluna “TAPA NA CARA”, eu resolvi retomá-la e deixar aqui meu
desabafo, meu protesto, minha ira, minha revolta contra a tradução que a novo
século fez com a Saga Dark-Hunters.
Já li
o primeiro livro e ainda não terminei de ler o segundo, pra vocês verem meu nível
de revolta, não consegui esperar de terminar de ler pra compartilhar isso com
vocês caros leitores. Confesso que já li alguns livros da saga em e-book e
estava ansiosa para lê-los novamente quando fossem lançados formalmente aqui no
Brasil. Curiosa do jeito que sou, estava me comichando pra saber como eles
traduziriam os termos que autora inventou para sua saga como o dos próprios
guerrieros: “Dark-hunters”, da outra raça os “Were-hunters”, (que ainda tem
suas duas variações de raças os “Arcadians” e os “Katagarians”, só quero ver
quando chegar no livro referente a isso como será a tradução). Os Apolitas, os "Dream-Hunter".
Pois
é, os livros finalmente foram lançados, li o primeiro, o do Julian da Macedônia,
até aí tudo bem, nada demais, o problema veio agora, com “Prazeres da Noite” [o
título traduzido ao pé da letra nem é o problema, mesmo parecendo que é um
titulo de filme pornô], o livro do Kyrian da Trácia.
PORQUE
A TRADUÇÃO DE DARK-HUNTERS VIROU “CAÇADOR NEGRO”?!?! Repirando aqui, respiro mais, voltei. Ok, “Hunter”
em inglês é “caçador”, agora, “Dark”, ficou traduzido para “negro”, confesso
que poderia ser pior, poderia ter sido CAÇADOR ESCURO, mas CAÇADOR NEGRO é algo
tão feio, unsexy, tosco e vários outros nomes que denigrem a imagem desses
lindos, gostosos e poderosos guerreiros! SE É PRA CAGAR UM COISA QUE ESTÁ BOA,
MELHOR NÃO TOCAR NELA! DEIXA-SE DARK-HUNTER! MESMO QUEM NÃO SABE INGLÊS
ENTENDERIA QUE ISSO É O NOME DOS TAIS GUERREIROS, ALGO QUE NÃO PRECISA-SE DE
TRADUÇÃO.
“Ahhh mas Bebel, estamos no Brasil, seja patriota e apoie a tradução para a nossa língua”. SÓ APOIO QUANDO NÃO É PRA CAGAR ALGO!
Talvez eu possa estar sendo muito dura,
ou talvez vocês estejam pensando, “ela ta reclamando, então que nome ela daria?”.
Já disse, eu deixaria “Dark-Hunter”. Porque, caçador das trevas, caçador
escuro, caçador negro, caçador obscuro...seja la qualquer palavra com caçador e
alguma coisa dark, ficaria algo tosco, de mau gosto, sem sal e ruim.
MAS
NADA! NADA ESTAVA ME PREPARANDO PARA A PRÓXIMA CAGADA! Eu me lembro de estar
tomando minha margarita com a Julliana na quinta passada e comentar dessas
barbaridades e falar: “Juhh, só quero ver quando chegar no livro dos were-hunters,
e eles forem traduzir esse nome, o que eles farão!”
Pois
é meu povo, não precisei esperar muito para ver tal atrocidade! E eis que surge
perante meus olhos, a palavra L-O-B-I-S-C-A-Ç-A-D-O-R. SIM! LOBISCAÇADOR! Acho
que só não cometi assassinato porque estava dentro de um ônibus cheio de
testemunhas, porque minha vontade era de ir até a novo século e matar quem fez
essa heresia! COMO ASSIM A TRADUÇÃO DE “WERE-HUNTER” VIROU “LOBISCAÇADOR” !?!?!
Não
sei vocês, mas lobiscaçador não lembra algo fofinho!?! Lobis = lobinho =
filhote?!?! TIPO CADE A VIRILIDADE?!?!!? Só quero ver quando forem se referir
as outras raças! Como os ursulus, serão o que?! URSUSCAÇADOR?!
Até em desenho o guerreiro é másculo, mas essa tradução consegue f**** com tudo.
