Escravos da Moda
Marcadores: Julliana Passos, Outros
Inspirada pelo post da Alice hoje no blog parceiro "Seguindo o Coelho Branco" resolvi comentar algo que volta e meia eu falo no meu facebook: os escravos da moda e como eles me irritam.
Provavelmente irritam você também, caro leitor.
Quem cresceu da década de 90 para baixo sabe o que eu estou dizendo. Todos nós crescemos assistindo na televisão os clássicos esteriótipos de toda uma geração de jovens onde existiam os atletas populares e os excluídos. Há vários filmes que não me deixam mentir. Até um tempo atrás isso ainda continuava, até que veio The Big Bang Theory e, de repente, todos queriam ser como o Sheldon, o Leonard, o Howard ou o Raj. Nada contra você apreciar a série ou rir com as piadas que você entender, mas acredite em mim: isso não te faz um nerd.
E vale um recado para as meninas que tiram fotos em poses "sensuais" mastigando um controle de videogame e para os caras que acham isso demais: vocês são emocionalmente perturbados e não são "gamers" de verdade. Por favor, todo o mundo que se preze que se viciou ao menos uma vez num jogo (seja lá qual for a plataforma), sempre passa pela seguinte questão: vou ir lá fazer a coisa x assim que terminar essa quest/fase/boss. E não: "Uh, gosto tanto de videogame que vou tirar uma foto comendo meu controle e colocar no facebook".
E vale um recado para as meninas que tiram fotos em poses "sensuais" mastigando um controle de videogame e para os caras que acham isso demais: vocês são emocionalmente perturbados e não são "gamers" de verdade. Por favor, todo o mundo que se preze que se viciou ao menos uma vez num jogo (seja lá qual for a plataforma), sempre passa pela seguinte questão: vou ir lá fazer a coisa x assim que terminar essa quest/fase/boss. E não: "Uh, gosto tanto de videogame que vou tirar uma foto comendo meu controle e colocar no facebook".
Acho legal essa divulgação do mundo das HQs, os filmes de super-herói ganhando as telonas todos os anos, eu sempre gostei de Batman e Liga da Justiça (Super Amigos era TOP) quando era pequena, gostava também do Hulk, mas nunca fui nerd, devo confessar. Não vivo dentro da cultura geek e, DEUS, eu não sei nem falar em Klingon.
Minha visão de nerd pode soar bem estereotipada, mas é que - pra mim - existem vários tipos de nerds e geeks e, apesar de eu apreciar algumas coisas do meio nerd, não acredito que eu faça parte deles porque eu sou eclética demais para me prender a um estilo só. Não vou me aprofundar muito nisso porque não quero abordar só isso aqui. Apenas queria tocar de leve no assunto. Deixo a parte nerd para a Alice que já falou bastante no seu post:
Como a Alice disse e eu quero citar:
Se você acha besteira da minha parte, eu não gosto de gente falsa! Não faz meu estilo fingir ser uma coisa que não sou somente para agradar as pessoas ao meu redor.
Mas ser nerd não é a única coisa na moda hoje em dia. Afinal, a atitude Rock'n Roll no visual está super "IN", nada contra se você, meu caro amigo, curte usar caveiras, spikes e tachinhas no visual. Eu gosto de algumas coisas também, curto um tanto de rock, mas não sou ligada a um só ritmo porque acho que perdemos muita coisa boa quando nos limitamos a ouvir só um estilo musical.
Quero ressaltar que esse post não é do tipo "vamos manter a ordem das coisas". Não. A questão é que essa popularização da cultura nerd ou rock'n Roll acaba gerando um público bastante alienado para o que aquilo realmente é/ou representa para aqueles que curtem de verdade. E é justamente isso que incomoda, especialmente a mim. Não sei para vocês, mas ver alguém com uma camisa com estampa de caveira, short com tachinhas e spikes enquanto rebola até o chão dançando algum gênero qualquer e quando perguntamos se ela curte rock'n Roll e ela torce o nariz é estranho pra mim. A pessoa passa uma imagem, mas é outra coisa. Não parece natural ou coerente. Não é como se esse visual fosse restrito só as pessoas que curtem rock, não, não é. Mas é que nós automaticamente associamos. E como diz a "música": Ado, a-ado, cada um no seu quadrado.
A questão é que você pode gostar do que quiser e se vestir do que quiser, como quiser, desde que você faça porque gosta e não porque meia dúzia de pessoas dizem que aquilo está na moda. Porque aquilo te "fará melhor". Não. Não fará.
A moda (estilismo) ainda é - para mim - considerada uma forma de arte, uma forma de você expor sua personalidade para o mundo, é o que nos torna diferentes aos olhos dos outros. Então se você num determinado momento diz que odeia tal coisa, ela entra na moda e você simplesmente vira-casaca, na minha opinião mais uma vez: ou você é louco ou você tá pagando a língua. (vale o contrário também, tipo as pessoas que amam uma coisa e deixam de gostar porque entrou na moda, é ser superficial demais). Esse tipo de coisa que não faz sentido. Pelo menos para mim e acredito que para a Alice e para outras pessoas.
Essa expansão cultural é ótima por um lado, afinal propicia um público maior, gerando um mercado que melhor aceite futuros filmes com a temática e possa gerar mais lucros para as empresas que trabalham com isso ou quem sabe as pessoas possam se interessar por outras bandas, atraindo chances de um show no futuro (por que não?). Mas nem tudo é perfeito. Muitas modas irão e virão. Só nos resta sentar e esperar enquanto as pessoas sem formação definida de personalidade vão se enrolar e desenrolar até se descobrirem de verdade. Mudando de opinião sempre que surgir algo novo que agrade a todos para serem sempre adorados e se sentirem "encaixados".
Bazingueiros de plantão, por favor, não me taquem pedras. É só a minha humilde opinião que ficaria grande demais para um simples comentário.
Beijos,
Julliana.
Eu ♥ Resenhas: O Castelo Montessales
Marcadores: Editora Literata, Eu ♥ Resenhas, O Castelo Montessales, Susy Ramone
Nome da Obra: O Castelo Montessales
Autora: Susy Ramone
Editora: Literata
Nº de páginas: 166
Ano de Edição: 2012
Acho que eu vou começar essa resenha com um: tensooo...
*Estala os ombros e os dedos*
Vamos lá, amores, com calma para eu apresentar esse espetáculo de leitura que tive. Se eu viesse aqui falar tão somente da autora da obra, eu teria mil e um adjetivos "cutes" - não me mate Su! -, e bons motivos para exprimi-los, nesse espaço nosso. Susy Ramone é uma pessoa maravilhosa, e por mais que isto possa soar uma bela puxação de saco, uma autora deliciosa de se acompanhar por diversas letras e linhas.
Contudo, vou começar falando de Castelo de uma forma peculiar, da apresentação da obra feita pelo Alfer Medeiros. Sinceramente, quando comecei a lê-lo eu não acreditei nas suas palavras... Acostumada a outro tipo de leitura e narrativa, eu não o levei a sério. E foi um erro fatal!
Entra na atmosfera da história da Susy, é se entregar ao seus receios. É mergulhar numa trama intensa e tangindo a insanidade que acaba nos embriagando e envolvendo. Assim como Berenice, que buscou nos Castelo um refúgio para ela e seus empregados de outrora, mas que se descortina uma prisão sem grades para todos.
Cada recanto e dependência do Castelo é expiado por Anthony, um fantasma pernicioso, que impede qualquer fuga de seus visitantes. Então por anos, Berenice e seus amigos se veem presos a uma rede de aliciamento e imoralidade que vão desde a consumação de atos libidinosos entre si, com a possessão dos homens pelo fantasma, até a consumação dos atos e a postergação dessa linhagem, que tange a insanidade.
Numa rede bem armada, em que filhos, pais e avôs se unem carnalmente, nossa mente é confrontada com os sentimentos atordoantes que a autora trasmite tão bem em suas letras, e toda é conturbação fatídica de laços sanguíneos aparece apenas como pano de fundo ao conflito que nos abala e sufoca quando Berenice e as outras mulheres começa a expor suas vidas. Entre consseções e estupros, as várias facetas de Anthony são apresentadas e fica no ar a pergunta:
Por que, durante anos, ele vem semeando o pavor e a depreciação de todas aquelas pessoas tão cruelmente? O que haveria no passado de Anthony que o obrugava a agir assim com mulheres e homens ao seu puro e asqueroso prazer?
