Primeiras Impressões #4
Marcadores: Primeiras ImpressõesDoce Vampiro
Escrito por: Flynn Meaney
Sinopse: Tímido e desajeitado, Finbar Frame, de 16 anos, é daquele tipo que nunca consegue ficar com nenhuma menina. Alto, magro, pálido e alérgico ao sol, infelizmente as garotas do colégio não apreciam sua pele nem sua alma sensível. Mas, quando ele percebe que elas são obcecadas por vampiros, decide adotar medidas extremas – ele vai se tornar um vampiro! Ou pelo menos fingir...
Eu ♥ Resenhas: Sussuro - Hush Hush
Marcadores: Anjos, Bom, Hush Hush, Intrínseca, Literatura Estrangeira, Literatura Fantástica, Resenha
Título Original: "Hush Hush"
Autor: Becca Fitzpatrick.
Autor: Becca Fitzpatrick.
Ano: 2010.
Número de Páginas: 264.
Editora: Intrínseca.
Número de Páginas: 264.
Editora: Intrínseca.
Edição: 1ª Edição.
Tradutor: Livia de Almeida.
Falar sobre esse livro vai ser um pouco complicado para mim porque sempre tento ser imparcial e se tratando desse tipo de literatura - Young Adult - é sempre mais complicado porque não é um dos meus gênero favoritos. Mas vou tentar mesmo assim.
"Sussurro" ou "Hush Hush" conta a história de Nora Grey, uma menina comum, ou melhor, aparentemente comum.
Diferente da maioria, especialmente da sua melhor amiga Vee, Nora nunca havia direcionado seu interesse aos garotos apesar de estar em uma idade em que isso é tão comum como respirar, certo, talvez seja exagero meu, mas vocês compreendem o que quero dizer. Nora mora em um casarão um pouco distante da "civilização", como a própria Vee - melhor amiga de Nora - diz no livro, junto com sua mãe. A casa é uma das poucas lembranças que restaram do convívio que Nora tinha com o pai, este que foi assassinado em um "ato aleatório de violência". A mãe de Nora trabalha bastante e raramente tem tempo para ficar em casa, por isso Dorothea - doméstica - ajuda nos serviços da casa e em tomar conta de Nora durante parte do dia.
O livro inicia com um prólogo curioso que nos apresenta de como irá decorrer o resto do enredo, mostrando - basicamente - o inicio de tudo, mas só iremos compreender melhor o prólogo e de quem se está falando quando alcançarmos a metade para o final do livro. O primeiro capítulo começa em uma aula de biologia sobre "reprodução humana (sexo)" e o professor decide reorganizar os lugares e Nora acaba por sentar ao lado de um garoto misterioso, sombrio, com ar de perigoso e um par de olhos negros que a todo momento possível é citado no livro. Enfim, conhecemos Patch, mas pouco é revelado sobre ele, pelo menos até boa parte da metade do livro. As informações que Nora obtém em grande parte são sempre vagas, pelo menos - em minha humilde opinião - foram. Espero que ela desista de ser jornalista.
Bem, Hush Hush consegue sustentar certo ar de mistério e suspense em alguns momentos durante a leitura, porém não foge do clichê em momento algum, de tanto que em pouco menos da metade do livro (para não dizer um pouco mais do início) eu já havia deduzido quem fazia os ataques à Nora - ou pelo menos tentava, uma vez que fracassaram em todas as tentativas.
Confesso que só me surpreendi com o motivo de todo aquele alarde que há durante a história, talvez por ter achado o argumento apresentado pela autora bastante - com todo o respeito, mas não consigo pensar em uma palavra mais adequada - imbecil.
Continuando, Nora que nunca havia se sentido atraída por garoto algum, demora a aceitar que na verdade sente-se atraída por Patch, mas logo acaba cedendo. Nisso ela e Vee conhecem Jules e Elliot, dois rapazes que parecem ser realmente adoráveis, mas só parecem, enfim... Se eu continuar poderei cometer o pecado do Spoiler, uma vez que achei tão óbvio. Eu poderia citar mais algumas coisas, mas acho melhor não entregar tudo a vocês, afinal, os mistérios de Hush Hush não são tão difíceis de serem descobertos. Eu temo que possa acabar com a pouca surpresa que o livro oferece (no caso, a surpresa de que o que você imaginou de imediato fosse realmente verdade, tão decepcionante).
A protagonista também não possui nada de especial quanto a personalidade. Nora é absurdamente comum e vulnerável, tanto que acho rídiculo para o que ela "é". Seria pedir de mais ter uma protagonista mais inteligente e durona? Achei um tanto decepcionante, mas vejam, isso é típico nos livros desse gênero. Pelo menos em todos que li até agora.
Em suma, Hush Hush é um bom YA, mas - na minha opinião - deixa muito a desejar na questão literária, porque esse tipo de literatura é um tanto rasa na profundidade da história e dos personagens. Não há um desenvolvimento emocional e da personalidade dos personagens tão amplo como há em vários clássicos, além do enredo ser clichê ao ponto de sabermos a resolução do mistério muito fácil. Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, não consegui perceber nada de surpreendente nas divagações da protagonista, a não ser o fato de ela pensar que Patch está querendo matá-la e mesmo assim sente-se terrivelmente atraída por ele, vai entender...
Uma coisa que não gostei muito neste livro foram as descrições. Achei um tanto vagas e por vezes desnecessárias - para não dizer pobres de conteúdo útil -, cita-se muito os olhos negros de Patch, dando sempre ênfase aos negros, achei isso cansativo.
Brincadeiras, revoltas e indagações à parte, Sussurro é um bom livro Young Adult, não fugindo nenhuma vez deste gênero, é claro. A vantagem dos livros YA é que a narrativa é leve, tão leve que terminamos de ler o livro facilmente sem nos estressarmos com dicionários e coisas do gênero. Nem é preciso pensar muito para entender o que está se passando na história e com os personagens porque os autores gostam de deixar tudo escrito. Só acho isso uma perda e tanto para a intelectualidade do leitor, exercitar o cérebro para entender e aprender com os personagens e a história é tão mais divertido.