Além
de outras traduções, como de apolitas, para apólitos, mas isso nem fez tanta
estranheza aos meus olhos, enfim, queria apenas ressaltar que essa tradução
horrenda está ferindo meus olhos e fazendo sangrar meu coraçãozinho, daqui a
pouco irei desistir de comprar os livros e ficarei só com os e-books.
Desculpe
qualquer exaltação ou se ofendi a alguém, não foi a intenção. Deixem abaixo a
sua indignação também, ou se não concorda comigo, pode deixar sua manifestação
também! Semana que vem volto com a coluna “TOP 10”, alguém quer me dar alguma
sugestão!?!?!
Outra ressalva, não que os editores tenham afirmado isso, apenas suponho pelos desenhos dos livros, o arco que é marcado na pele dos DH não é um arco comum, é um arco duplo, como esse!
Xoxo
Isabela
Vida de Otome: NANA
Marcadores: Mariana Cardoso, NANA, Vida de Otome
Olá, queridos
leitores! Hoje estou aqui para falar de um mangá que é fenômeno mundial, e é
sucesso garantido entre as garotas. NANA!
A história
parece começar de uma forma bem simples, duas garotas se encontram no trem com
destino a Tóquio, e descobrem que possuem o mesmo nome, Nana. Mas não é tão
simples assim, já aconselho para as garotas que, se estiverem na TPM, não
leiam. É choro na certa!
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| Nana Komatsu e Nana Oosaki |
Nana Komatsu decide viajar para Tóquio
porque quer se tornar mais independente e morar com seu namorado, Shouji. É super supersticiosa e
acredita que tudo de ruim na sua vida é obra do Deus do Mal, além de ser uma fã
alucinada da banda Trapnest, principalmente pelo baixista Takumi. Shouji diz
para Nana que ela deveria morar sozinha, então Nana vai procurar um apartamento
para alugar, e é na visita ao apartamento que ela encontra a garota que
conheceu no trem e divide o mesmo nome que ela, então elas decidem dividir o
aluguel e morar juntas.
Agora, para não
confundir vocês, vou me referir a Nana Komatsu como Hachi, que é o apelido que a outra Nana dá a ela.
Nana Oosaki é o oposto de Hachi.
Enquanto a Hachi é toda meiga e feminina, Nana é uma garota punk e cheia de
atitude. É vocalista da banda Black Stones (abreviada para Blast) e quer, a
todo custo, superar a banda Trapnest. É claro que tem um motivo por trás disso.
No passado, Nana namorava Ren, que
fazia parte do Blast, mas ele decide ir embora para tocar no Trapnest e Nana,
por orgulho, não vai com ele.
Já temos as
personagens centrais da história, pois tudo que vai acontecer agora gira em
torno dessas duas. Somos apresentados aos amigos de Nana e membros do Blast,
que são muito importantes para a história e seu desenvolvimento, sendo tudo
muito bem entrelaçado.
![]() |
| Aqui temos Yasu, Hachi, Shin, Nana e Nobuo |
Nobuo Terashima: É o guitarrista do
Blast e decide vir para Tóquio trabalhar e ajudar a Nana, apesar de ser de uma
família rica do interior. É muito gentil e, aos poucos, vai se apaixonando pela
Hachi. Também é autor de uma das frases mais bonitas da série, mas nada de
spoilers por aqui.
Yasushi Takagi: conhecido como Yasu, é
o pilar do Blast, pois ele sempre está lá pra ouvir os problemas dos membros da
banda. Baterista, está sempre de terno porque trabalha como advogado.
Okazaki Shinichi: Shin se tornou
baixista do Blast, após fazer um teste para ver quem ocuparia o lugar de Ren. É
muito novo e bonito e, apesar da pouca idade, é garoto de programa.
Um dia, a Hachi
convida Nana para ir num show do Trapnest em sua terra natal, sem saber do
passado de Nana com Ren. A princípio, Nana se nega a ir, mas com a Hachi descobrindo
a verdade e querendo levar Nana a todo custo, ela acaba aceitando. E o que
esperar de um reencontro com um amor mal resolvido? Nana e Ren ficam juntos e,
assim, começamos a ter os membros do Trapnest introduzidos mais detalhadamente
à trama:
![]() |
| Takumi, Ren, Naoki e Reira |
Ren Honjo: Guitarrista do Trapnest e
apaixonado pela Nana. É viciado em drogas e foi inspirado no Sid Vicious do Sex
Pistols.