Susy cria uma atmosfera sombria em todos nós quando lemos. Por muitas vezes eu fechei o livro e respirei fundo. Senti o medo e angústia que escorregava pelas paredes de Montessales, e me perguntei se Anthony me expiava quando tinha tais pensamentos... É uma qualidade dele observar seus receios e desejos.
Por isso, caro leitor, ao convidá-lo a conhecer Montessales, eu observo que essa possa ser uma experiência única em sua vida. E, como toda experiência, você pode não sobreviver a ela... Talvez fosse bom você prestar atenção no que o Alfer Medeiros diz... Lá no início. Você lembra do aviso?
Blog da Susy: http://montessales.blogspot.com/
Autora: Susy Ramone
Editora: Literata
Nº de páginas: 166
Ano de Edição: 2012
O Castelo Montessales, a princípio, parece um sonho. Mas como todo sonho, os pesadelos podem tomar conta de forma incontrolável. Especialmente se esses pesadelos vêm em forma de uma criatura sobrenatural que desconhece limites, agindo como um íncubos lascivo e libidinoso que domina e cerceia a vida dos reféns do castelo, incapazes de fugirem, pedirem ajuda, escaparem do círculo vicioso e sobrenatural que se instalou em suas vidas. Vidas essas que geraram outras, totalmente dependentes do carrasco sem face, sem corpo, criando a desconfiança a cada gesto suspeito dos habitantes das grossas paredes. A nova geração desconhece a vida por trás das muralhas de Montessales, mas sonham com o dia em que poderão, finalmente, ver o mundo sem os olhos do medo. Mas o Castelo tentará impedi-los a todo custo, e descobrir em quem confiar será o principal objetivo, que poderá conduzir a tão sonhada liberdade... ou ao pior de todos os destinos. Atreva-se a conhecer as verdades por trás de suas paredes e reze para não ser você também um escravo do Castelo Montessales.
Acho que eu vou começar essa resenha com um: tensooo...
*Estala os ombros e os dedos*
Vamos lá, amores, com calma para eu apresentar esse espetáculo de leitura que tive. Se eu viesse aqui falar tão somente da autora da obra, eu teria mil e um adjetivos "cutes" - não me mate Su! -, e bons motivos para exprimi-los, nesse espaço nosso. Susy Ramone é uma pessoa maravilhosa, e por mais que isto possa soar uma bela puxação de saco, uma autora deliciosa de se acompanhar por diversas letras e linhas.
Contudo, vou começar falando de Castelo de uma forma peculiar, da apresentação da obra feita pelo Alfer Medeiros. Sinceramente, quando comecei a lê-lo eu não acreditei nas suas palavras... Acostumada a outro tipo de leitura e narrativa, eu não o levei a sério. E foi um erro fatal!
Entra na atmosfera da história da Susy, é se entregar ao seus receios. É mergulhar numa trama intensa e tangindo a insanidade que acaba nos embriagando e envolvendo. Assim como Berenice, que buscou nos Castelo um refúgio para ela e seus empregados de outrora, mas que se descortina uma prisão sem grades para todos.
Cada recanto e dependência do Castelo é expiado por Anthony, um fantasma pernicioso, que impede qualquer fuga de seus visitantes. Então por anos, Berenice e seus amigos se veem presos a uma rede de aliciamento e imoralidade que vão desde a consumação de atos libidinosos entre si, com a possessão dos homens pelo fantasma, até a consumação dos atos e a postergação dessa linhagem, que tange a insanidade.
Numa rede bem armada, em que filhos, pais e avôs se unem carnalmente, nossa mente é confrontada com os sentimentos atordoantes que a autora trasmite tão bem em suas letras, e toda é conturbação fatídica de laços sanguíneos aparece apenas como pano de fundo ao conflito que nos abala e sufoca quando Berenice e as outras mulheres começa a expor suas vidas. Entre consseções e estupros, as várias facetas de Anthony são apresentadas e fica no ar a pergunta:
Por que, durante anos, ele vem semeando o pavor e a depreciação de todas aquelas pessoas tão cruelmente? O que haveria no passado de Anthony que o obrugava a agir assim com mulheres e homens ao seu puro e asqueroso prazer?
Susy cria uma atmosfera sombria em todos nós quando lemos. Por muitas vezes eu fechei o livro e respirei fundo. Senti o medo e angústia que escorregava pelas paredes de Montessales, e me perguntei se Anthony me expiava quando tinha tais pensamentos... É uma qualidade dele observar seus receios e desejos.
Por isso, caro leitor, ao convidá-lo a conhecer Montessales, eu observo que essa possa ser uma experiência única em sua vida. E, como toda experiência, você pode não sobreviver a ela... Talvez fosse bom você prestar atenção no que o Alfer Medeiros diz... Lá no início. Você lembra do aviso?
Blog da Susy: http://montessales.blogspot.com/
Leitura mega recomendada!
Merry Meet!!
Roxane Norris
Eu♥Lançamentos: Ed. Pensamento-Culturix-Seoman
Marcadores: Editora Pensamento-Culturix, Eu ♥ Lançamentos
Tudo bom, seus lindos? Então, eu tenho andado enrolada demais essa semana por causa do trabalho, tenho que estar no Leblon às 8h da manhã sendo que eu moro do outro lado da grande poça (aka Baía de Guanabara). Então eu tenho andado igual aos zumbis da série The Walking Dead, só que ao invés de carne, eu busco por uma cama macia e um quarto fresquinho, coisa que só encontro no fim do expediente lá pro final da tarde e depois de atravessar o engarrafamento nosso de cada dia, é claro. Porque não importa hora ou lugar, sempre tem engarrafamento.
Vida de empreguete à parte, vim aqui trazer as notícias dos lançamentos pra vocês! É, eu estou um pouco atrasada, eu sei, mas é que como na música, quando eu chego do serviço, quero o meu sofá. Hoje que eu peguei menos trânsito e deu pra relaxar um pouco porque eu consegui vir sentada pra casa (Obrigada Deus e todos os outros deuses e anjos e santos e criaturas místicas!), daí vim atualizar o blog.
Começando pela Culturix que está com 3 lançamentos super legais pra quem curte livros motivacionais e que abordam questões espirituais e psicológicas. Mas eu só vou colocar a sinopse desses dois se não vai ficar muito grande, mas as capas você pode conferir no final do post, tá?
SINOPSE: O
Seal Team Six é uma unidade “clandestina”, encarregada de ações antiterrorismo,
resgate de reféns e neutralização de insurreições. Até recentemente, sua
existência foi mantida sob estrito sigilo. Então, o ST6 pôs Osama bin Laden
fora de combate; e os efetivos envolvidos na operação foram expostos ao foco das atenções mundiais. No livro Seal Team Six,
publicado pela Editora Seoman, Howard Wasdin, um ex-atirador da “Equipe 6”,
leva o leitor às profundezas do interior do mundo dos SEALs da Marinha e dos
atiradores de elite das Forças Especiais.
SINOPSE: Este livro convida os leitores a uma jornada de amor incondicional. Katie, uma jovem carismática e expressiva, foi para Uganda numa breve missão durante as férias de Natal, e sua vida virou do avesso. Ela se sentiu tão tocada pelo povo e pelas necessidades desse país, que compreendeu que seu destino era voltar para lá e cuidar daquelas pessoas. Katie está no processo de adoção de treze crianças em Uganda, e estabeleceu um centro de cuidados chamado Amazima, que alimenta e coloca centenas de crianças nas escolas, além de lhes prover ensinamentos bíblicos. Você vai chorar e rir com Katie enquanto ela procura atender ao seu chamado interior


Por enquanto é só, mas fiquem de olho no blog que em breve teremos mais novidades!
Obrigada por virem aqui.
Vida de empreguete à parte, vim aqui trazer as notícias dos lançamentos pra vocês! É, eu estou um pouco atrasada, eu sei, mas é que como na música, quando eu chego do serviço, quero o meu sofá. Hoje que eu peguei menos trânsito e deu pra relaxar um pouco porque eu consegui vir sentada pra casa (Obrigada Deus e todos os outros deuses e anjos e santos e criaturas místicas!), daí vim atualizar o blog.