Não dei 5 ou 4 estrelas para esta obra porque penso que para um livro ser "Muito bom" ou "Ótimo" é preciso muito mais habilidade do autor em conduzir uma história do que a Fitzpatrick teve. É preciso saber escolher as palavras, construir boas frases e, sobretudo, construir um enredo em que faça o leitor refletir e aprender alguma coisa com os personagens, é preciso ser um livro que consiga acrescentar algo a nossa visão da vida. Não tirei lição alguma de Sussurro, mas me diverti. Não vou dar uma nota tão baixa porque apesar de tudo, creio eu, livros desse gênero são feitos mais para entreter do que para refletir e devem ser julgados como tal, porque se fôssemos comparar Sussurro com algum clássico como, por exemplo, Orgulho e Preconceito, seria no mínimo rídiculo. Quanto a entretenimento Sussurro garante uma boa dose. É o tipo de livro que serve para intercalar leituras mais densas e complicadas, bom pra relaxar a cabeça. Recomendo até.
Eu não gostei muito, mas a Roquelaure adorou.
OBS: Peço desculpas pelo sumiço, mas para semana que vem tudo vai estar em seus conformes e desculpo-me também pelo tamanho desta resenha, tentei não me prolongar, mas eu sempre falho.
Diferente da maioria, especialmente da sua melhor amiga Vee, Nora nunca havia direcionado seu interesse aos garotos apesar de estar em uma idade em que isso é tão comum como respirar, certo, talvez seja exagero meu, mas vocês compreendem o que quero dizer. Nora mora em um casarão um pouco distante da "civilização", como a própria Vee - melhor amiga de Nora - diz no livro, junto com sua mãe. A casa é uma das poucas lembranças que restaram do convívio que Nora tinha com o pai, este que foi assassinado em um "ato aleatório de violência". A mãe de Nora trabalha bastante e raramente tem tempo para ficar em casa, por isso Dorothea - doméstica - ajuda nos serviços da casa e em tomar conta de Nora durante parte do dia.
O livro inicia com um prólogo curioso que nos apresenta de como irá decorrer o resto do enredo, mostrando - basicamente - o inicio de tudo, mas só iremos compreender melhor o prólogo e de quem se está falando quando alcançarmos a metade para o final do livro. O primeiro capítulo começa em uma aula de biologia sobre "reprodução humana (sexo)" e o professor decide reorganizar os lugares e Nora acaba por sentar ao lado de um garoto misterioso, sombrio, com ar de perigoso e um par de olhos negros que a todo momento possível é citado no livro. Enfim, conhecemos Patch, mas pouco é revelado sobre ele, pelo menos até boa parte da metade do livro. As informações que Nora obtém em grande parte são sempre vagas, pelo menos - em minha humilde opinião - foram. Espero que ela desista de ser jornalista.
Bem, Hush Hush consegue sustentar certo ar de mistério e suspense em alguns momentos durante a leitura, porém não foge do clichê em momento algum, de tanto que em pouco menos da metade do livro (para não dizer um pouco mais do início) eu já havia deduzido quem fazia os ataques à Nora - ou pelo menos tentava, uma vez que fracassaram em todas as tentativas.
Confesso que só me surpreendi com o motivo de todo aquele alarde que há durante a história, talvez por ter achado o argumento apresentado pela autora bastante - com todo o respeito, mas não consigo pensar em uma palavra mais adequada - imbecil.
Continuando, Nora que nunca havia se sentido atraída por garoto algum, demora a aceitar que na verdade sente-se atraída por Patch, mas logo acaba cedendo. Nisso ela e Vee conhecem Jules e Elliot, dois rapazes que parecem ser realmente adoráveis, mas só parecem, enfim... Se eu continuar poderei cometer o pecado do Spoiler, uma vez que achei tão óbvio. Eu poderia citar mais algumas coisas, mas acho melhor não entregar tudo a vocês, afinal, os mistérios de Hush Hush não são tão difíceis de serem descobertos. Eu temo que possa acabar com a pouca surpresa que o livro oferece (no caso, a surpresa de que o que você imaginou de imediato fosse realmente verdade, tão decepcionante).
A protagonista também não possui nada de especial quanto a personalidade. Nora é absurdamente comum e vulnerável, tanto que acho rídiculo para o que ela "é". Seria pedir de mais ter uma protagonista mais inteligente e durona? Achei um tanto decepcionante, mas vejam, isso é típico nos livros desse gênero. Pelo menos em todos que li até agora.
Em suma, Hush Hush é um bom YA, mas - na minha opinião - deixa muito a desejar na questão literária, porque esse tipo de literatura é um tanto rasa na profundidade da história e dos personagens. Não há um desenvolvimento emocional e da personalidade dos personagens tão amplo como há em vários clássicos, além do enredo ser clichê ao ponto de sabermos a resolução do mistério muito fácil. Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, não consegui perceber nada de surpreendente nas divagações da protagonista, a não ser o fato de ela pensar que Patch está querendo matá-la e mesmo assim sente-se terrivelmente atraída por ele, vai entender...
Uma coisa que não gostei muito neste livro foram as descrições. Achei um tanto vagas e por vezes desnecessárias - para não dizer pobres de conteúdo útil -, cita-se muito os olhos negros de Patch, dando sempre ênfase aos negros, achei isso cansativo.
Brincadeiras, revoltas e indagações à parte, Sussurro é um bom livro Young Adult, não fugindo nenhuma vez deste gênero, é claro. A vantagem dos livros YA é que a narrativa é leve, tão leve que terminamos de ler o livro facilmente sem nos estressarmos com dicionários e coisas do gênero. Nem é preciso pensar muito para entender o que está se passando na história e com os personagens porque os autores gostam de deixar tudo escrito. Só acho isso uma perda e tanto para a intelectualidade do leitor, exercitar o cérebro para entender e aprender com os personagens e a história é tão mais divertido.