Takumi Ichinose: É o baixista e líder
da banda. Mulherengo e cabeça quente, apesar de ser muito dedicado ao trabalho
na banda. Acaba se envolvendo com a Hachi e, comentário desnecessário, é LINDO!
Naoki Fujieda: Baterista da banda, quis
se tornar músico para conquistar as garotas. Estudou com Yasu e Takumi no
ensino médio.
Reira
Serizawa: Com uma voz tão bonita
quanto ela mesma, é a vocalista da banda. É apaixonada pelo Takumi, mas nunca
foi correspondida. Acaba contratando os serviços do Shin como garoto de
programa. Também é ex-namorada do Yasu.
Como eu disse, apesar da história ser centralizada
nas Nanas, é tudo muito bem entrelaçado. Você começa a ler e não quer parar
mais, mas, como tudo na vida tem um defeito, Nana também tem um: por motivos de
saúde da autora, Ai Yazawa, o mangá parou de ser publicado e não sabemos
quando, ou se, voltará. E foi numa parte bem crítica, que pode te fazer chorar
horrores.
Outros fatos sobre o mangá que vocês precisam
saber: Nana significa sete em japonês, e o apelido Hachi, que significa oito,
vem do nome Hachiko, aquele cachorro da raça akita que sempre esperava o dono
na estação, mesmo depois dele ter morrido. A Nana também adora Vivienne
Westwood (e quem não?), e aparece usando várias roupas da marca. Black Stones é
uma marca de cigarros, que também aparecem bastante no mangá.
E é isso, também tem o anime para quem quiser
ver, com uma trilha sonora muito boa. As cantoras Anna e Olivia, que dão as
vozes da Nana e Reira, respectivamente, cantam muito bem. Eu aconselho a
escutarem Kuroi Namida da Anna e Wish da Olivia.
E já ia esquecendo, também tem dois filmes live actions e, comentário desnecessário², o Takumi é LINDO!
Beijos e até a próxima, espero que tenham
gostado!
Eu♥Parceiros: Editora Valentina
Marcadores: Editora Valentina, Parceiros
Olá, queridos! Vim aqui anunciar mais uma conquista para o nosso blog. Uma parceria com a editora Valentina que é uma editora nova, mas que já traz alguns títulos bastante interessantes e outros que ainda estão por vir.
Para a Valentina, leitura é, acima de tudo, entretenimento.
Atualmente, a editora está com dois títulos já lançados. É uma editora bebê ainda, mas que está sendo criada e cuidada com bastante amor e dedicação, tenho certeza que ela crescerá forte e saudável, dando bastante frutos para nós, leitores ávidos.
Sinopse: Benjamin Travesso é um garoto de nove anos, muito esperto, mas que...
odeia matemática. Cheiroso é um hamster falante que detesta sementes e,
acredite se quiser, É UM GÊNIO!
Juntos são de arrasar! Daqui para frente, Ben e seu novo animal de
estimação irão viver aventuras, desafios e perigos inacreditáveis.
Mas será que conseguirão ganhar
a aposta que o terrível professor de matemática do Ben, o Barba-Negra McCreedy,
acabou de fazer?
O livro procura ensinar valores como amizade e companheirismo, além de dar dicas valiosas sobre
o universo particular dos hamsters, como cuidar e conviver com essas
criaturinhas geniais. Diverte, estimula o conhecimento e, sobretudo, mostra que
os trapaceiros nunca vencem. Um livro especialmente feito para divertir toda a família, mas - em particular - é notável que as crianças se identificarão muito mais.
Esse é o primeiro título da editora e ela promete trazer muito mais a partir do ano que vem. Teremos surpresas dentro do universo Young Adult/Jovem Adulto como o livro "Garota Tempestade", primeiro volume da série Jane True.
![]() |
| CAPA RETIRADA DO SITE DA AUTORA |
Saindo agora da esfera sobrenatural e fantástica, a editora lançou um livro com uma temática diferente dessas anteriores. "Milagres do Ágape" traz histórias reais e inspiradoras para todos, tendo a religiosidade como plano de fundo.