Começando pela Culturix que está com 3 lançamentos super legais pra quem curte livros motivacionais e que abordam questões espirituais e psicológicas. Mas eu só vou colocar a sinopse desses dois se não vai ficar muito grande, mas as capas você pode conferir no final do post, tá?
~ Jung, O Místico ~
SINOPSE: Embora seja com frequência chamado de “pai-fundador da Nova Era”, Carl
Jung, muitas vezes se empenhava em evitar qualquer associação explícita com o
misticismo ou o oculto, apesar de ter tido uma vida rica em experiências paranormais.
Gary Lachman analisa a vida e obra de Jung do ponto de vista da tradição
esotérica ocidental e coloca Jung no contexto de outros grandes pensadores
esotéricos. Seguindo as dimensões da vida, das lutas e dos relacionamentos
humanos de Jung, esta nova biografia de Carl Jung, examina de forma clara e
concisa o papel central que ideias, práticas e experiências místicas
desempenharam na carreira de um dos maiores pensadores da era moderna.
~ Como Viver em Harmonia com o Câncer ~
SINOPSE: Claudia,
a protagonista da história,
mostra como viver de forma plena e encontrar harmonia existencial diante da
mais impiedosa das adversidades: a que ameaça a vida. O autor Celso Massumoto, que a tratou por mais de onze anos, revela como a paciente conduziu
sua vida pessoal e profissional
entre os altos e baixos de seu tratamento. Com
comentários do Dr. Dráuzio Varella, Como Viver em Harmonia com o Câncer traz uma nova forma
de combater à doença e um aprendizado fundamental para os profissionais da
saúde e os pacientes. ‘Vencedor não é somente o paciente que fica curado, mas aquele que tem
uma qualidade de vida adequada que lhe permite continuar realizando as suas atividades
diárias com dignidade’, esclarece Massumoto.
Entre os lançamentos da Seoman e Jangada, os que mais me chamaram atenção estão abaixo, especialmente o título "O Mercador de Livros Malditos", adoro histórias com esse tipo de pegada.
Entre os lançamentos da Seoman e Jangada, os que mais me chamaram atenção estão abaixo, especialmente o título "O Mercador de Livros Malditos", adoro histórias com esse tipo de pegada.
~ O Mercador de Livros Malditos ~
SINOPSE:No ano de 1205, um monge foge de um esquadrão de
cavaleiros com algo muito precioso, que não está disposto a entregar a seus
perseguidores. Treze anos mais tarde, Ignazio de Toledo, um mercador de
relíquias, recebe de um nobre veneziano o encargo de procurar um livro
raríssimo, que supostamente contém antigos preceitos da cultura talismânica
oriental com os quais é possível evocar os anjos e sua divina sabedoria. Assim
começa a arriscada viagem de Ignazio, à procura de um manuscrito que alguém
desmembrou em quatro partes e escondeu cuidadosamente, protegendo-o com
intricados enigmas. Mas o mercador não é o único a querê-lo. Quem descobrirá
primeiro onde ele se encontra? E até que ponto aqueles que o buscam estarão
dispostos a se arriscar para desvendar seus mistérios?
~ Seal Team Six ~
~ Beijos da Kate ~
SINOPSE: Este livro convida os leitores a uma jornada de amor incondicional. Katie, uma jovem carismática e expressiva, foi para Uganda numa breve missão durante as férias de Natal, e sua vida virou do avesso. Ela se sentiu tão tocada pelo povo e pelas necessidades desse país, que compreendeu que seu destino era voltar para lá e cuidar daquelas pessoas. Katie está no processo de adoção de treze crianças em Uganda, e estabeleceu um centro de cuidados chamado Amazima, que alimenta e coloca centenas de crianças nas escolas, além de lhes prover ensinamentos bíblicos. Você vai chorar e rir com Katie enquanto ela procura atender ao seu chamado interior



Por enquanto é só, mas fiquem de olho no blog que em breve teremos mais novidades!
Obrigada por virem aqui.
Beijos,
Julliana.
Favoritos até 2011 #3
Marcadores: Favoritos até 2011, Meme Literário
Essa é a terceira semana desse "Meme Literário" muito fofo criado por um blog literário australiano.
― Uma ponte ia ser construída através dos pântanos. Era uma hiperponte ciberestruturada, com centenas de quilômetros de extensão, para carregar carroças iônicas e transportes de cargas por cima do pântano.
― Uma ponte? ― inquirulou o colchão. ― Aqui no pântano?
― Sim, uma ponte ― confirmou Marvin ―, aqui no pântano. A idéia é que ela revitalizasse a economia do Sistema de Squornshellous. Dedicaram todos os recursos da economia do Sistema de Squornshellous para construí-la. E me pediram para inaugurá-la. Pobres tolos.Uma chuva fina começou a cair através da névoa. ― Lá estava eu na plataforma. Por centenas de quilômetros à minha frente e centenas de quilômetros atrás de mim estendia-se a ponte.
― Ela reluzia? ― perguntou o colchão, entusiasmado.
― Sim, reluzia.― Atravessava as milhas majestosamente?
― Sim, atravessava as milhas majestosamente.
― Alongava-se como um fio de prata até se tornar invisível em meio à névoa?
― Sim ― disse Marvin. ― Você quer ou não ouvir a história?
― Quero ouvir o seu discurso ― respondeu o colchão.
― Eis o que eu disse. Disse: "Gostaria de dizer que é um grande prazer, uma enorme honra e um privilégio para mim inaugurar esta ponte, mas não posso fazer isso porque todos os meus circuitos de falsidade estão fora de ação. Eu odeio desprezo todos vocês. A partir deste momento, declaro esta miserável ciberestrutura aberta aos abusos inimagináveis de todos aqueles que irão petulantemente cruzá-la."
Em seguida me conectei aos circuitos de abertura. Marvin fez uma pausa enquanto se lembrava da ocasião. O colchão flureou e gluriou. Ele flopolou, glupou e uilomeou de uma forma particularmente flúpida. ― Vuum ― vurfou por fim. ― E foi uma ocasião magnífica?
O meme foi criado pelo blog Inkcrush e espero que divirta todos vocês.
~ Semana 3: As Cenas ~
1. Melhor Primeiro Capítulo
Eu adoro o começo de histórias. Raramente os primeiros capítulos são tão cativantes, sejamos sinceros, mas houve três que me deixaram encantada: top 3 inícios mais bonitos. Mas como esse tem que ser o primeiro, eu escolheria mais uma vez ele: Nabokov e sua Lolita.
"Lolita, luz da minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca, para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta.Pela manhã era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando apenas uma meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita."
2. Melhor Climax
Difícil escolher um, todo livro teve o seu. Mas já que é para escolher, eu diria que o julgamento do Jean-Baptiste Grenouille em "O Perfume" de Süskind foi de tirar o fôlego.
3. Melhor Final
O Final de "O Perfume" de Süskind pela forma brilhante, trágica e macabra que ele terminou essa obra de arte literária.
4. O Plot mais bem Desenvolvido e Revelado
Falem o que for, mas para a mim a história do Snape em Harry Potter foi a melhor. Foi lindo o desfecho que a Rowling deu ao personagem.
5. Cena mais Apavorante
Não leio livros de terror, sério. Mas vou escolher a cena em "Um Longo Caminho para Casa" , a cena que a Gabriella, no futuro, é espancada pelo marido. É um terror real, entendem?
6. Cena mais Caliente
Deixem-me pensar, hm... Não leio muitos livros eróticos, só li um da Gena Showalter uma vez e achei muito mal feito (desculpe, Gena, mas não foi bom pra mim - risos). Então vou escolher a cena da Loreen em "Segredos de uma Sapatólatra" com o garoto de programa que ela acidentalmente contrata. É uma cena caliente que depois se torna MUITO engraçada. Ok, não é tão caliente assim, mas não estou conseguindo pensar em nenhuma outra.
7. Momento mais Preocupante
Ah, quando a Pollyanna perde o entusiasmo e a vontade de jogar seu jogo do contente, fiquei preocupada com a situação da pobre menina.