Não dei 5 ou 4 estrelas para esta obra porque penso que para um livro ser "Muito bom" ou "Ótimo" é preciso muito mais habilidade do autor em conduzir uma história do que a Fitzpatrick teve. É preciso saber escolher as palavras, construir boas frases e, sobretudo, construir um enredo em que faça o leitor refletir e aprender alguma coisa com os personagens, é preciso ser um livro que consiga acrescentar algo a nossa visão da vida. Não tirei lição alguma de Sussurro, mas me diverti. Não vou dar uma nota tão baixa porque apesar de tudo, creio eu, livros desse gênero são feitos mais para entreter do que para refletir e devem ser julgados como tal, porque se fôssemos comparar Sussurro com algum clássico como, por exemplo, Orgulho e Preconceito, seria no mínimo rídiculo. Quanto a entretenimento Sussurro garante uma boa dose. É o tipo de livro que serve para intercalar leituras mais densas e complicadas, bom pra relaxar a cabeça. Recomendo até.
Eu não gostei muito, mas a Roquelaure adorou.
OBS: Peço desculpas pelo sumiço, mas para semana que vem tudo vai estar em seus conformes e desculpo-me também pelo tamanho desta resenha, tentei não me prolongar, mas eu sempre falho.
Eu ♥ Resenhas: Julie & Julia
Marcadores: Bom, Editora Conrad, Julie Powell, Literatura Estrangeira, Resenha
Título Original: "Julie&Julia"
Autor: Julie Powell.
Ano: 2007.
Número de Páginas: 312.
Editora: Conrad.
Edição: 1ª Edição.
Autor: Julie Powell.
Ano: 2007.
Número de Páginas: 312.
Editora: Conrad.
Edição: 1ª Edição.
Best Seller internacional e vencedor do primeiro Blooker Prize (que premia livros baseados em blogs), Julie & Julia é uma história de desafios e superação, de risos e lágrimas, de uma mulher moderna lutando para colocar ordem em sua atribulada vida.
Julie & Julia conta a história de duas mulheres incríveis, que vêem através da culinária, um jeito de mudar suas vidas. Apesar de distantes no espaço e no tempo, Julia Child e Julie Powell tem semelhanças indescritíveis, e a admiração nutrida por Julie à Julia Child, me encantou em demasia.
O livro trata da história vivida por Julie Powell por volta do ano de 2003. No começo conhecemos uma Julie infeliz e sem nenhuma perspectiva positiva sobre o rumo que sua vida tomaria, mas quando encontra um livro de receitas na cozinha de sua mãe e acaba se surpreendendo ao experimentar a primeira receita. Após isso, decide fazer todas as 524 receitas em apenas um ano e criar um blog para contar sua experiência. O livro das 524 receitas de que se fala aqui não é nada mais e nada a menos que "Mastering the Art of French Cooking" ("Dominando a Arte da Cozinha Francesa"), escrito em 1961 por Julia Child. Essa que hoje é conhecida como a mulher que ensinou a América a cozinhar. Child viveu anos na frança, onde aprendeu a cozinhar e após voltar a América, estrelou um programa de culinária na TV.
Em 2009, a história se somou a biografia de Julia Child, dando origem ao filme homônimo. Recomendo e muito. Apesar de Amy Adams ter dado vida a uma Julie um pouco mais doce que a da vida real, Meryl Streep encarnou com grandiosidade e perfeição a grandalhona e fofa Julia Child. É um filme que proporciona boas risadas e vale muito a pena.
O interessante desta obra é que ela é real, seus personagens são reais, as receitas e tudo o mais é real. Não há como não se emocionar com as passagens escritas por Julie e saber que ela realmente vivenciou aquilo.
No mais, Bon Appétit! Opa, boa leitura.
Desejados da Semana ~ #5
Marcadores: Desejo da Semana
Por incrível que pareça meus hábitos de telespectadora estão voltando, claro, não como antes em que ver desenhos e determinadas novelas eram rituais importantíssimos. Está bem, a parte dos desenhos ainda é quando tenho tempo, apesar da maioria dos desenhos atuais serem uma porcaria comparados aos que eu via em minha infância. Enfim, não é sobre desenhos ou novelas que quero falar aqui, mas sobre uma série que chamou a minha atenção desde que assisti a primeira chamada. Bem, estou falando da série "As Cariocas", a série não chamou só a minha atenção por causa da forma como abordaram as mulheres cariocas, mas também pelo fato de elas serem cariocas. Eu vivo no RJ, então achei curioso ver como retratariam a minha cidade maravilhosa (atualmente não tão maravilhosa assim, mas ok). Eu ♥ Resenhas: O Pequeno Príncipe
Marcadores: Antoine de Saint-Exupèry, Literatura Estrangeira, O Pequeno Príncipe, Ótimo, ResenhaTítulo Original: "Le Petit Prince"
Autor: Antoine de Saint-Exupèry.
Ano: 1974.
Número de Páginas: 95.
Editora: Agir.
Edição: 17ª Edição.
Tradutor: Dom Marcos Barbosa.
Está aí um livro que é sim para todas as idades, sem restrições. O Pequeno Príncipe é uma obra de valor inestimável para a literatura mundial e é impossível não se emocionar ao menos um pouco com o que nos é apresentado a cada página. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições.¹
A obra conta a aventura de um pequeno garoto que mora em um asteróide que possui três vulcões (um extinto e dois em atividade) e uma rosa, mas a história não é contada pelo pequeno garoto, precisamos deixar isso claro. A história é contada do ponto de vista de um homem adulto, mas que nunca esqueceu sua criança interior, diferente dos outros adultos que surgem durante a história.
O principezinho antes de chegar à Terra, passou por outros planetas e encontrou, como posso dizer, pessoas bem peculiares. Adultos como os que vemos hoje, perfeitamente descritos em suas essências: o viciado em trabalho, o bêbado, os autoritários, etc. Não há como não enxergar em cada um desses personagens, um adulto que conheçamos.