Milagres do Ágape é uma coletânea de histórias verídicas, e, mais do que isso,
inspiradoras, edificantes e belas, que mostram, de forma simples e de coração
aberto, a manifestação do amor de Deus intervindo na vida de pessoas comuns. São relatos de amor e celebração, mas
também de corações partidos, sofrimento e tragédias pessoais. Todas com a marca
comum do “Momento de Deus”, mostrando Seu amor, Sua mão acolhedora e Sua
bênção. Os leitores vivenciarão momentos tão inesquecíveis e espetaculares que
nunca mais sairão da memória. O livro, como um todo, é uma experiência que
abençoará de forma indelével a alma dos leitores e nos ratifica a certeza de
que nunca, jamais, devemos perder a esperança ou deixar de orar.
Não deixem de ficar ligados no site da editora que está quase pronto: http://www.editoravalentina.com.br/
Obrigada por virem!
Beijos,
Julliana!
Eu ♥ Lançamentos: APED Novembro
Marcadores: APED Editora, Eu ♥ Lançamentos
Inquietude é o livro de percepção e subversão, o antilivro como certeza e
exatidão. Palavras que se deixam existir em semântica e pragmatismo.
Busca inquieta para decantar algo que exale descoberta e vastidão. Ser
sem pontuação, num movimento pulsante que respinga do mais íntimo de mim
e se expressa como grito de espanto, convulsão involuntária de uma
entrega instintiva sem precisão. Somos seres mutantes como as eternas
probabilidades científicas, com ordem e contradição, complementares e
cheias de vacuidades. A linguagem como missão inelutável de desprender
um suspiro retido.
Descaradamente inspirados em obras de Joe Hill e Stephen King (filho e
pai) e livremente inspirado na música que dá nome ao livro
(originalmente cantada por Victória Williams, regravada e mais conhecida
na voz de Eddie Veder do Pearl Jam), Crazy Mary mergulha na mente
doentia de uma pessoa capaz de matar só para tirar um problema do
caminho. Mas, quem seria essa pessoa? Todos podem ter um bom motivo para
matar. Ou não. Tudo acontece numa pequena cidade Serrana, envolto em um
clima meio morto, onde é possível encontrar um mercadinho bem
aconchegante e uma lanchonete que serve panquecas americanas. Ruas
cheias de árvores e caminhos de terra dentre a mata, cheio de suspense e
com um “Q” de grunge, um rio calmo que corta a cidade, lá nos fundos da
Serra. E é nesse clima que se desenrola o primeiro romance de terror
psicológico do jovem paulista Thiago Assoni.
Deus. Quem é Deus? O que é Deus? É a Bíblia um livro só religioso ou
também é um livro de Ciência? São questionamentos que fazemos há muito
tempo. Esse pequeno livro procura responder a essas questões e, sem
pretender ser a verdade final, tenta trazer respostas que unam a Ciência
e a Religião que deveriam andar desde há muitos séculos juntas para o
bem do homem. Não há sentido a briga entre as duas, pois as duas são
aspectos igualmente importantes na construção da psique humana.
Gabriel, um professor de teologia, filho de um membro da Ordem dos Cavaleiros do Apocalipse. É chamado ao Vaticano para, juntamente com uma historiadora e uma equipe de arqueólogos, varrer os livros e a história em busca da Arca da Aliança e o Vaticinus a profecia não revelada do apocalipse. O professor Gabriel, é detentor de uma moeda romana antiga que será utilizada para passagem na sala Santo dos Santos, local sagrado aonde se presume estar a Arca da Aliança, detém também uma das 17 chaves distribuídas a Ordem dos Cavaleiros do Apocalipse no princípio. Somente uma chave abre o segredo nunca antes revelado. Uma aventura pela história da Igreja, aonde se discute a fé e a própria existência de Deus.
A vida humilde e sofrida de uma garotinha em meados dos anos 30, suas
dificuldades e seu amor por sua família e pela música do violino de seu
pai, um humilde operário, as vicissitudes de uma época e a força de uma
grande amizade.
As dificuldades financeiras de seus pais, não impediam a pequena Dirce de sonhar com um futuro melhor, conduzidos pelas veredas da vida, a mudança necessária deu início a uma grande amizade que marcaria sua vida para sempre.
A dor e a incerteza eram companhias constantes desta família, que com muito amor e dedicação buscavam a superação de suas adversidades, na união e na esperança.