8. Momento mais "roendo-unhas"
Lendo o meio em diante de "Sétimo" de André Vianco, demorou a engatar, mas quando foi, DEUS, "unhas-pra-que-te-quero?".
9. A Cena Mais Hilária
Marvin contando seus causos em "A Vida, o Universo e tudo o mais". Certo que a obra de Adams possui várias cenas hilárias, mas essa, especialmente, me arranca lágrimas de tanto rir sempre que leio.
― Uma ponte? ― inquirulou o colchão. ― Aqui no pântano?
― Sim, uma ponte ― confirmou Marvin ―, aqui no pântano. A idéia é que ela revitalizasse a economia do Sistema de Squornshellous. Dedicaram todos os recursos da economia do Sistema de Squornshellous para construí-la. E me pediram para inaugurá-la. Pobres tolos.Uma chuva fina começou a cair através da névoa. ― Lá estava eu na plataforma. Por centenas de quilômetros à minha frente e centenas de quilômetros atrás de mim estendia-se a ponte.
― Ela reluzia? ― perguntou o colchão, entusiasmado.
― Sim, reluzia.― Atravessava as milhas majestosamente?
― Sim, atravessava as milhas majestosamente.
― Alongava-se como um fio de prata até se tornar invisível em meio à névoa?
― Sim ― disse Marvin. ― Você quer ou não ouvir a história?
― Quero ouvir o seu discurso ― respondeu o colchão.
― Eis o que eu disse. Disse: "Gostaria de dizer que é um grande prazer, uma enorme honra e um privilégio para mim inaugurar esta ponte, mas não posso fazer isso porque todos os meus circuitos de falsidade estão fora de ação. Eu odeio desprezo todos vocês. A partir deste momento, declaro esta miserável ciberestrutura aberta aos abusos inimagináveis de todos aqueles que irão petulantemente cruzá-la."
Em seguida me conectei aos circuitos de abertura. Marvin fez uma pausa enquanto se lembrava da ocasião. O colchão flureou e gluriou. Ele flopolou, glupou e uilomeou de uma forma particularmente flúpida. ― Vuum ― vurfou por fim. ― E foi uma ocasião magnífica?
― Razoavelmente magnífica. A ponte de 1.500 quilômetros em toda a sua extensão, espontaneamente redobrou-se em sua cintilante travessia e submergiu, chorando, no lodo, levando todos junto com ela.
10. Cena mais Emocionante
A cena em que Snape diz que sempre amou Lily, mesmo após todo o tempo que passou. Lindo. <3
Bom, pessoal, é só isso, não tem mais jeito, boa sorte...
Até domingo que vem, hahahaha!
Beijos,
Julliana.
Eu ♥ Adaptações: Desventuras em Série
Marcadores: Eu ♥ Adaptações
Alô você. Hoje vou falar sobre a adaptação cinematográfica de uma das minhas séries literárias favoritas: Desventuras em Série. Mas antes de falar sobre o filme, quero falar um pouco sobre os livros. E eu vou fazer o máximo possível para realmente tentar falar pouco.
A nem-tão-pequena saga que envolve os irmãos Baudelaire (falarei sobre os personagens mais adiante, se você não os conhece): Violet, Klaus e Sunny e o pérfido Conde Olaf é composta por treze livros (e uma Autobiografia não Autorizada). Pode parecer muito, mas realmente não é. Cada livro tem exatos treze capítulos (o número é bastante simbólico) com pouco mais de 100 páginas. Conforme a história vai chegando ao fim, os livros vão ficando um pouco mais longos, sendo que, o penúltimo é o mais longo com 320 páginas. No entanto, por causa do tamanho reduzido e da diagramação do livro, trezentas e vinte páginas não são muita coisa.
Quando eu li a série, passava apenas algumas horas lendo cada livro. E confesso que é um pouco difícil parar durante a leitura, porque os livros prendem a atenção do leitor de uma maneira absurda. Mas voltando; o que eu mais gosto nos livros é o cenário meio gótico e macabro e a maneira como o autor (Lemony Snicket) relata os fatos de um modo melancólico, excêntrico, único e absolutamente adorável.
Se você não sabe absolutamente nada sobre a obra e se algo do que eu disse sobre essa minha paixão despertou o seu interesse, aqui está a sinopse do primeiro livro:
Caro leitor,
Essa maneira como o autor retrata a história dos três irmãos na sinopse - de forma bastante melancólica, que me agrada muito por sinal - está presente em toda a obra, em todas as desventuras que os protagonistas enfrentam, que não são poucas. Apenas por curiosidade, o título em Portugal dessa série é: "Uma Série de Desgraças".
Agora, deixando os livros de lado (tendo falhado miseravelmente em falar pouco sobre eles), vamos ao filme. A primeira coisa que você precisa saber sobre a adaptação cinematográfica de Desventuras em Série é que ela consiste nos três primeiros livros da obra, que são: "Mau Começo", "A Sala dos Répteis" e "O Lago das Sanguessugas".
E como toda adaptação, algumas mudanças são necessárias para que o filme não fique muito longo e para que a história dos três livros fique "bem contada" na tela grande. A mudança mais marcante é que o filme possui um final, enquanto nos livros a "série de desgraças" dos três irmãos continua por mais dez livros... Mas isso é suportável.
Durante algum tempo houveram algumas especulações sobre uma continuação do filme, adaptando os três livros seguintes, mas muito tempo se passou e não temos nada, e não esperamos mais nada, também. E agora, antes de prosseguir, vou colocar aqui o pôster e a sinopse do filme (encontrada na contra-capa do DVD):
Caro espectador;
Como vocês podem observar, o filme conseguiu passar muito bem a maneira depressiva como o autor conta a história dos personagens (sugiro que confiram o trailer no final dessa postagem também). O início do longa-metragem marca de uma maneira simplesmente hilária esse modo único e "infeliz" do autor de relatar a história, e e se você ainda não viu, veja! Pelo menos esse começo.
Agora, algumas informações técnicas antes de falar dos atores: a adaptação dos três primeiros livros da série é um filme de longa-metragem estadunidense e alemão lançado em 17 de dezembro de 2004, dirigido por Brad Silberling. O filme ganhou o Oscar de Melhor Maquiagem em 2004 e foi indicado nas categorias de melhor direção de arte, melhor figurino e melhor trilha sonora.
Jim Carrey foi indicado ao MTV Movie Awards de 2004 na categoria de melhor vilão. E é aqui onde quero começar a falar sobre os personagens. Para quem não conhece a obra, o Conde Olaf é um parente distante (como todos os outros, aparentemente) dos três irmãos: Violet, Klaus e Sunny. Após um incêndio que acabou com a casa deles, os três foram deixados aos cuidados do Conde, o "parente mais próximo" (o único que mora na mesma cidade deles, pelo menos). O Conde tem um único interesse que é óbvio durante todos os livros e durante o filme também, e mais uma coisa: ele é mal. Simplesmente mal. Ele não mede esforços para conseguir o que quer, e aqui eu tenho um grande problema com o Jim Carrey.
Jim Carrey é um comediante. Sim, ele já fez dramas e suspenses ótimos como "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" e "Número 23", mas todos nós sabemos que ele é, primordialmente, um comediante. E acontece que a interpretação do Conde Olaf que ele fez foi, na maior parte das vezes, composta de improvisos (fonte: extras do DVD), o que resultou em um vilão maligno (a parte original do roteiro, eu pressuponho) e excêntrico (de um modo cômico, o que não me agradou) - mais cômico que maligno, na minha opinião. Como é um filme destinado a um público mais jovem, eu entendo a "mudança" no estilo do vilão, mas como um fã dos livros, não consigo engolí-la.
Não consigo falar muito sobre a atuação de Carrey sem revelar um pouco do enredo da obra, então acho melhor não falar mais nada e deixar apenas o meu ponto de vista. O ator não conseguiu interpretar o vilão de um modo satisfatório. Pelo menos não para mim. Você pode discordar e achar que ele foi ótimo. Beleza, não precisamos ter um problema por isso. Só estou dizendo aqui que eu não gostei.