O livro, de certa forma, é uma crítica aos adultos. Uma crítica as suas incoerências, as suas formas de agir para com os outros, as suas faltas de criatividade em ver o mundo, basicamente, a perda da sua essência infantil. Porque quando uma criança vira gente grande, esquece que foi criança, pois pensa que não tem mais tempo para isso, não encontra mais razões para ver a inocência das coisas porque há muito acredita ter perdido a sua própria. E o pequeno príncipe representa essa inocência infantil, a curiosidade, a vontade de saber mais sobre o universo e a vida e, como as crianças, o pequeno príncipe jamais recua diante uma pergunta já proferida.
O interessante desta obra é que quando somos gente pequena, criança, sabe? Acabamos por nos identificar com o pequeno principezinho e a forma como ele observa o mundo e os adultos. Quando crescemos, compreendemos o principezinho e nos identificamos com o narrador. Pelo menos foi assim comigo, apesar de não ter quisto fazer a leitura durante a minha infância por achar o principezinho muito chato, e confesso, por minha mãe ter dito que era uma leitura obrigatória e que este foi o primeiro livro de muita gente. Talvez ainda não tenham percebido, mas sou do tipo transgressor, adoro fazer o contrário do que me pedem, principalmente do que me ordenam. Enfim, preocupa-me quando arrumar um emprego, eu odeio ser forçada a fazer alguma coisa. Acho que no fundo todos são assim, não é?
Li esse livro há um tempinho atrás, acho que no começo deste ano, não me recordo bem. Mas o li em um dia, como podem ver, são poucas páginas e ainda há figuras intercalando os capítulos. Além do mais, o vocabulário não é rebuscado, diria que é enriquecedor para as crianças e para os adultos é bem leve e agradável, enriquecedor também, mas não tanto quanto para as crianças que estão no começo dessa jornada literária que dura a vida a partir de que se aprende a ler. Afinal, comer, coçar e ler é só começar.
"Segundo o presidente da ANL há evidências de que o livro de Exupéry foi inspirado em Natal, uma vez que nele constam desenhos de dunas, da estrela-cometa, um dos símbolos da cidade, falésias e de um vulcão, provavelmente o Pico do Cabugi, afora o baobá.
Existe, também, um relatório oficial do Correio do Sul, que atesta o vôo do escritor para Natal no dia 14 de julho de 1939, afora depoimentos de pessoas que estiveram com ele, como o jornalista Nilo Pereira.
De acordo com Diógenes da Cunha Lima, negar a vinda de Exupéry em Natal é negar a existência da Aeropostale, o correio aéreo francês. “Ele não viria até a América do Sul para fica só na Argentina. Tinha que passar pelo Brasil, especialmente por Florianópolis, Santos, Rio de Janeiro, Salvador e Natal. Exupéry era um homem curioso. Seu temperamento não permitia que ficasse fechado num ambiente”, afirmou François d’Agay."²
Que honra para o Brasil, não acham? Apesar de tudo o que vemos, não é difícil acreditar na veracidade deste fato, afinal que outro país neste planeta poderia fornecer a beleza, a gentileza e tudo o mais que está nesta obra senão o nosso Brasil?
¹. Dados retirados do Wikipédia, portanto não posso afirmar com segurança se é verdade ou mentira, mas creio que seja verdadeiro, pelo menos a parte do livro francês mais vendido.
². Fonte.
Está aí um livro que é sim para todas as idades, sem restrições. O Pequeno Príncipe é uma obra de valor inestimável para a literatura mundial e é impossível não se emocionar ao menos um pouco com o que nos é apresentado a cada página. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições.¹
A obra conta a aventura de um pequeno garoto que mora em um asteróide que possui três vulcões (um extinto e dois em atividade) e uma rosa, mas a história não é contada pelo pequeno garoto, precisamos deixar isso claro. A história é contada do ponto de vista de um homem adulto, mas que nunca esqueceu sua criança interior, diferente dos outros adultos que surgem durante a história.
O principezinho antes de chegar à Terra, passou por outros planetas e encontrou, como posso dizer, pessoas bem peculiares. Adultos como os que vemos hoje, perfeitamente descritos em suas essências: o viciado em trabalho, o bêbado, os autoritários, etc. Não há como não enxergar em cada um desses personagens, um adulto que conheçamos.
O livro, de certa forma, é uma crítica aos adultos. Uma crítica as suas incoerências, as suas formas de agir para com os outros, as suas faltas de criatividade em ver o mundo, basicamente, a perda da sua essência infantil. Porque quando uma criança vira gente grande, esquece que foi criança, pois pensa que não tem mais tempo para isso, não encontra mais razões para ver a inocência das coisas porque há muito acredita ter perdido a sua própria. E o pequeno príncipe representa essa inocência infantil, a curiosidade, a vontade de saber mais sobre o universo e a vida e, como as crianças, o pequeno príncipe jamais recua diante uma pergunta já proferida.
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
O interessante desta obra é que quando somos gente pequena, criança, sabe? Acabamos por nos identificar com o pequeno principezinho e a forma como ele observa o mundo e os adultos. Quando crescemos, compreendemos o principezinho e nos identificamos com o narrador. Pelo menos foi assim comigo, apesar de não ter quisto fazer a leitura durante a minha infância por achar o principezinho muito chato, e confesso, por minha mãe ter dito que era uma leitura obrigatória e que este foi o primeiro livro de muita gente. Talvez ainda não tenham percebido, mas sou do tipo transgressor, adoro fazer o contrário do que me pedem, principalmente do que me ordenam. Enfim, preocupa-me quando arrumar um emprego, eu odeio ser forçada a fazer alguma coisa. Acho que no fundo todos são assim, não é?
Li esse livro há um tempinho atrás, acho que no começo deste ano, não me recordo bem. Mas o li em um dia, como podem ver, são poucas páginas e ainda há figuras intercalando os capítulos. Além do mais, o vocabulário não é rebuscado, diria que é enriquecedor para as crianças e para os adultos é bem leve e agradável, enriquecedor também, mas não tanto quanto para as crianças que estão no começo dessa jornada literária que dura a vida a partir de que se aprende a ler. Afinal, comer, coçar e ler é só começar.