A certeza de que sempre haverá uma luz a nos amparar em todos os momentos de nossas vidas, por mais improvável que pareça. O sofrimento por mais penoso que seja é sempre passageiro e uma nova alvorada se descortinará permitindo novas oportunidades e a realidade de uma vida plena de paz e reencontros benfazejos.
As dificuldades financeiras de seus pais, não impediam a pequena Dirce de sonhar com um futuro melhor, conduzidos pelas veredas da vida, a mudança necessária deu início a uma grande amizade que marcaria sua vida para sempre.
A dor e a incerteza eram companhias constantes desta família, que com muito amor e dedicação buscavam a superação de suas adversidades, na união e na esperança.
A certeza de que sempre haverá uma luz a nos amparar em todos os momentos de nossas vidas, por mais improvável que pareça. O sofrimento por mais penoso que seja é sempre passageiro e uma nova alvorada se descortinará permitindo novas oportunidades e a realidade de uma vida plena de paz e reencontros benfazejos.
Se quiser adquirir qualque título da
Acesse:
Merry Meet
Roxane Norris
Eu ♥ Resenhas : Kaori – Perfume de Vampira
Marcadores: Eu ♥ Resenhas, Giulia Moon, Giz Editorial, Kaori, Literatura Brasileira, Literatura Fantástica, Literatura Vampiresca, ResenhaAutora: Giulia Moon
Ano: 2009
Número de Páginas: 371
Editora: Giz Editorial
Edição: 1ª
A primeira vez que ouvi falar do trabalho de Giulia Moon foi através de uma entrevista com outro autor brasileiro, do qual já era fã, André Vianco. Perguntado sobre a produção de romances vampirescos no país, o nome de Giulia apareceu entre os indicados. Uma rápida pesquisa sobre esta escritora paulistana me revelou “Kaori – Perfume de Vampira”. O trabalho feito na capa é lindo, e a edição caprichada me deixou ainda mais interessada. Comentando com algumas amigas, descobri um número surpreendente de fãs da vampira oriental. Elas me indicaram o livro com tanto entusiasmo, que fiquei tentada a correr atrás do meu exemplar. Até aí, meu romance com Kaori estava indo muito bem, mas, com o livro na mão, surgiu a dúvida:
Será que é tudo isso mesmo?
Para descobrir, tentei me livrar das impressões positivas antes de começar a leitura.
A primeira surpresa foi a disposição dos capítulos, que se alternam entre o presente, em São Paulo, e o distante passado do Japão feudal. Em São Paulo, acompanhamos os passos de Samuel Jouza. No Japão, testemunhamos o passado de Kaori. É delicioso ver como as duas histórias caminham para o mesmo destino. A mistura inesperada de fantasia, Japão e Brasil, passado e presente, foi muito bem dosada.
Giulia Moon nos dá uma aula de cultura nipônica. O livro é recheado de termos em japonês, que podem parecer um pouco estranhos de início, mas que o leitor logo incorpora ao vocabulário. Como boa parte da história se desenrola no período feudal da terra do sol nascente, dá para aprender um pouquinho do que era viver naquela época ao lado de samurais, gueixas e camponeses.
As descrições de cenários, vestuários e hábitos me lembraram o clima de outro excelente livro, “Memórias de uma Gueixa”, de Arthur Golden.
Obviamente, a fantasia não foi esquecida em nenhum momento, e está presente nessa fase da trama através das lendas japonesas. Você sabe o que é um Nekomata? E um Tengu? Ao ler Kaori, descobrirá essas e outras criaturas folclóricas do outro lado do mundo. Os vampiros ainda dividem espaço com uma nova classe de seres místicos, os Canis Famélicos (tem até nome científico!), mais conhecidos como limpadores. Esses não constam em nenhum folclore que eu conheça, e foram inseridos no enredo como cães sobrenaturais, cuja sobrevivência depende diretamente dos sugadores de sangue. Os vampiros de Giulia seguem a linha mais “tradicional” do mito, assemelhando-se mais aos personagens de escritores como Anne Rice, tão sexualmente ativos quanto os mortos-vivos de Charlaine Harris, e totalmente diferente das versões mais adolescentes e açucaradas de Stephenie Meyer ou P.C. Cast.