Agora, sobre os protagonistas, o que você precisa saber é o seguinte: Violet, a irmã mais velha, é "provavelmente a melhor inventora de 14 anos do mundo". Klaus, o irmão do meio, é um leitor que já leu praticamente sobre tudo e consegue se lembrar de tudo que leu. E Sunny, a mais nova, é uma mordedora. Os três usam os seus talentos para tentar escapar de situações problemáticas (em alguns casos absurdas; o que eu acho que mostra a mente brilhante de Lemony Snicket para conseguir pensar em soluções para tais problemas), e normalmente é tudo uma tentativa de escapar do Conde Olaf.
Eu gostei muito da atuação dos três protagonistas. É claro que eles são bem mais bonitos do que os personagens que eu imaginei enquanto lia as treze partes da série de desventuras, e bem "mais grandinhos" também (exceto a Sunny, que é simplesmente perfeita). Mas hey, Hollywood funciona assim.
Billy Connolly interpreta o Tio Monty, um hepertologista que possui uma coleção de répteis em sua casa. O livro o descreve como sendo "um homem baixinho e rechonchundo de rosto redondo e avermelhado e principalmente gentil e amigável", e eu não tenho nenhuma reclamação para fazer aqui. Meryl Streep interpreta a Tia Josephine, uma viúva medrosa que vive sozinha em uma casa "exótica" à beira do Lago Lacrimoso (onde vivem as sanguessugas) e que é apaixonada por gramática. Eu achei a Meryl Streep simplesmente sensacional no papel da Tia Josephine. A personagem é bastante excêntrica e cômica devido a alguns de seus medos totalmente irracionais, e a atriz conseguiu retratar isso muito bem e... Ah, não tenho palavras.
Alguns outros personagens que aparecem no filme são: Lemony Snicket (Jude Law), o narrador de todas as desventuras; Sr. Poe (Timothy Spall), o banqueiro encarregado de cuidar dos irmãos Baudelaire depois do incêndio; Juíza Strauss (Catherine O'Hara), vizinha do Conde Olaf; um crítico de teatro (Dustin Hoffman), e alguns integrantes da trupe do Conde. Esses personagens possuem papéis bastante secundários no filme, e não tenho nada a reclamar disso também. Nos primeiros livros todos são bastante secundários, então... Tudo certo.
Esse post já está ficando muito grande, então vou encerrá-lo dizendo o seguinte: sou apaixonado por Desventuras em Série, adoro a ambientação gótica da história, de sua originalidade e genialidade (sério, algumas coisas que os irmãos fazem são simplesmente geniais, e eu não tenho outra palavra para descrever isto) e também sou apaixonado pelos personagens marcantes presentes nas desventuras. A única coisa que eu realmente não gostei no filme foi a interpretação de Jim Carrey de um dos meus vilões mais temidos (para não dizer "favoritos" porque isso soa muito sádico).
Como vocês podem observar no trailer, a maquiagem, trilha sonora, cenário e tudo o mais são simplesmente assombrosos, então não tenho o que comentar sobre eles. Não vou deixar críticas de outros sites desta vez, mas vocês podem sempre procurá-las tendo em mente que muitas delas contém detalhes do enredo da obra. E por hoje é só. Bom filme para vocês! E não deixem de conferir o trailer logo abaixo!
A nem-tão-pequena saga que envolve os irmãos Baudelaire (falarei sobre os personagens mais adiante, se você não os conhece): Violet, Klaus e Sunny e o pérfido Conde Olaf é composta por treze livros (e uma Autobiografia não Autorizada). Pode parecer muito, mas realmente não é. Cada livro tem exatos treze capítulos (o número é bastante simbólico) com pouco mais de 100 páginas. Conforme a história vai chegando ao fim, os livros vão ficando um pouco mais longos, sendo que, o penúltimo é o mais longo com 320 páginas. No entanto, por causa do tamanho reduzido e da diagramação do livro, trezentas e vinte páginas não são muita coisa.
Quando eu li a série, passava apenas algumas horas lendo cada livro. E confesso que é um pouco difícil parar durante a leitura, porque os livros prendem a atenção do leitor de uma maneira absurda. Mas voltando; o que eu mais gosto nos livros é o cenário meio gótico e macabro e a maneira como o autor (Lemony Snicket) relata os fatos de um modo melancólico, excêntrico, único e absolutamente adorável.
Se você não sabe absolutamente nada sobre a obra e se algo do que eu disse sobre essa minha paixão despertou o seu interesse, aqui está a sinopse do primeiro livro:
Caro leitor,
Sinto muito dizer que o livro que você tem nas mãos é bastante desagradável. Conta a infeliz história de três crianças muito sem sorte. Apesar de encantadores e inteligentes, os irmãos Baudelaire levam uma vida esmagada por aflições e infortúnios. Logo no primeiro capítulo as crianças estão na praia e recebem uma trágica notícia. A infelicidade segue os seus passos, como se eles fossem ímas que atraíssem desgraças.
Neste pequeno volume, os três jovens têm que lidar com um repulsivo vilão dominado pela cobiça, com roupas que pinicam o corpo, um incêndio calamitoso, um plano para roubar a fortuna deles e mingau frio servido como café da manhã.
É meu triste dever pôr no papel essas histórias lamentáveis. Mas não há nada que o impeça de largar o livro imediatamente e sair para outra leitura sobre coisas alegres, se é isso que você prefere.
Respeitosamente,
Lemony Snicket.
Essa maneira como o autor retrata a história dos três irmãos na sinopse - de forma bastante melancólica, que me agrada muito por sinal - está presente em toda a obra, em todas as desventuras que os protagonistas enfrentam, que não são poucas. Apenas por curiosidade, o título em Portugal dessa série é: "Uma Série de Desgraças".
Agora, deixando os livros de lado (tendo falhado miseravelmente em falar pouco sobre eles), vamos ao filme. A primeira coisa que você precisa saber sobre a adaptação cinematográfica de Desventuras em Série é que ela consiste nos três primeiros livros da obra, que são: "Mau Começo", "A Sala dos Répteis" e "O Lago das Sanguessugas".
E como toda adaptação, algumas mudanças são necessárias para que o filme não fique muito longo e para que a história dos três livros fique "bem contada" na tela grande. A mudança mais marcante é que o filme possui um final, enquanto nos livros a "série de desgraças" dos três irmãos continua por mais dez livros... Mas isso é suportável.
Durante algum tempo houveram algumas especulações sobre uma continuação do filme, adaptando os três livros seguintes, mas muito tempo se passou e não temos nada, e não esperamos mais nada, também. E agora, antes de prosseguir, vou colocar aqui o pôster e a sinopse do filme (encontrada na contra-capa do DVD):
Caro espectador;
Se você gosta de filmes com coelhos cantando, naves explodindo ou líderes de torcida, você realmente não deveria estar com esse DVD nas mãos. Este é um filme extremamente perturbador, o que em outras palavras quer dizer "uma desventura de suspense envolvendo os três engenhosos órfãos e um ator vilão chamado Conde Olaf (Jim Carrey) em busca da fabulosa fortuna deles".
Isso inclui um incêndio muito suspeito, deliciosas massas, Jim Carrey, sanguessugas de comportamento inconveniente, uma víbora incrivelmente mortífera, Meryl Streep, e a voz de um impostor chamado Jude Law. A única coisa que poderia tornar esse espetáculo uma desventura maior ainda... são os extras, tais como os comentários feitos por mim ou os "erros de gravação" que provocam risos nervosos.
Sinto-me compelido a continuar minhas pesquisas sobre as vidas dos órfãos Baudelaire, mas peço a você que se sinta à vontade para sair em busca de algo menos indigesto, como por exemplo uma caprichada feijoada.
Com o devido respeito,
Lemony Snicket.
Como vocês podem observar, o filme conseguiu passar muito bem a maneira depressiva como o autor conta a história dos personagens (sugiro que confiram o trailer no final dessa postagem também). O início do longa-metragem marca de uma maneira simplesmente hilária esse modo único e "infeliz" do autor de relatar a história, e e se você ainda não viu, veja! Pelo menos esse começo.
Agora, algumas informações técnicas antes de falar dos atores: a adaptação dos três primeiros livros da série é um filme de longa-metragem estadunidense e alemão lançado em 17 de dezembro de 2004, dirigido por Brad Silberling. O filme ganhou o Oscar de Melhor Maquiagem em 2004 e foi indicado nas categorias de melhor direção de arte, melhor figurino e melhor trilha sonora.