Entendem quando eu digo que o livro consegue nos emocionar a cada página, nem que seja um pouco? Essas duas citações são só algumas das várias e maravilhosas que se apresentam em cada página desta história fantásticas para todas as idades."As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"
"Segundo o presidente da ANL há evidências de que o livro de Exupéry foi inspirado em Natal, uma vez que nele constam desenhos de dunas, da estrela-cometa, um dos símbolos da cidade, falésias e de um vulcão, provavelmente o Pico do Cabugi, afora o baobá.
Existe, também, um relatório oficial do Correio do Sul, que atesta o vôo do escritor para Natal no dia 14 de julho de 1939, afora depoimentos de pessoas que estiveram com ele, como o jornalista Nilo Pereira.
De acordo com Diógenes da Cunha Lima, negar a vinda de Exupéry em Natal é negar a existência da Aeropostale, o correio aéreo francês. “Ele não viria até a América do Sul para fica só na Argentina. Tinha que passar pelo Brasil, especialmente por Florianópolis, Santos, Rio de Janeiro, Salvador e Natal. Exupéry era um homem curioso. Seu temperamento não permitia que ficasse fechado num ambiente”, afirmou François d’Agay."²
Que honra para o Brasil, não acham? Apesar de tudo o que vemos, não é difícil acreditar na veracidade deste fato, afinal que outro país neste planeta poderia fornecer a beleza, a gentileza e tudo o mais que está nesta obra senão o nosso Brasil?
¹. Dados retirados do Wikipédia, portanto não posso afirmar com segurança se é verdade ou mentira, mas creio que seja verdadeiro, pelo menos a parte do livro francês mais vendido.
². Fonte.
Eu ♥ Resenhas: As Mentiras que os Homens Contam
Marcadores: Julliana Passos, Literatura Brasileira, Objetiva, Resenha
Título Original: "As mentiras que os Homens Contam"
Autor: Luis Fernando Veríssimo.
Ano: 2001.
Número de Páginas: 218.
Editora: Objetiva.
Edição: 1ª Edição.
"As Mentiras que os Homens Contam" é um Best Seller de Luis Fernando Veríssimo, o livro ficou entre os livros mais lidos e indicados pela revista Veja por mais de 115 semanas e até já ganhou vida nos palcos do teatro. Um sucesso? Sem dúvidas.
Está aí um ótimo livro para ser lido durante a ida e a volta do trabalho, uma vez que o livro traz divertidas crônicas que retratam bem certos momentos da vida tanto de homens como de mulheres. Não se espante quando eu digo "mulheres" porque apesar do livro se intitular "As Mentiras que os Homens Contam", não são só os homens que mentem durante as 40 histórias que estão nesta obra.
Veríssimo consegue nos guiar por páginas e mais páginas sem que percebamos até que descobrimos que estamos na última página do livro, terminando a última crônica, então o gostinho de "quero mais" nos atormenta. Apesar de eu já conhecer algumas das crônicas que estavam neste livro, adorei relê-las. Veríssimo tem um pouco dessa magia que nos envolve e nos faz querer ler sem parar o que ele escreve.
É impossível não se identificar com alguma das curtas e engraçadas situações que ele nos apresenta durante a obra. Afinal, quem nunca mentiu na vida? Mentir é necessário para o bom convívio social, admitam os moralistas ou não, e de certa forma é isso que vemos no livro. Mentiras que utilizamos no dia-a-dia, aquelas meias verdades que dizemos ser inofensivas e que nos evitam grandes problemas... ou não.
Com toda a certeza, o livro é uma ótima pedida para presentear algum amigo, parente, namorado, amante, a minha pessoa (o livro que eu li é emprestado), etc. Recomendado para ambos os sexos de praticamente todas as idades (creio eu que o livro não seja do gosto das crianças e talvez estas não consigam compreender muitas coisas que estão contidas nas crônicas).
Eu ♥ Resenhas: Diário de um Banana
Marcadores: Diário de Um Banana, Jeff Kinney, Literatura Estrangeira, Muito Bom, Resenha
Título Original: "Diary of a Wimpy Kid"
Autor: Jeff Kinney.
Ano: 2007.
Número de Páginas: 218.
Editora: Vergara & Riba Editoras Ltda.
Edição: 1ª Edição.
Finalmente encontro uma série que descreva com perfeição toda a aparente surrealidade do colegial. Todos os dramas, comédias, terrores e emoções descritos de forma cômica, pelos olhos de um menino de pouco mais de dez anos, que também se apavora e tenta se tornar um “popular” do colégio onde estuda.
O autor apela também para o visual na elaboração da história, utilizando de quadrinhos, e de passagens ilustradas nas bordas das páginas, tornando a leitura divertida e interativa, aproximando o leitor dos personagens.
Os personagens são muito bem construídos em estereótipos como o colega alienado, o colega retardado pavoroso, o menino que quer ser mais e muitos outros que podemos observar em nosso cotidiano.
Os casos também são muito bem trabalhados, levando várias vezes o leitor à sérias crises de riso que dependendo do local em que se encontra, poderá ser bem embaraçoso, mas não é só de risadas que se faz este livro, o autor consegue nos arrancar grandes momentos de reflexão, fazendo com que a obra além de divertida, instrua o leitor. Ah, claro, vale ressaltar que em momento algum a leitura se torna cansativa, por isso não há motivos para hesitar em lê-lo.
Enfim, só posso acrescentar que recomendo a série, na hora de dar um presente é uma ótima pedida uma vez que o gênero agrada a todas as idades.
Top 3 Inícios de Livros Mais Bonitos
Marcadores: Curiosidades
Bem, é uma lista bem pessoal, na verdade são os começos que mais gostei até hoje. Espero que eles encantem vocês da mesma forma que me encantaram.