Logo de cara, o leitor encontra Kaori no momento do seu jogo de sedução, onde a vítima sortuda é o brasileiro Samuel Jouza (assim mesmo: JOUZA, e não SOUZA). Samuel é um vampwatcher, profissão oculta dos olhos da sociedade, cujo trabalho consiste basicamente em observar e catalogar os vampiros de uma área e entregar os dados ao IBEFF (Instituto Brasileiro de Estudos de Fenômenos Fantásticos), agência responsável por investigar toda sorte de seres místicos em território nacional.
Samuel nem mesmo sabe para o quê seus dados são usados, mas cumpre sua função com competência e discrição, até a noite em que, como era de se esperar, acaba atrapalhando os planos de certo vampiro perigoso. Como resultado, Samuel acorda com uma marca de mordida no pescoço, um grande espaço em branco na memória, além de ser suspeito de ter matado uma criança. A partir daí, o vampwatcher deixa de ser um mero espectador dos sugadores de sangue, e é obrigado a interagir com os seres da noite, investigando o que realmente aconteceu. De quebra, ele tem a oportunidade de reencontrar a vampira oriental que, anos atrás, deixou a vaga lembrança de seu perfume inebriante na memória confusa de Samuel... Esse é o início da ação em São Paulo, no ano de 2008, onde o leitor acompanha a jornada investigativa de Samuel pelos redutos dos vampiros paulistanos.
A narrativa é ágil, leve, e empolgante. Simplesmente impossível chegar ao final de um capítulo sem estar ansioso pelo próximo movimento de Samuel nesse jogo mortal, que rendeu ótimas cenas de tensão e nos apresentou a vampiros modernos maravilhosos. Conhecemos Karl, o vampiro caçador violento e devasso, que fatura vendendo humanos para famintos mortos-vivos que preferem gastar dinheiro a buscar a própria comida. Mimi, o improvável vampirinho no estilo visual kei (movimento ligado ao rock oriental, onde jovens se vestem de forma extravagante e andrógena), gay, carismático, com tiradas hilárias e surpreendente fixação por artilharia pesada. Felipe, o vampiro metrossexual, rico, ambicioso, poderoso e dono da melhor danceteria vamp de São Paulo. Takezo, japonês, tradicionalista, sábio como só um disciplinado oriental poderia ser, e com porte de guerreiro forte e imortal.
Isso para não falar dos membros do IBEFF, humanos com os quais a criei forte empatia, como a cientista Beatriz e o empresário Sidnei.
A autora soube construir personagens secundários excelentes, daqueles que a gente torce para que apareçam em mais e mais cenas. A vilania da história fica por conta de Missora, típica personagem sádica e inescrupulosa que todos amam odiar! Fuyu e Yuki formam a dupla de lindas orientais mais cruéis e sanguinárias que já vi! Claro que, como em todo bom livro de vampiros, ninguém pode ser considerado bonzinho ou livre de pecados, mas essas mulheres foram capazes de se destacar entre as criaturas da noite.
Não posso falar muito sobre a vampira que dá título ao livro, ou revelaria mais do que devo. Como descrever Kaori em poucas palavras? Kaori nos é apresentada como uma bela garota que viveu no Japão em 1647. Cobiçada por seus encantos, atrai o interesse da influente dona de uma casa dos prazeres, Missora. Acompanhamos a saga dessa menina por tragédias, paixões, sangue e sexo, até que sua transformação na sedutora vampira Kaori. Ela é misteriosa, sensual, inteligente e intensa. Não espere por uma vampira cheia de pudores, daquelas que choram mais do que bebem sangue. Essa vampira abraça sua natureza assassina, conhece muito bem seus instintos. Ela não é robótica, fria ou extremamente violenta, mas isso não significa que tenha um lado angelical. Kaori mata. A japonesa nos seduz e nos atrai para seu abraço fatal com naturalidade. Essa é a especialidade de Kaori.
O final deixa diversas pontas soltas, o que pode decepcionar o leitor que esperava pelo fim de todos os mistérios. Porém, isto não é fruto de inabilidade para concluir a história. Intencionalmente, Giulia Moon guardou mais do seu perfume de vampira para a sequência, Kaori 2.
P.S.: No livro, é revelado que o primeiro encontro de Kaori e Samuel foi narrado no conto “Dragões Tatuados”, publicado na coletânea de contos vampirescos “Amor Vampiro”, também da Giz Editorial. A resenha para o conto você encontra aqui.
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