Jim Carrey foi indicado ao MTV Movie Awards de 2004 na categoria de melhor vilão. E é aqui onde quero começar a falar sobre os personagens. Para quem não conhece a obra, o Conde Olaf é um parente distante (como todos os outros, aparentemente) dos três irmãos: Violet, Klaus e Sunny. Após um incêndio que acabou com a casa deles, os três foram deixados aos cuidados do Conde, o "parente mais próximo" (o único que mora na mesma cidade deles, pelo menos). O Conde tem um único interesse que é óbvio durante todos os livros e durante o filme também, e mais uma coisa: ele é mal. Simplesmente mal. Ele não mede esforços para conseguir o que quer, e aqui eu tenho um grande problema com o Jim Carrey.
Jim Carrey é um comediante. Sim, ele já fez dramas e suspenses ótimos como "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" e "Número 23", mas todos nós sabemos que ele é, primordialmente, um comediante. E acontece que a interpretação do Conde Olaf que ele fez foi, na maior parte das vezes, composta de improvisos (fonte: extras do DVD), o que resultou em um vilão maligno (a parte original do roteiro, eu pressuponho) e excêntrico (de um modo cômico, o que não me agradou) - mais cômico que maligno, na minha opinião. Como é um filme destinado a um público mais jovem, eu entendo a "mudança" no estilo do vilão, mas como um fã dos livros, não consigo engolí-la.
Não consigo falar muito sobre a atuação de Carrey sem revelar um pouco do enredo da obra, então acho melhor não falar mais nada e deixar apenas o meu ponto de vista. O ator não conseguiu interpretar o vilão de um modo satisfatório. Pelo menos não para mim. Você pode discordar e achar que ele foi ótimo. Beleza, não precisamos ter um problema por isso. Só estou dizendo aqui que eu não gostei.
Agora, sobre os protagonistas, o que você precisa saber é o seguinte: Violet, a irmã mais velha, é "provavelmente a melhor inventora de 14 anos do mundo". Klaus, o irmão do meio, é um leitor que já leu praticamente sobre tudo e consegue se lembrar de tudo que leu. E Sunny, a mais nova, é uma mordedora. Os três usam os seus talentos para tentar escapar de situações problemáticas (em alguns casos absurdas; o que eu acho que mostra a mente brilhante de Lemony Snicket para conseguir pensar em soluções para tais problemas), e normalmente é tudo uma tentativa de escapar do Conde Olaf.
Eu gostei muito da atuação dos três protagonistas. É claro que eles são bem mais bonitos do que os personagens que eu imaginei enquanto lia as treze partes da série de desventuras, e bem "mais grandinhos" também (exceto a Sunny, que é simplesmente perfeita). Mas hey, Hollywood funciona assim.
Billy Connolly interpreta o Tio Monty, um hepertologista que possui uma coleção de répteis em sua casa. O livro o descreve como sendo "um homem baixinho e rechonchundo de rosto redondo e avermelhado e principalmente gentil e amigável", e eu não tenho nenhuma reclamação para fazer aqui. Meryl Streep interpreta a Tia Josephine, uma viúva medrosa que vive sozinha em uma casa "exótica" à beira do Lago Lacrimoso (onde vivem as sanguessugas) e que é apaixonada por gramática. Eu achei a Meryl Streep simplesmente sensacional no papel da Tia Josephine. A personagem é bastante excêntrica e cômica devido a alguns de seus medos totalmente irracionais, e a atriz conseguiu retratar isso muito bem e... Ah, não tenho palavras.
Alguns outros personagens que aparecem no filme são: Lemony Snicket (Jude Law), o narrador de todas as desventuras; Sr. Poe (Timothy Spall), o banqueiro encarregado de cuidar dos irmãos Baudelaire depois do incêndio; Juíza Strauss (Catherine O'Hara), vizinha do Conde Olaf; um crítico de teatro (Dustin Hoffman), e alguns integrantes da trupe do Conde. Esses personagens possuem papéis bastante secundários no filme, e não tenho nada a reclamar disso também. Nos primeiros livros todos são bastante secundários, então... Tudo certo.
Esse post já está ficando muito grande, então vou encerrá-lo dizendo o seguinte: sou apaixonado por Desventuras em Série, adoro a ambientação gótica da história, de sua originalidade e genialidade (sério, algumas coisas que os irmãos fazem são simplesmente geniais, e eu não tenho outra palavra para descrever isto) e também sou apaixonado pelos personagens marcantes presentes nas desventuras. A única coisa que eu realmente não gostei no filme foi a interpretação de Jim Carrey de um dos meus vilões mais temidos (para não dizer "favoritos" porque isso soa muito sádico).
Como vocês podem observar no trailer, a maquiagem, trilha sonora, cenário e tudo o mais são simplesmente assombrosos, então não tenho o que comentar sobre eles. Não vou deixar críticas de outros sites desta vez, mas vocês podem sempre procurá-las tendo em mente que muitas delas contém detalhes do enredo da obra. E por hoje é só. Bom filme para vocês! E não deixem de conferir o trailer logo abaixo!
Eu ♥ Resenhas: Amante da Fantasia
Marcadores: Eu ♥ Resenhas, Isabela Lima, Muito Bom, Novo Século, Resenha, Saga Dark-hunters, Sherrilyn Kenyon
Título Original: “Fantasy Lover”
Saga: Dark-Hunter
Autora: Sherrilyn Kenyon
Ano: 2012
Páginas: 334
Editora: Novo Século
E,
finalmente, a saga Dark-hunters foi
lançada aqui no Brasil. Estava super ansiosa para possuir esse livro em minhas
mãos e não me arrependi de ter gasto meu dinheiro nele! (Mesmo a capa me
frustrando, não fazendo jus ao tudo de bom Julian da Macedônia)
A saga
Dark hunters começa com a estória de Julian da Macedônia. Julian não é um
Dark-Hunter, e sim, um semideus filho de Afrodite e um general Espartano, embora
toda a saga dos guerreiros ainda não seja retratada nesse livro. O livro é como se fosse um prólogo, já que nos
situa em relação aos personagens e ao universo que a autora criou para a saga.
Em
sua sinopse a autora nos da uma ideia do que Julian passa e como se sente:
Cara leitora,
Ficar preso em um quarto com uma mulher é algo formidável. Ficar preso em centenas de quartos durante mais de dois mil anos não é. E ser amaldiçoado dentro de um livro como um escravo sexual pela eternidade pode arruinar até mesmo o dia de um guerreiro espartano.Como escravo sexual, eu sabia tudo a respeito das mulheres. Como tocá-las, como saboreá-las e, principalmente, como satisfazê-las. Porém, quando fui evocado para realizar as fantasias sexuais de Grace Alexander, encontrei a primeira mulher na história que me enxergou como um homem com um passado atormentado. Só ela se importou em me tirar do quarto, levando-me para o mundo. Ela me ensinou a amar outra vez.Mas eu não nasci para conhecer o amor. Fui condenado a uma solidão a uma solidão eterna. Como general, eu tinha aceitado minha sentença havia muito tempo. Porém, agora encontrei Grace... a única coisa sem a qual meu coração ferido não é capaz de sobreviver. Com certeza, o amor pode curar todas as feridas, mas poderá romper também uma maldição de dois mil anos?
Confesso que não sou muito fã
de livros que começam com uma temática que remeta a algo sexualmente explicito. No caso Julian, a trama se desenvolve sendo
ele um escravo sexual grego amaldiçoado a ficar preso por toda a eternidade
dentro de um livro, só podendo sair quando é invocado. Acho apelativo e,
aparentemente, a trama seria voltada para a paixão e luxuria, porém ao lermos
as páginas, entendemos os personagens e a trama, o porquê da autora os fazer assim.
Julian era um poderoso general
espartano treinado desde a infância nos quartéis, sem família, sem amor, apenas
conhecendo a fome, frio e a violência. Já podem imaginar como um bastardo é
tratado, né? Julian é descrito à semelhança de Adônis, literalmente como um
deus grego, cobiçado por todas as mulheres e invejado por todos os homens,
nunca sendo amado por ninguém.
E temos Grace Alexander,
psicóloga, sexóloga quase entrando na casa dos 30. Grace é cética e um tanto
traumatizada e receosa. Chega a ser irônico alguém que lida com os problemas
sexuais dos outros e não consegue ajeitar os seus. Grace, a principio, o rejeita.