3 - O Perfume - História de um assassino, por Patrick Süskind.
"No século XVIII viveu na França um homem que pertenceu à galeria das mais geniais e detestáveis figuras daquele século nada pobre em figuras geniais e detestáveis. A sua história é contada aqui.
3 - O Perfume - História de um assassino, por Patrick Süskind.
"No século XVIII viveu na França um homem que pertenceu à galeria das mais geniais e detestáveis figuras daquele século nada pobre em figuras geniais e detestáveis. A sua história é contada aqui.
Cats
Marcadores: Cats, Teatro, TS EliotMeia noite. Nenhum som no beco. Um por um, gatos surgem na escuridão da noite. É a data mais especial do ano para a tribo dos Jellicle Cats, em que se reúnem para celebrar quem são. É quando o líder do grupo, o sábio e benevolente Old Deutoronomy, anuncia qual deles irá para um lugar especial onde poderá renascer para uma nova "vida Jellicle". Só um dos gatos não compartilha da euforia do grupo: Grizabella, que abandonou os companheiros anos antes para explorar o mundo lá fora e agora é desprezada por sua escolha.
Antes de continuar a falar sobre Cats, acho que devo uma desculpas a todos os leitores pela minha ausência. Mas devo dizer que não desapareci por descaso, na verdade estou tomada de compromissos até o fim deste mês e nas minhas poucas horas livres, aproveito o tempo para dormir ou ver filmes. Nem ler e escrever que são as minhas paixões tenho vontade de fazer. Enfim, com esse feriadão consegui tirar uma folga e finalmente estou aqui.
Entrevista: Kyara Layne
Marcadores: Anjos, Bate papo, Entrevista, Kyara Layne, Literatura Brasileira, Novos AutoresSaga Blind por Kyara Layne.
A triologia Blind conta história de Claire e as mudanças que sua vida dá depois de descobrir que sua irmã esta se tornando uma dominação (anjo) e que seu destino é protoge-los (dominações). Mas tudo pode mudar depois que Claire descobrir que os humanos não são os únicos cegos...
... Mesmo assim eram lindas, formadas com penas pretas que aos poucos e em pouca quantidade se desprendiam e se destacavam com a neve branca do chão. A figura de um anjo sentado a beira de um banco, em frente à janela do meu quarto, me observando e me confrontando como se disessi o que eu já sabia desde aquele momento: que ele era o Meu Anjo.A escuridão voltou a fazer companhia minutos depois quando eu fiquei inconsciente. Eu tinha apenas 9 anos quando isso ocorreu, mas eu o veria por mais 7 Invernos.
Desejados da Semana ~ #4
Marcadores: Clube dos Imortais, Desejo da Semana, Kizzy Ysatis, Leandro Schulai, O vale dos AnjosEscrever essa coluna semanalmente aqui é sempre legal porque posso divulgar alguns trabalhos não tão conhecidos, além de dar uma dica para presentes que eu gostaria de receber. Meu aniversário está chegando, então já sabem, né?
Bem, os livros desejados dessa semana são dois de autoria de escritores brasileiros. Pois é, a literatura fantástica brasileira está cada dia melhor, não concordam?
Lançamento: Cem Toques Cravados
Marcadores: Andross Editora, Cem toques cravados, Edson Rossatto, Literatura Brasileira, Nanocontos
Cem Toques Cravados, de Edson Rossatto, foi inspirado em obra de Mário Lago e em tiras de quadrinhos. O lançamento acontece no próximo dia 4, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo
Os nanocontos estão para a literatura assim como as tiras estão para os quadrinhos: uma mensagem rápida, de sentido completo e instantâneo, num espaço reduzido. O escritor e roteirista Edson Rossatto vem se dedicando ao gênero nos últimos meses e acaba de reunir sua produção no livro Cem Toques Cravados (Andross Editora, 128 páginas, R$ 19,90), que tem lançamento no dia 04 de novembro, em São Paulo.
Alguns dos nanocontos apresentados na obra são inéditos, enquanto outros foram publicados originalmente no blog www.cemtoquescravados.com e no Twitter (@cemtoques). Desde setembro, alguns deles vêm sendo veiculados nos vagões do metrô de São Paulo por meio da TV Minuto.
A experiência de Rossatto com textos curtos vem desde 2004, quando escreveu o livro Curta-Metragem exclusivamente com textos de até 600 caracteres, os chamados microcontos. Nos anos seguintes, editou duas antologias, Expresso 600 e Histórias Liliputianas, ambas de microcontos.
Inspirado no livro 16 Linhas Cravadas, do escritor e ator Mário Lago, Rossatto impôs-se o desafio de escrever os nanocontos com exatos cem caracteres, como Mário se impôs escrever com exatas 16 linhas. O autor lembra que outra inspiração foi o trabalho dos desenhistas de tiras de quadrinhos. “Como não sei desenhar, parti para um formato literário que tivesse o mesmo efeito das tiras”, explica.
Recheados de fina ironia, os nanocontos de Rossatto assemelham-se a outro gênero literário, a crônica. Em sua maioria, são instantâneos do cotidiano, mas há também textos em forma de epitáfios, classificados e outros.
ALGUNS NANOCONTOS:
Triste, afogou as mágoas na bebida e acabou com tudo: mandou chover quarenta dias e quarenta noites.
Queria que o pai comprasse um novo porque o outro morreu. “Irmãos não são vendidos em lojas, filho”.
“Só acredito vendo”, disse Tomé. Então Jesus se deitou no chão e fez trezentas flexões em um minuto.
Mãos dadas pelas ruas. Ele conduzido por ela. Coração apertado pela separação: primeiro dia de aula.
LANÇAMENTO:
Cem Toques Cravados
Autor: Edson Rossatto
Data: 04 de novembro de 2010
Local: Livraria Martins Fontes
Avenida Paulista, 509 – próximo à estação Brigadeiro do Metrô
Horário: das 18h30 às 21h30
Informações: (11) 2167-9900
Organização: Andross Editora
Realização: Livraria Martins Fontes
PRÉ-VENDA:
Livraria Cultura. Clique no link.
Com que escritor você tomaria um drinque?
Marcadores: Guia de Drinques dos grandes escritores americanosEssa é a proposta que este Guia Ilustrado nos traz ou quase isso. O livro traz as receitas dos drinques favoritos dos grandes nomes da literatura americana e alguns trechos de suas obras. É bem interessante para aqueles que apreciam a arte de coquetelaria e a boa literatura. Estou louca para por as minhas mãos em um exemplar, se você quiser fazer as honras de dar-me este livro como presente, é só mandar um email, ficarei muito grata, viu?
O livro foi publicado aqui no Brasil pela editora Zahar já faz algum tempo, ele foi lançado no dia 9 de novembro do ano passado e possuí 104 páginas. Os autores são Edward Hemingway (sim, neto dele mesmo) e Mark Bailey. Mas apesar de não ser novidade, é um livro que merece certo destaque, não?
Sinopse:
43 autores. 43 drinques clássicos. E uma sucessão de histórias de bar, festas glamorosas e farras pelas madrugadas.
Para chegar à mistura perfeita de álcool e literatura, pegue as receitas dos coquetéis favoritos dos melhores (e mais boêmios) escritores americanos, como Bukowski, Capote, Dorothy Parker e Tennessee Williams. Acrescente trechos inebriantes de suas obras literárias. Junte casos saborosos dos bons e velhos tempos regados a Martinis – como F. Scott e Zelda Fitzgerald aparecendo de pijama em festas ou Ernest Hemingway quebrando a bengala de John O’Hara contra a própria cabeça... Decore com deliciosas caricaturas. E leia sem moderação.
Consultoria dos drinques de Deise Novakoski, a primeira sommelière do Brasil.
“A civilização começou com a destilação.” William Faulkner
Enfim, para aqueles que se interessaram, o blog "O Livreiro" publicou uma matéria sobre o livro no mês do lançamento do mesmo com um teste elaborado por eles mesmos para designar qual dos escritores seria nosso companheiro de copo. Legal, não é? Meu companheiro seria Edgar Allan Poe, se quiser descobrir o seu, clique aqui. Mas não esqueça de voltar nesta página e nos contar quem seria seu companheiro também. Quem sabe não organizamos uma festa e convidamos todos eles?
Brincadeiras à parte, bem que seria interessante lançarem uma coleção deste gênero falando de cada literatura do mundo. Assim conheceríamos um pouco mais dos nossos autores favoritos e ainda descobriríamos novos escritores maravilhosos.
Top 10 - Clássicos Infantis
Marcadores: Clássicos Infantis, Dia das Crianças, Top 10Primeiramente: Feliz dia das Crianças!
Tem como não fazer um post dedicado as histórias que nos emocionam desde pequenos?
TOP 10 - CLÁSSICOS INFANTIS
1 - O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. 2 - Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.3 - O Patinho Feio, de Hans Christian Andersen.4 - A Branca de Neve e os Sete Anões, dos Irmãos Grimm.5 - O Mágico de Oz, de L. Frank Baum.6 - Harry Potter, de J.K. Rowling.7 - As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.8 - A Turma da Mônica, de Maurício de Souza.9 - Fábulas de Esopo (620-560 a.C.) As mais conhecidas e lidas são: A Tartaruga e a Lebre; A Raposa e as Uvas e O Lobo e o Cordeiro.10 - Marcelo, Marmelo, Martelo, de Ruth Rocha.
Bem, sei que não dá pra agradar a todos, já que esse negócio de "top 10" é muito pessoal, estou certa? Então considerem esse o meu top 10 e se desejarem compartilhar o seu comigo, diga aí nos comentários quais são os 10 livros que mais marcaram a sua infância. Eu adoraria saber!
E antes de terminarmos o post, acho que vale prolongarmos um pouco mais o assunto, afinal, a esta altura, vocês já devem conhecer os irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, Charles Perrault, Hans Christian Andersen, Antoine de Saint-Exupéry, L. Frank Baum, Lewis Carroll, Carlo Collodi, J.K Rowling, etc, não? Bem, esses são só alguns dos nomes que marcaram não só a minha, mas a infância de muitos. E deixando este cenário literário mais verde e amarelo, podemos ainda citar Maurício de Souza, Monteiro Lobato, Fernando Sabino, Ruth Rocha, etc.
Contos de fadas, histórias em quadrinhos, fábulas, romances infanto-juvenis foram meus primeiros companheiros nesse mundo, apesar de que a maioria que li foi por influência de minha mãe e da escola. Mas não há como esquecer a Cinderella, Barba Azul, Branca de Neve, O Gato de Botas, Bela Adormecida, Patinho Feio, a Raposa e as Uvas, a Turma da Mônica, Pinóquio, Alice no País das Maravilhas, O Mágico de Oz, Marcelo Marmelo Martelo, 'O Sítio do Picapau Amarelo', Harry Potter...
Alguns dos que citei já foram imortalizados não só na área literária, mas também na área cinematográfica e teatral, virando assim animações em 2D do estúdio Walt Disney (e sem ser do Walt Disney também, é claro, mas vamos deixar destacado porque ainda hoje sou uma grande fã do trabalho que eles fizeram com alguns contos de fadas), musicais em teatros, filmes para cinema e para televisão, desenhos animados, etc.
Confesso que até hoje sou fã do gênero infanto-juvenil, histórias muito boas sempre vão surgindo e geralmente, nesse tipo de história, conseguimos resgatar um pouco da inocência que tinhámos quando éramos crianças e isso é maravilhoso. Histórias desse gênero sempre nos ensinam pelo menos uma lição no final de tudo, algumas nos ensinam a cada página e outras nos relembram valores e ideais que hoje não recebem mais tanta importância.