Não, por não achar Julian atraente, mas sim porque não quer apenas uma relação
amorosa e nada mais. Não quer apenas ser usada e depois dispensada, ela é
romântica e quer mais do que isso. Ela quer amor e companheirismo.
Além dos personagens principais,
somos apresentados a alguns deuses como: Eros, Afrodite, Atena e Príapo. Julian
como filho de Afrodite, a deusa do amor, beleza e sexualidade, é meio irmão de
Eros (deus do amor) e Príapo (deus da fertilidade). Por tantos traços na
família ligados à beleza e sexualidade, posso julgar que seja por isso que a
maldição de Julian seja ligada a escravidão sexual.
Mesmo ainda não tendo ligação
com a trama recorrente dos guerreiros imortais, os Dark-Hunters, a história de
Julian da Macedônia e Grace Alexander é bem explorada, não consegui ver pontas
soltas e pra tudo havia uma explicação. Já comprei o próximo livro lançado! O
de Kyrian da Tracia (que no caso é o 4º livro, mas o 2º lançado no Brasil),
esse sim é a história do primeiro Dark Hunter... Esperem e logo terão essa
resenha também, pois a saga é maravilhosa! Não deixem de conferir!
Beijos
Isabela
Eu♥Concursos Literários: CLEC 2012
Marcadores: Alcantis, APED Editora, Concurso Literário
Bom dia, pessoal!
E o dia já começa com novidades ótimas, especialmente a você que além de leitor, se arrisca em meio a criação de histórias. Pois é, vamos para o segundo concurso do CLEC.
O autor...
Para saber mais, leia o edital aqui.
E o dia já começa com novidades ótimas, especialmente a você que além de leitor, se arrisca em meio a criação de histórias. Pois é, vamos para o segundo concurso do CLEC.
Mas Ju, o que é o CLEC?Calma, pequeno gafanhoto, aqui vai a resposta:
O Clec 2012 é uma iniciativa do romancista Roberto Laaf em parceria com o selo editorial Alcantis para dar oportunidade a talentos estreantes na literatura nacional, garantindo-lhes a experiência de lançar seu primeiro trabalho literário em uma compilação séria, voltada ao exigente público leitor.
O concurso destina-se somente àqueles que pretendem iniciar uma carreira literária como escritor, e tem por finalidade selecionar contos inéditos para a organização de uma coletânea que atenda os padrões de qualidade defendidos pela Alcantis.
~ Pré-requisitos para participação ~
O autor...
- Deve ter nacionalidade brasileira;
- Deve ser residente no Brasil;
- Não pode ter obras literárias de autoria exclusiva, de qualquer natureza, já publicadas;
- Que tiver idade inferior a 18 anos deverá enviar autorização dos pais ou tutores responsáveis junto ao material de inscrição para o concurso;
- Deve ser de autoria exclusiva do autor inscrito;
- Deve ser inédito em todos os meios de comunicação;
- Não pode ser divulgado ao público até o término do concurso;
Para saber mais, leia o edital aqui.
No vídeo abaixo o Roberto Laaf fala a respeito do concurso, confiram ;)
Calendário do Concurso
09/2012 - Inscrições abertas
11/2012 - Seleção de contos (NEA)
12/2012 - Seleção dos organizadores
12/2012 - Divulgação dos vencedores
01/2013 - Revisão de texto
02/2013 - Produção gráfica
03/2013 - Campanha divulgacional
04/2013 - Publicação da obra
Ninguém ♥ Mary Sues
Marcadores: Julliana Passos, Mary Sues, Outros
Ah! As Mary Sues... Quem nunca se deparou com uma e quis matá-la a pedradas ou tacá-la de um abismo sem fim para que passe a eternidade caindo num vácuo escuro de nada? Eu, você, sua mãe e todo o mundo. Ninguém ama Mary Sues e isso é um fato.
Afinal, como alguém pode suportar aquela personagem perfeita em cada detalhe? Aquela personagem que o autor calculou cada curva para que ela fosse a mais bonita, inteligente e sábia do mundo. Mesmo que ela seja uma adolescente com problemas hormonais, as Mary Sues são sempre perfeitas, inclusive em suas imperfeições. Afinal, o jeito como ela mantém a boca semi-aberta enquanto pensa e o olhar vazio fitando o absoluto nada é bastante sensual. Nós vemos elas por aí em livros, em fanfics e em filmes e sempre, sempre odiamos todas elas.
Sabe aquela songa-monga que você não consegue entender a razão de todos os personagens masculinos quererem pegar e o autor sempre sai com uma desculpa esdrúxula? Então... A chance de ela ser uma Mary Sue é de 99%.
Gosto muito de um texto de uma amiga (a Michele, pro pessoal do Nyah é a Lady Michele Bran) a respeito desse tipo de personagem, ela elaborou um manual prático, direto e fácil de identificação que vocês poderão ler abaixo:
As Mary Sues no Século Vinte e Um
Hoje em dia, infelizmente, é muito comum todos os leitores verem um personagem desse estilo. O tão temido “Mal de Mary Sue”
pode atacar qualquer um, mesmo um escritor mais experiente... Afinal quem nunca
escreveu uma Mary Sue que atire a primeira pedra...
“Mas, como eu sei que o personagem é uma Mary Sue ou um Gary Stu?”
Calma, crianças. Como já diria o tio Jack
Estripador, vamos por partes... Os passos básicos a seguir ensinam você a
identificar uma Mary Sue...
Descrições:
Geralmente são perfeitas... As Mary Sues são “a
menina mais linda que Fulano viu na vida. Ele se apaixonou por ela a primeira
vista...", “São guerreiras perfeitas, nunca erram o alvo na hora de
acertar alguém”, “tem mil e um personagens apaixonados por ela” e por aí vai...
Os Gary Stu geralmente são “aquele príncipe encantado” que toda mulher sonha. Têm pernas grossas, braços fortes, mãos suaves, costas largas, muito, muito, muito musculosos, desses que tem até o lóbulo da orelha e o nariz musculosos. Conseguem ser sensíveis, delicados, nunca são grossos ou engraçadinhos demais... Nunca traem.
Olhos:
Os Gary Stu geralmente são “aquele príncipe encantado” que toda mulher sonha. Têm pernas grossas, braços fortes, mãos suaves, costas largas, muito, muito, muito musculosos, desses que tem até o lóbulo da orelha e o nariz musculosos. Conseguem ser sensíveis, delicados, nunca são grossos ou engraçadinhos demais... Nunca traem.
Olhos:
Nunca são de uma cor normal. São sempre prateados,
dourados, cor de rosa, vermelhos, amarelos, púrpuras... Mesmo quando são azuis,
verdes, negros, castanhos são tão enfeitados que você pensa que o autor
descobriu uma cor nova e esqueceu de anunciar pro mundo.
Isso quando não são mais coloridos do que a
bandeira do Orgulho Gay (sem preconceito galera, foi só uma comparação).
“Seus olhos são verdes, sob a luz das velas,
parecem violetas e quando estão sob a luz da lua são de um cinza profundo como
o mar azul”.
Que raio de olho é esse afinal? *medo*
Cabelo:
Cabelo:
Os cabelos costumam ser loiros quase brancos,
ruivos cor de fogo (sem tintura), pretos azulados... Pior quando são coloridos.
Rosa, verdes, prateados, roxo com mechas verde limão...
Passado:
*entenda-se Fulano como o principal vilão da
história*
Fulano quer matá-la, Fulano matou o pai, Fulano matou a mãe dela, Fulano matou seu avô, Fulano matou sua avó, Fulano matou seu gato, Fulano matou seu cachorro, Fulano matou a pulga da asa do seu papagaio... E agora Mary Sue quer vingança...
Fulano quer matá-la, Fulano matou o pai, Fulano matou a mãe dela, Fulano matou seu avô, Fulano matou sua avó, Fulano matou seu gato, Fulano matou seu cachorro, Fulano matou a pulga da asa do seu papagaio... E agora Mary Sue quer vingança...
Isso quando a Mary Sue perfeitinha é a vilã
perfeitinha e vira a casaca por amor ao Gary Stu perfeitinho dali de cima...