Quem não se recorda dos adultos e criaturas confusas que surgem na viagem do Pequeno Príncipe, escrito pelo autor francês Antoine de Saint-Exupéry? E quem a essa altura não encontrou adultos semelhantes? Quem nunca sonhou em encontrar o seu príncipe (ou princesa) encantado(a)? Quem nunca esperou ansioso por uma carta vinda de Hogwarts? Ou se perguntou porque as coisas tinham o nome que tinham? Quem, em sua infância, não quis encontrar uma lâmpada mágica ou sonhou em encontrar uma fada madrinha? Quem nunca esperou derrotar as "forças do mal" para ter o seu "final feliz"?
Ah! Essas lembranças são tão adoráveis, tão nostálgicas, não acham?
Nova Parceria: Giz Editorial
Marcadores: Giz Editorial, ParceriaJá faz um certo tempo que fechamos esta parceria, mas com a correria do dia-a-dia nunca consegui fazer um post falando um pouco mais sobre esta editora.
A Giz Editorial é uma jovem empresa brasileira cujos editores somam juntos mais de dez anos de trabalho em comunicação editorial. Seu quadro de colaboradores é composto por profissionais experientes na publicação de livros e em artes gráficas.
A Giz Editorial reitera o seu compromisso com o seu principal cliente: o leitor. Sendo a nossa missão principal é profissionalizar e qualificar a publicação de escritores brasileiros, o nosso objetivo com isto é oferecer ao mercado títulos que os distribuidores possam realmente circular; produtos que os livreiros possam efetivamente vender, mas, acima de tudo, livros que as pessoas sintam prazer em ler.
Entre alguns dos lançamentos desta editora, podemos destacar:
Kaori - Perfume de Vampira, de Giulia Moon
Século XVII: Kaori, uma bela garota com o perfume da sedução, trilha caminhos perigosos entre samurais, senhores feudais, prostitutas e criaturas mágicas do folclore japonês. No seu caminho, surge José Calixto, um artista sensível e apaixonado, capaz de tudo para dar vida a uma obra imortal.
Século XXI: na fervilhante Avenida Paulista, coração de São Paulo, Samuel Jouza tem uma profissão peculiar. Ele observa vampiros para um misterioso instituto de pesquisas. Mas o olheiro percebe que a sua profissão é muito mais perigosa do que imaginava, ao salvar um menino das garras dos sanguessugas. De um lado, a magia das sagas heróicas de samurais, o mistério das antigas lendas do Japão. Do outro, uma aventura ágil e atual, que tem como cenário o Brasil. Dois universos se entrelaçam e se cruzam neste novo romance de vampiros escrita por Giulia Moon.
Século XXI: na fervilhante Avenida Paulista, coração de São Paulo, Samuel Jouza tem uma profissão peculiar. Ele observa vampiros para um misterioso instituto de pesquisas. Mas o olheiro percebe que a sua profissão é muito mais perigosa do que imaginava, ao salvar um menino das garras dos sanguessugas. De um lado, a magia das sagas heróicas de samurais, o mistério das antigas lendas do Japão. Do outro, uma aventura ágil e atual, que tem como cenário o Brasil. Dois universos se entrelaçam e se cruzam neste novo romance de vampiros escrita por Giulia Moon.
Amor Vampiro
Amor! Por ele o homem foi levado a realização de grandes feitos. Mas também sob sua influência cometeu grandes atrocidades! O que aconteceria se tal sentimento dominasse um ser maléfico que perambula pelas sombras buscando saciar seu desejo? Adriano Siqueira, André Vianco, Martha Argel, J. Modesto, Nelson Magrini, Regina Drummond e Giulia Moon, ícones da literatura fantástica nacional, se reuniram para responder a questão e desvendar o Amor Vampiro!
- Comunidade oficial no orkut.

Um Olhar de Desespero, Danilo Pelloso
Jennifer tem oito anos de idade e uma boa relação com a sua mãe. Porém, quando ao se mudar para a sua nova casa, inesperadamente começa ter pesadelos horríveis. O sonho recorrente mostra principalmente a sua mãe querendo matá-la. Esses pesadelos começam a assustar a menina, enquanto a mãe Mary considera normal para a idade dela. Teria Jennifer enlouquecido, ou a mãe esconde um segredo que jamais revelaria à filha?

Relações de Sangue, de Martha Angel
É um clássico da literatura vampírica brasileira. Publicado originalmente muito antes da recente febre de vampiros que arrebatou o coração dos leitores, o romance de estreia de Martha Argel ainda é adorado por uma legião de fãs. Num estilo ágil e bem humorado, Relações de Sangue traz uma história de mistério, suspense e sedução ambientada na São Paulo dos dias de hoje, capaz de prender a atenção do início ao fim. Com esta nova edição, uma vez mais a Giz Editorial brinda os leitores com a prosa elegante e tão característica de Martha Argel, que já há algum tempo firmou-se como um dos nomes mais importantes da Literatura Fantástica nacional. Histórias de Arrepiar, de Regina Drummond
Histórias de arrepiar é uma seleção especialmente produzida para quem não tem medo do sobrenatural, do fantástico, do aterrorizante. È destinada a quem aprecia o frio na barriga, o suor gelado e o susto. Foi feita para quem gosta de viajar pelos meandros do lado negro da alma, para quem tem a intenção expressa de (re)descobrir o fascínio da maldade, da perversidade e da morte. Só vai agradar a quem gosta de ser surpreendido: o final de cada um dos 9 textos pode deixar o leitor suspenso no ar, no vácuo entre o pavor, o medo e a pena - pena de a história ter acabado, é claro! Regina Drummond criou alguns textos e selecionou outros, que traduziu e adaptou, escritos por autores consagrados. A narrativa é clara, fluente e envolvente, destinada a levar você para outras dimensões nunca antes imaginadas com toda a suavidade de uma paulada no meio da testa ou a delicadeza de um soco no estômago. Mas, cuidado: se você é medroso(a), por favor, não abra este livro. Ele não foi feito para você!
Para conhecer mais livros publicados pela editora acesse o site, clique aqui.
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