Ou ainda os pais da menina souberam por “Não sei quem” que ela morreu e nem se deram ao trabalho de saber se era verdade ou não...
Ou ainda os pais da menina souberam por “Não sei quem” que ela morreu e nem se deram ao trabalho de saber se era verdade ou não...
Futuro:
Mary Sues costumam ter quatro finais: (às vezes o
máximo que ocorre é alguma variação pequena e quase imperceptível).
1- Depois de ter seduzido seu mocinho (ou Gary Stu
perfeitinho), fica com ele para o resto da vida (e para nosso ódio).
2- Depois de salvar o dia, os protagonistas, a selva amazônica, a barreira coralínea da Austrália e mais algumas casas que estavam pegando fogo na Califórnia, a Mary Sue vai embora cavalgando pelo horizonte num cavalo branco, com olhos prateados e asas cor de rosa que na luz do pôr do sol ficam vermelho-alaranjadas.
2- Depois de salvar o dia, os protagonistas, a selva amazônica, a barreira coralínea da Austrália e mais algumas casas que estavam pegando fogo na Califórnia, a Mary Sue vai embora cavalgando pelo horizonte num cavalo branco, com olhos prateados e asas cor de rosa que na luz do pôr do sol ficam vermelho-alaranjadas.
3- Depois de ter solucionado vários problemas a
nossa “linda e adorada” Mary Sue morre de forma trágica e dramática deixando
todos tristes, deprimidos, completamente destroçados pela perda dessa pessoa
que conheceram há 30 minutos. (Geralmente ela morre nos braços no seu amado
Gary Stu murmurando coisas como “Eu vou te amar pra sempre mesmo te conhecendo
há dois segundos” e ‘pá’: MORRE!).
4- O leitor, cansado de ler as aventuras dessa pessoinha incrivelmente doce e carente, resolve deixar de ler. Fontes seguríssimas afirmam que essa é a única forma de dar a Mary Sue um final feliz *olhos brilhantes*.
4- O leitor, cansado de ler as aventuras dessa pessoinha incrivelmente doce e carente, resolve deixar de ler. Fontes seguríssimas afirmam que essa é a única forma de dar a Mary Sue um final feliz *olhos brilhantes*.
(...)
~ x ~
Agora que vocês têm todas as dicas, parem e pensem em quantas Mary Sues você já se deparou por aí (e quanto você odiou todas elas). Viu? Aposto que foram muitas. Existem vários tipos delas, não se deixe enganar. A mais comum é a perfeita, mas também temos as sofredoras que passam por vários problemas e, é claro, mesmo se ferrando em tudo e todos lhe sacaneando, a Mary Sofredora Sue tenta promover o bem da humanidade. Mesmo que isso a mate (quase nunca mata para a nossa infelicidade).
Acredito eu que a Mary Sue top das tops no momento é a Bella Swan de Twilight (fãs, não me xinguem), é certo que eu não gosto de Crepúsculo, mas isso não é uma opinião só minha, pesquisem por aí.
Também temos a Zoey de "Marcada" que, se aquilo não é uma Mary Sue, então eu não sei o que seria. Afinal ela é linda, escolhida por Nyx e a mais poderosa e a sua marca se desenvolve de maneira tão rápida comparada aos outros estudantes. Vai entender...
As malditas acontecem geralmente quando o autor acaba se confundindo com a personagem e se insere na história. E sabem como nós somos, não é? Nunca vemos os nossos defeitos de verdade. Não é que o autor faça de forma proposital (eu espero), mas às vezes acontece, especialmente com os iniciantes e inexperientes, até por isso que o termo é mais popular no meio fanfiction. Mas elas estão em toda a parte. Inclusive nos shoujos (mangás voltados ao público feminino) de harém ao contrário (quem curte a cultura oriental aí me entendeu, hahahahah). Para quem já leu Vampire Knight, não importa o que a Hino diga, é indesculpável todos correndo atrás da Yuuki.
Vocês conhecem mais alguma Mary Sue? Fiquem à vontade para dizer nos comentários.
Acredito eu que a Mary Sue top das tops no momento é a Bella Swan de Twilight (fãs, não me xinguem), é certo que eu não gosto de Crepúsculo, mas isso não é uma opinião só minha, pesquisem por aí.
Também temos a Zoey de "Marcada" que, se aquilo não é uma Mary Sue, então eu não sei o que seria. Afinal ela é linda, escolhida por Nyx e a mais poderosa e a sua marca se desenvolve de maneira tão rápida comparada aos outros estudantes. Vai entender...
As malditas acontecem geralmente quando o autor acaba se confundindo com a personagem e se insere na história. E sabem como nós somos, não é? Nunca vemos os nossos defeitos de verdade. Não é que o autor faça de forma proposital (eu espero), mas às vezes acontece, especialmente com os iniciantes e inexperientes, até por isso que o termo é mais popular no meio fanfiction. Mas elas estão em toda a parte. Inclusive nos shoujos (mangás voltados ao público feminino) de harém ao contrário (quem curte a cultura oriental aí me entendeu, hahahahah). Para quem já leu Vampire Knight, não importa o que a Hino diga, é indesculpável todos correndo atrás da Yuuki.
Vocês conhecem mais alguma Mary Sue? Fiquem à vontade para dizer nos comentários.
Xoxo,
Julliana.
A Feira Itinerante de Livros do RJ
Marcadores: Feira Itinerante de livros, Julliana Passos, Notícias, Outros
Para quem costuma andar pelos grandes centros da Cidade Maravilhosa alguma vez na vida deve ter se deparado com essa feira. Vou postar aqui algumas fotos para vocês terem noção do quão legal é. Para ampliar, vocês sabem, é só clicar.
A Feirinha atualmente se encontra no Largo da Carioca no centro do Rio e deve ficar por lá até o começo de Outubro, e então vai para outro lugar.
Lá é possível encontrar livros com preços realmente baixos. Eu, por exemplo, comprei dois livros e gastei apenas R$15 dessa vez, da outra eu gastei R$45 e levei 7 livros. SETE. Eu me senti a pessoa mais sortuda do mundo.
Livros por R$5, R$10, R$20 ou 3 por R$20 e até 3 por R$10.
MEUS NOVOS BEBÊS
Sinopse - Segredos de uma Sapatólatra de Beth Harbison
Quanto foi? R$ 10,00
Depois de um fim de semana em Las Vegas, as vidas de três amigas sofrem uma reviravolta. Abbey está prestes a ter um segredo do passado revelado. Tiffany tem uma dívida imensa no cartão de crédito e Loreen precisa pagar uma pequena fortuna a um garoto de programa. Sem saber a quem recorrer, Tiffany pede ajuda à irmã, Sandra Vanderslice, a inesquecível heroína de Sapatólatras anônimas, que apresenta uma solução: trabalhar como operadora de disque-sexo! De trapalhada em trapalhada, elas vão descobrindo que podem se virar sozinhas, o quanto a amizade é importante e, acima de tudo, que um segredo nunca dura para sempre.
Sinopse - A Predestinada - Maya Fox #1 de Silvia Brena, Iginio Strafii
Quanto foi? R$ 5,00
Maya, como típica adolescente, é louca por seu ipod, fã de My chemical romance e tem uma melhor amiga inseparável, a Flo. Mas sua vida vira de pernas para o ar quando descobre que tem um dom nada usual: consegue comunicar-se com os mortos. Caberá à jovem aprender a dominar este dom, o que não será uma tarefa fácil, ainda mais quando um serial killer passa a segui-la incansavelmente. A predestinada vai precisar desvendar uma série de mistérios sobre a profecia que anuncia o fim do mundo em 2012 e usar seu poder para mudar o destino de toda a humanidade. Com todos os ingredientes que compõe uma verdadeira aventura, a história dessa menina de 17 anos vai cativar o jovem leitor.
~x~
Esse da Maya eu confesso que não achei tão promissor, mas quem sabe eu não me surpreenda? Até porque foi uma pechincha. Quem precisa de Bienal Careira de Livros quando se tem essa feirinha mara? Sou muito grata a iniciativa dessas pessoas por oferecerem tantos descontos a nós, pobres leitores.
Quem quiser conferir é só passar lá no Largo da Carioca.
Xoxo,
Julliana.
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